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Safra 23/24 na Região Sul do Brasil exige cautela e planejamento para obter recursos financeiros

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As chuvas acima da média nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul têm deixado o produtor rural em estado de alerta. Estimativas do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro), do Inmet, já mostram perdas de 4% a 5%, dependendo da região, ainda de acordo com dados divulgados no último dia 23 de novembro, pela Emater/RS a área semeada no Estado do Rio Grande do Sul é de apenas 25%.

“Ano após ano vai se fazendo necessário que o agricultor tenha cada vez mais planejada a sua safra. A incerteza e volatilidade, fazem com que o crédito rural seja uma das ferramentas indispensáveis, que permitirá obter recursos financeiros para investir nas atividades”, avalia o CEO da Farmtech, Rafael Pilla.

Pilla vai além e pondera, “temos ciência e sabemos que o produtor rural tem uma especificidade única em suas aquisições para a safra. Ele faz uma compra técnica e de oportunidade e, precisa de agilidade neste momento, por isso procura soluções que simplifiquem a sua jornada de compra. E para solucionar momentos como esse, é que a Farmtech existe. Somos procurados diariamente por revendas e indústrias para fornecer crédito de forma rápida e descomplicada. Disponibilizamos limites de crédito ao produtor durante o ano todo justamente para dar a liberdade de ter o crédito na hora certa de comprar os seus insumos. Além disso os processos de tomada de crédito junto aos parceiros que utilizam a tecnologia da Farmtech são muito mais rápidos do que bancos, o que facilita a jornada de compras a prazo de insumos por parte do produtor”.

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Ferramenta catalizadora para disponibilizar crédito rural

Com atuação no mercado de crédito digital rural há seis anos, a Farmtech tem como objetivo mudar a forma como a cadeia do agronegócio se relaciona com o crédito. Por meio de parcerias com grandes nomes da indústria e de revendas de insumos agrícolas, a empresa opera como um viabilizando o crédito ao setor por meio das cadeias econômicas. A empresa já foi responsável pela liberação de mais de 6,5 bilhões de reais em crédito aos parceiros somente no ano de 2022, totalizando mais de 17 bilhões operacionalizados, em mais de 160 mil operações de crédito desde a sua fundação, em 2017.

Por meio de programas personalizados, ela possibilita que o produtor rural, através da indústria, revendas, cooperativas tenha recursos disponíveis para a aquisição dos insumos agrícolas no prazo safra, sem que comprometam o seu fluxo de caixa e em uma jornada simplificada e rápida. “Um dos pontos únicos da Farmtech é que conectamos a cadeia de ponta a ponta por meio do crédito, da indústria de insumos, passando pelas revendas e cooperativas até o produtor rural. Com a nossa expertise de mais de 20 anos no mercado de crédito agrícola, sabemos exatamente onde estão os gargalos da cadeia. Nossas soluções de crédito têm propósito claro: de um lado, acelerar as vendas dos nossos parceiros, e de outro facilitar a jornada de compra a prazo pelos produtores rurais”, explica Pilla.

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“Estamos em um momento da nossa safra que para conseguirmos ter a produção de 317,5 milhões de toneladas, apontadas pela Conab, é preciso agilidade. Quando criamos a nossa empresa percebemos que o mercado estava carente não apenas de recursos para o financiamento de insumos, mas principalmente de soluções que permitissem que o processo de compra e venda de insumos a prazo ocorresse de forma simples. Por isso, aplicamos tecnologia para destravar processos que, até então, eram altamente burocráticos e morosos. Para podermos liberar o crédito e avaliar o score do produtor rural, precisamos apenas do CPF, por exemplo. Nossa visão é de que a tecnologia deve ser aplicada com o propósito de resolver dores reais dos nossos parceiros e clientes, assim como entregar ganhos concretos à cadeia”, finaliza o CEO.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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