AGRONEGÓCIO

Safra de soja 2024/25 apresenta boas perspectivas, com atenção a pontos isolados no PR e N/NE

Publicado em

A safra de soja 2024/25 no Brasil segue com boas perspectivas, beneficiada por uma rodada de chuvas que favoreceu o desenvolvimento das lavouras em quase todo o país. Com o plantio praticamente finalizado, o momento é de monitoramento das condições climáticas, que ainda apresentam pontos isolados de atenção em algumas regiões.

Desafios no Paraná e no Norte/Nordeste

No Paraná, as chuvas recentes e o céu encoberto proporcionaram um ciclo mais longo para algumas lavouras, que poderão ganhar alguns dias extras. A previsão de mais precipitações nos próximos dias pode continuar beneficiando o desenvolvimento das plantas.

Por outro lado, no Norte e Nordeste do Brasil, algumas áreas enfrentam a falta de umidade, principalmente em solos mais arenosos, o que pode exigir replantio em pontos críticos.

Estimativa de produção de soja e revisões

A AgRural estima a produção total de soja do Brasil na safra 2024/25 em 171,5 milhões de toneladas, com uma revisão deste número prevista para a segunda quinzena de janeiro, já com o início da colheita.

Leia Também:  Viih Tube tranquiliza fãs após deixar UTI e apresenta Ravi: ‘Logo vou para casa!’
Desenvolvimento do milho e desafios no Rio Grande do Sul

O plantio da primeira safra de milho 2024/25 foi concluído no Centro-Sul do Brasil, e as expectativas são positivas quanto ao desenvolvimento das lavouras. Contudo, no Rio Grande do Sul, a irregularidade das chuvas em novembro resultou em perdas em algumas áreas, impactando a produtividade.

A produção total de milho na temporada 2024/25, que inclui as safras de milho verão, safrinha e milho de inverno, é estimada pela AgRural em 121,3 milhões de toneladas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

Published

on

O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

Leia Também:  Produção de Algodão para a Safra 2023/24 Alcança 3,54 Milhões de Toneladas, Segundo StoneX

Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

Leia Também:  Estiagem afeta produtividade e gera preocupação para a safra de cana 2025/2026

Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA