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Safra de maracujá no Brasil pode chegar a 700 mil toneladas com estrutura eficiente de cultivo

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Com origem tupi-guarani, o maracujá tem no Brasil o maior produtor e consumidor global. Segundo a Embrapa, a safra nacional pode alcançar até 700 mil toneladas ao ano, impulsionada pelo clima tropical favorável e pelo método simples de cultivo, que requer sol e manejo básico.

Importância da estrutura no cultivo do maracujazeiro

Por ser uma planta trepadeira, o maracujazeiro necessita de um sistema de suporte que direcione seu crescimento verticalmente. Isso evita que a planta se espalhe pelo solo, reduzindo riscos de pragas e doenças. A posição vertical também melhora a incidência de luz nas folhas, aumentando a fotossíntese e, consequentemente, a produtividade, explica Danilo Moreira, analista de mercado agro da Belgo Arames.

Benefícios de um pomar bem estruturado

Uma estrutura adequada facilita o manejo do pomar, incluindo poda, adubação, irrigação e colheita. Além disso, ajuda a manter os frutos limpos e menos suscetíveis a deformações ou apodrecimento. Manter o vigor da planta e prolongar a vida útil do pomar depende da qualidade do sistema de suporte.

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Características essenciais do arame para sustentação

Danilo Moreira destaca que o arame ideal para o cultivo deve apresentar três qualidades principais: durabilidade, resistência e maleabilidade. “Um arame que reúne esses fatores oferece sustentação eficiente e duradoura para o crescimento saudável das plantas.”

Recomendação do arame Belgo Frutifio para maracujazeiros

O analista recomenda o uso do arame Belgo Frutifio, desenvolvido especialmente para sistemas de espaldeiras e latadas. Esse arame possui resistência superior contra desgaste por agentes corrosivos, garantindo maior durabilidade na sustentação do pomar. Com isso, contribui para a produção de frutos de alta qualidade, potencializando a rentabilidade dos produtores.

Para alcançar uma safra de maracujá produtiva e rentável, investir em uma estrutura de cultivo eficiente, com arames de qualidade, é fundamental. Assim, o produtor garante o vigor da planta, melhor manejo e frutos com qualidade superior para o mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Programa que reduziu roubos no campo enfrenta gargalo de comunicação

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Responsável por um dos programas de policiamento rural mais abrangentes do País, o Paraná enfrenta um gargalo tecnológico que ameaça limitar os resultados obtidos nos últimos anos. Apesar da redução de 34,6% nos roubos em propriedades rurais desde 2022, as viaturas da Patrulha Rural da Polícia Militar ainda operam sem conexão via satélite em grande parte das áreas mais remotas do Estado, dificultando a comunicação em regiões sem cobertura de telefonia ou internet.

O problema afeta um programa que reúne 37.362 propriedades cadastradas e mais de 24,6 mil propriedades certificadas. Em 2025, testes realizados pelo próprio governo estadual em Londrina e Tamarana demonstraram a viabilidade do uso de internet via satélite nas viaturas, permitindo comunicação estável mesmo durante os deslocamentos por estradas rurais. Mais de um ano depois, porém, a tecnologia ainda não foi incorporada ao sistema.

A demora levou a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) a cobrar prioridade para a implantação do serviço nas equipes que atuam no campo. A entidade argumenta que a falta de conectividade compromete a capacidade de resposta da polícia justamente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos.

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“O trabalho da Patrulha Rural é fundamental para a segurança no campo, mas ainda existe um problema que precisa ser resolvido. Em muitas regiões, o produtor não consegue contato com a polícia em situações de emergência porque não há sinal de telefonia ou internet. A tecnologia é indispensável para reduzir essa distância”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Segundo a Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, os testes realizados em 2025 apresentaram resultados considerados positivos e o relatório técnico foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp). Em nota, a pasta informou que a Polícia Militar realiza levantamentos para equipar as viaturas da Patrulha Rural, Polícia Ambiental, Batalhão de Fronteira e Polícia Rodoviária, entre outras unidades.

Para Meneguette, os investimentos em conectividade deveriam priorizar o meio rural, onde as limitações de comunicação são maiores.

“Pela própria dimensão territorial, é impossível manter equipes em todos os locais com rapidez. Por isso, a comunicação é uma ferramenta estratégica. O Paraná construiu um modelo de segurança rural que se tornou referência para outros Estados, mas é preciso avançar em tecnologia para garantir que esse sistema continue eficiente”, diz.

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A discussão ocorre em um momento em que a criminalidade no campo exige respostas cada vez mais rápidas e em que Estados produtores buscam ampliar o uso de tecnologias de monitoramento e comunicação nas áreas rurais. Especialistas em segurança pública avaliam que a conectividade tende a se tornar um dos principais pilares do policiamento rural nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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