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Sakata iField: O Maior Dia de Campo Digital de Horticultura da América do Sul

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Entre os dias 4 e 29 de novembro, a Sakata, renomada multinacional de sementes, realizará a mais recente edição do Sakata iField, um dia de campo totalmente digital e gratuito, destinado à cadeia produtiva de hortaliças na América do Sul. Este evento contará com a participação de diversas empresas do setor, oferecendo uma plataforma inovadora que facilitará o acesso a uma ampla gama de soluções e conteúdos técnicos.

Os participantes poderão vivenciar uma experiência interativa ao navegar por um campo virtual em 3D, onde será apresentado o portfólio completo de hortaliças da Sakata, incluindo lançamentos e cultivares consagradas nas culturas de alface, brócolis, pimentão, tomate, entre outras. A plataforma também contará com uma área exclusiva dedicada à exposição de insumos e serviços, promovida por empresas parceiras que atuam nos segmentos de fertilizantes, defensivos agrícolas, biológicos e químicos, além de plasticultura. Entre os parceiros estão Gowan, Ihara, Sumitomo Chemical, Syngenta, Rafitec e Tropical Estufas. Os distribuidores que apoiam o evento incluem Adubos Real, Agrimar, BBS Agrocenter, Grupo Agro, Irrigafort, Quality Agro e Vegetal Agronegócios.

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A estrutura digital do evento oferecerá uma programação diversificada de conteúdos técnicos, com palestras sobre manejo nutricional, o uso de enxertia em culturas específicas e estratégias para o combate a pragas e doenças nas hortaliças. Durante todo o período do evento, o público terá acesso a campanhas exclusivas de vendas e poderá contar com o suporte de especialistas em tempo real, através de atendimento via WhatsApp durante o horário comercial, para esclarecimento de dúvidas e realização de compras.

Paulo Koch, Diretor de Marketing da Sakata, destaca que “o Sakata iField foi concebido como uma oportunidade estratégica para facilitar negócios e promover networking de forma ágil e eficiente entre clientes e parceiros do setor hortícola. Por ser um evento digital, amplia seu alcance, permitindo a participação de um público diversificado, sem limitações geográficas, diferentemente dos eventos presenciais. Ademais, o Sakata iField oferece atualização e capacitação técnica por meio de palestras que abordam temas atuais e essenciais do setor, auxiliando os produtores a impulsionarem seus negócios e alcançarem resultados ainda mais significativos no campo”.

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Os interessados em participar do evento podem se inscrever gratuitamente no site www.sakataifield.com.br, onde terão acesso à programação completa e ao atendimento dos especialistas.

Participe da Inovação

As empresas do setor interessadas em promover seus produtos e serviços durante o Sakata iField podem solicitar mais informações preenchendo o formulário disponível.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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