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Rota 360: Vetoquinol promove eficiência no uso de soluções sanitárias em rebanhos brasileiros

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Com o objetivo de melhorar a produtividade na pecuária brasileira, a Vetoquinol Saúde Animal lançou o programa Rota 360, uma iniciativa para orientar colaboradores de farmácias veterinárias sobre o uso correto de soluções sanitárias em bovinos. A proposta é ajudar a otimizar resultados, aumentar a rentabilidade e contribuir para uma gestão sanitária mais eficaz nas propriedades rurais.

“A utilização incorreta de produtos veterinários para controle de doenças e parasitas é um grande desafio para a produtividade na pecuária. O Rota 360 busca abordar esse problema, fornecendo treinamento e orientação para os profissionais que recomendam produtos para saúde animal”, explica Felipe Pivoto, gerente de serviços técnicos de bovinos e equinos da Vetoquinol.

A capacitação oferecida pelo Rota 360 é especialmente importante em um país tão diverso quanto o Brasil, onde a variedade de biomas, climas e condições regionais exige soluções sanitárias personalizadas para cada fazenda. “O objetivo é ensinar a escolher e aplicar os produtos certos no momento certo, garantindo o controle eficaz de parasitas e doenças sem desperdícios ou efeitos indesejados”, acrescenta Pivoto.

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Um dos pontos-chave do programa é o foco na prevenção. Felipe Pivoto destaca que muitos problemas sanitários enfrentados pelos pecuaristas resultam do uso inadequado de produtos, geralmente sem a devida orientação técnica. “Às vezes, o pecuarista começa a usar produtos veterinários para resolver um problema, mas isso pode criar outros problemas se não forem apropriados para a situação”, diz ele.

O Rota 360 atua na capacitação dos revendedores, que são o elo entre as soluções veterinárias e os pecuaristas. “Com a capacitação oferecida pelo programa, esses profissionais podem fornecer informações precisas sobre produtos e práticas sanitárias, contribuindo para a saúde e produtividade dos rebanhos”, afirma Pivoto.

Além disso, o programa também aborda a importância de reduzir infestações de mosca-dos-chifres, carrapatos e outros parasitas comuns na pecuária brasileira. O controle eficaz dessas infestações não só melhora o bem-estar animal, mas também resulta em maior produtividade e menor custo para os produtores.

Por fim, o Rota 360 tem como objetivo centralizar o conhecimento e compartilhá-lo com as regiões onde a pecuária é uma atividade econômica significativa. “Queremos ajudar os produtores a economizar em medicamentos desnecessários, evitando o uso inadequado de produtos e garantindo a saúde dos rebanhos”, conclui Pivoto.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio prioriza eficiência e retorno rápido em meio a juros altos e desaceleração do setor

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Agro adota postura mais conservadora diante de cenário de juros elevados e crédito restrito

O agronegócio brasileiro vive um momento de maior cautela na tomada de decisões de investimento. Em um ambiente marcado por juros elevados, restrição de crédito e maior incerteza econômica, empresas do setor têm priorizado projetos com retorno financeiro mais rápido e previsibilidade de resultados.

A mudança ocorre após um ciclo de forte desempenho em 2025, quando o agro teve papel relevante na expansão da economia. Para 2026, no entanto, a expectativa é de desaceleração, com impacto direto sobre margens e ritmo de investimentos.

Esse novo cenário reforça uma tendência de maior disciplina na alocação de capital, com foco em eficiência operacional e sustentabilidade financeira no longo prazo.

Plano Safra revela retração em linhas de investimento e mudança no perfil do crédito rural

Dados do Plano Safra 2025/2026, divulgados pelo Ministério da Agricultura com base em informações do Banco Central, mostram que o crédito rural mantém crescimento no volume total, mas com forte retração nas linhas de investimento.

Entre os principais recuos estão:

  • Moderfrota: queda de 49%
  • Proirriga: redução de 48%
  • Inovagro: retração de 33%
  • Pronamp: queda de 34%

O movimento indica uma mudança de comportamento no campo: produtores estão priorizando o custeio da operação imediata e adiando decisões relacionadas à modernização e expansão das atividades.

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Na prática, o setor passa por uma reorganização de prioridades, com maior foco na manutenção da liquidez e menor apetite por projetos de longo prazo.

Juros altos e incerteza reduzem apetite por investimentos de longo prazo no agro

Para o economista Alexandre Schwartsman, o ambiente atual combina custo elevado de capital e menor previsibilidade, fatores que influenciam diretamente a estratégia de investimento das empresas.

“Com crédito mais caro e maior incerteza, as empresas passam a priorizar caixa e previsibilidade, reduzindo o apetite por projetos com retorno mais longo”, avalia.

Esse movimento tem levado companhias do agronegócio a revisar portfólios de projetos, elevar critérios de aprovação e reforçar análises de retorno financeiro, especialmente em iniciativas ligadas à expansão e modernização.

Eficiência operacional e tecnologia ganham protagonismo nas decisões do setor

Com maior pressão sobre resultados, cresce a prioridade por projetos voltados à eficiência operacional, redução de custos e ganho de produtividade. A lógica é clara: em um cenário de margens mais apertadas, apenas iniciativas com impacto direto no resultado ganham espaço.

Empresas que atuam na modernização de sistemas e processos, como a MIGNOW, observam aumento na participação de áreas financeiras — especialmente CFOs — na avaliação de investimentos, com foco em previsibilidade e retorno mais rápido.

Segundo o CEO da companhia, Paulo Secco, há uma mudança clara no perfil de aprovação de projetos no setor.

“O que vemos na prática é uma mudança clara de comportamento. Empresas que antes aprovavam projetos com mais flexibilidade hoje exigem retorno muito mais rápido e previsível”, afirma.

De acordo com ele, iniciativas são cada vez mais reavaliadas não pela falta de necessidade, mas pela exigência de maior visibilidade sobre impacto financeiro.

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Automação e controle de riscos se tornam estratégicos no agronegócio moderno

Além da revisão de prioridades, cresce a demanda por maior controle de prazos, custos e execução em projetos de transformação digital e operacional.

A adoção de abordagens mais estruturadas e automatizadas tem sido apontada como fator de redução de riscos e aumento de eficiência. Em projetos de atualização e conversão de sistemas, por exemplo, há casos de automação que chegam a até 97%, contribuindo para menor incidência de falhas e maior previsibilidade de resultados.

Nesse contexto, o agronegócio passa a incorporar práticas mais rigorosas de governança e gestão de projetos, alinhadas ao ambiente de maior pressão financeira.

Eficiência se torna fator central de competitividade no agro

O atual cenário reforça uma mudança estrutural no comportamento do agronegócio brasileiro. Com crédito mais caro e menor espaço para erro, a eficiência operacional, a disciplina financeira e a priorização de investimentos com retorno claro passam a ser determinantes para a competitividade do setor nos próximos ciclos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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