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Rizicultores Conquistam Maior Eficiência em Áreas Alagadas com Novo Pneu da Titan

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O cultivo de arroz no Brasil é de grande relevância econômica e alimentar, uma vez que é um dos alimentos mais consumidos diariamente. A produção é majoritariamente concentrada em três estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2023/24 resultou em 10,75 milhões de toneladas do cereal, sendo 9,98 milhões de toneladas provenientes de áreas alagadas (irrigadas).

Ao contrário do cultivo em sequeiro, o plantio em áreas alagadas apresenta desafios específicos que demandam técnicas de manejo diferenciadas. Para otimizar este processo, a Titan Pneus lançou o Super Arrozeiro 3, uma inovação tecnológica que melhora significativamente o desempenho dos tratores.

José Luiz Coelho, gerente de Engenharia de Campo da Titan, explica que o Super Arrozeiro 3 incorpora um novo conceito em pneus, com uma banda de rodagem projetada para oferecer melhor desempenho. O pneu apresenta um desenho de centro aberto, barras extra profundas e linhas com alavanca, que proporcionam uma excelente tração e penetração em solos alagados, onde a estabilidade geralmente é reduzida. “Os novos conjuntos garantem uma performance superior durante o manejo, uma vez que as linhas com alavanca evitam o acúmulo de resíduos, prevenindo a patinação dos tratores”, afirma Coelho.

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A tecnologia Orbitech, aplicada na linha Super Arrozeiro 3, se destaca pela construção laminada do pneu, que elimina emendas nos componentes e reduz o risco de deslocamento, um problema comum no arroz irrigado. “Realizamos intensos estudos e pesquisas para aprimorar o composto, visando melhorar a performance e a durabilidade dos pneus. A nova estrutura robusta garante maior segurança aos produtores, minimizando problemas como desgaste precoce e rachaduras”, detalha o especialista.

Além de oferecer desempenho superior em terrenos alagados e acidentados, os pneus Super Arrozeiro 3 destacam-se pela maior capacidade de carga, resistência, melhor poder de recapagem e vida útil prolongada. Adicionalmente, são homologados como Equipamento Original (E.O.) pelas principais montadoras de equipamentos no Brasil e na América Latina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mistura maior de biodiesel e etanol entra na pauta do CNPE

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O avanço dos biocombustíveis volta ao centro da política energética com a possibilidade de aumento da mistura obrigatória no diesel e na gasolina. A proposta de elevar o biodiesel para 17% (B17) e o etanol para 32% (E32) deve ser analisada na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para a próximo próxima quinta-feira (07.05), e pode ampliar a demanda por matérias-primas do agro e reforçar a posição do País na transição energética.

A defesa do aumento foi formalizada por parlamentares ligados ao setor produtivo, em articulação da Coalizão dos Biocombustíveis. O grupo reúne lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Frente Parlamentar do Biodiesel, que veem na medida uma resposta à volatilidade dos preços internacionais de energia e uma oportunidade de expansão do mercado interno para combustíveis renováveis.

Na prática, a elevação das misturas tem efeito direto sobre cadeias como soja e milho — bases para a produção de biodiesel e etanol, ao ampliar o consumo doméstico e estimular novos investimentos industriais. Além disso, reduz a dependência de combustíveis fósseis importados, especialmente em momentos de alta do petróleo no mercado internacional.

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O Ministério de Minas e Energia (MME) já sinalizou apoio à ampliação da mistura de etanol. Segundo a pasta, testes técnicos validaram a viabilidade de avanço do atual patamar para o E32, dentro de uma estratégia que também busca levar o País à autossuficiência em gasolina.

Hoje, os percentuais obrigatórios estão em 30% de etanol na gasolina (E30) e 15% de biodiesel no diesel (B15), definidos pelo próprio CNPE. Qualquer alteração depende de deliberação do colegiado, que assessora a Presidência da República na formulação de diretrizes para o setor energético.

Além do impacto econômico, o argumento central do setor está na segurança energética. Com maior participação de biocombustíveis, o Brasil reduz a exposição a choques externos, como oscilações no preço do petróleo, que recentemente voltou a subir no mercado internacional e ganha previsibilidade no abastecimento.

O tema também tem peso ambiental. A ampliação das misturas contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa e reforça compromissos assumidos pelo País em acordos internacionais, ao mesmo tempo em que consolida a vantagem competitiva brasileira na produção de energia de base renovável.

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Por outro lado, a decisão envolve equilíbrio entre oferta, demanda e impactos sobre preços. O governo avalia o momento adequado para avançar, considerando o cenário de combustíveis, a capacidade produtiva do setor e os reflexos sobre inflação e abastecimento.

Se aprovado, o aumento das misturas tende a fortalecer a integração entre energia e agronegócio, ampliando o papel do campo não apenas como produtor de alimentos, mas também como fornecedor estratégico de energia no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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