AGRONEGÓCIO

Santa Catarina Cria Grupos de Trabalho para Impulsionar Inovação e Conectividade no Agronegócio

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Formação dos Grupos Temáticos de Trabalho

Santa Catarina, reconhecida por seu potencial empreendedor e sua destacada indústria de tecnologia, está dando um passo importante para fortalecer a inovação no agronegócio. Em parceria com o governo e a sociedade civil, a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) estabeleceu a criação de Grupos Temáticos de Trabalho, coordenados pela Câmara Setorial da Agroinovação.

Esses grupos têm como foco discutir a implementação de soluções tecnológicas e digitais mais eficientes no meio rural, visando promover a inovação no campo e ampliar a conectividade. Os Grupos de Trabalho (GT) foram organizados em quatro áreas temáticas: GT1 Cultura da Inovação, GT2 Conectividade do Ambiente Rural, GT3 Fortalecimento dos Ecossistemas Regionais e Locais, e GT4 Tecnologias nas Cadeias Produtivas.

Representantes da SAR, Epagri, Ceasa/SC, Cidasc, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Udesc, Ocesc, Sebrae, Senai, Badesc, BRDE, Fecoagro, Acate, Acafe, Embrapa e Fetaesc participaram da reunião inicial, com o objetivo de definir as diretrizes e ações para o próximo ano.

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Avanço na Inovação e Digitalização

O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária em exercício, Paulo Arruda, destacou a importância de Santa Catarina como referência no setor tecnológico. Ele reforçou que o grande desafio é expandir a aplicação de tecnologias digitais no campo, promovendo a integração de novos processos para fortalecer as comunidades rurais. “Nosso objetivo é promover modelos de negócios inovadores para o campo, acelerar ações de integração tecnológica e gerar mais conhecimento, ampliando a oferta de processos digitais que beneficiem o desenvolvimento das áreas rurais”, afirmou Arruda.

Além da Câmara Setorial de Agroinovação, outras Câmaras Setoriais aprovadas pela SAR por meio do Cederural incluem setores como Alho, Apicultura, Arroz, Bebidas Regionais, Leite e Derivados, Pecuária de Corte, Suínos e Aves, entre outros, abrangendo diversas cadeias produtivas do agronegócio estadual.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de milho safrinha 2026 inicia no Paraná com expectativa de alta produtividade e grãos de qualidade

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As primeiras áreas de milho safrinha 2026 começam a ser colhidas nas regiões de atuação da Cocari no Paraná, trazendo perspectivas positivas para os produtores. Municípios como Itambé e Marialva já iniciam os trabalhos de retirada dos grãos, com lavouras apresentando bom desenvolvimento, qualidade e potencial produtivo.

Apesar dos desafios enfrentados durante o ciclo, como períodos de estiagem, altas temperaturas, pressão de pragas e ocorrência de doenças foliares, as condições climáticas posteriores e o manejo técnico adequado contribuíram para preservar o desempenho das lavouras.

Chuvas favoreceram recuperação das lavouras

Nas regiões conhecidas como Paraná Alto e Paraná Baixo, o milho apresentou evolução satisfatória ao longo do desenvolvimento vegetativo e reprodutivo.

Após um início marcado por déficit hídrico e temperaturas elevadas, as chuvas passaram a ocorrer de forma mais regular, permitindo a recuperação das áreas e sustentando o potencial produtivo da cultura.

O resultado é um cenário otimista para os produtores, que agora acompanham o avanço das colheitas com expectativa de bons rendimentos por hectare.

Manejo foi decisivo para controlar lagarta-do-cartucho

De acordo com técnicos da Cocari, uma das principais preocupações da safra foi a elevada pressão da lagarta-do-cartucho, considerada uma das pragas mais importantes da cultura do milho.

As condições climáticas do início da temporada favoreceram a infestação, exigindo monitoramento constante e aplicações criteriosas de defensivos para garantir eficiência no controle.

Com a regularização das chuvas e o crescimento acelerado das plantas, houve uma nova onda de infestação em diversas áreas. Nesse cenário, o acompanhamento técnico e as vistorias frequentes foram fundamentais para definir o momento correto das intervenções e evitar perdas produtivas.

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Doenças foliares exigiram atenção dos produtores

Outro desafio enfrentado durante a safra ocorreu no início de maio, quando o elevado volume de chuvas, associado à baixa incidência de luz solar, criou condições favoráveis ao desenvolvimento de doenças foliares.

Entre os principais problemas observados estiveram as manchas causadas por Bipolaris maydis e a cercosporiose, enfermidades capazes de comprometer o enchimento dos grãos e reduzir a produtividade.

Segundo os especialistas, os produtores que adotaram estratégias preventivas e seguiram as recomendações técnicas desde o início do ciclo obtiveram melhores resultados, com maior eficiência no controle fitossanitário e melhor conservação do potencial produtivo das lavouras.

Marialva registra cenário favorável para a colheita

Na região de Marialva, incluindo os distritos de Aquidaban e São Luiz, as perspectivas também são positivas.

As chuvas bem distribuídas ao longo do ciclo favoreceram o crescimento das plantas e o enchimento dos grãos. Além disso, a ausência de geadas e de outros eventos climáticos severos contribuiu para a manutenção das lavouras em boas condições.

As áreas apresentam bom vigor vegetativo, baixo índice de doenças e potencial elevado de produtividade, reforçando a expectativa de uma colheita acima da média.

Quebra de resistência da lagarta preocupa setor

Mesmo com o cenário favorável, técnicos observaram em algumas propriedades sinais de redução da eficiência de determinadas tecnologias Bt utilizadas no controle da lagarta-do-cartucho.

O fenômeno está relacionado ao processo de adaptação e quebra de resistência das populações da praga às proteínas inseticidas presentes em alguns híbridos.

A situação reforça a importância do monitoramento contínuo das lavouras, da adoção correta das áreas de refúgio e da integração de diferentes estratégias de manejo para preservar a eficácia das tecnologias disponíveis.

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Aquidaban terá colheita mais tardia

Na região de Aquidaban, a colheita ainda ocorre de forma pontual. As primeiras áreas foram colhidas no início de junho, mas a maior parte das lavouras deverá ser colhida nas próximas semanas.

O atraso está relacionado ao plantio realizado mais tarde nesta temporada. Ainda assim, a avaliação técnica aponta que a maioria das áreas apresenta bom potencial produtivo e perspectivas favoráveis para os produtores.

Campos Gerais concentram esforços nas culturas de inverno

Enquanto o milho safrinha entra em fase de colheita nas regiões Norte e Noroeste do Paraná, os produtores dos Campos Gerais mantêm o foco nas culturas de inverno.

Na região, o calendário agrícola prevê o plantio do milho apenas entre agosto e setembro. Neste momento, as atenções estão voltadas principalmente para o trigo, que inicia seu ciclo de desenvolvimento.

Safra caminha para resultados positivos

Com as primeiras colheitas confirmando boas produtividades e a maior parte das lavouras apresentando excelente potencial, a safra de milho safrinha 2026 nas regiões atendidas pela Cocari segue com perspectivas animadoras.

O desempenho observado até o momento reflete a combinação de condições climáticas favoráveis durante fases decisivas do ciclo, planejamento técnico, monitoramento constante e adoção de práticas de manejo que permitiram superar os desafios enfrentados ao longo da temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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