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Revolução na Nutrição de Gado Leiteiro: O Impacto dos Aminoácidos

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A nutrição de precisão está redefinindo o manejo alimentar de gado leiteiro, com os aminoácidos desempenhando um papel central nesta evolução. Esses nutrientes essenciais são fundamentais para otimizar a produção das vacas leiteiras. Produtores que adotam tecnologias avançadas buscam atender às necessidades nutricionais das vacas em lactação de maneira precisa, evitando o excesso de nutrientes que seriam excretados em fezes e urina.

João Ronchesel, gerente de Produtos de Ruminantes da Kemin Industries, explica como a suplementação com aminoácidos está revolucionando a produção de leite. “A suplementação com aminoácidos é uma tecnologia transformadora que beneficia tanto produtores quanto consumidores. Ela promove a saúde e eficiência das vacas, melhora a qualidade do leite e contribui para uma produção mais sustentável e economicamente competitiva,” afirma Ronchesel. Ao contrário da abordagem antiga, que focava na proteína bruta, a nutrição moderna concentra-se na proteína microbiana e nas necessidades específicas de aminoácidos das vacas, assegurando a entrega precisa de nutrientes essenciais.

Os benefícios da suplementação com aminoácidos são evidentes. O uso de metionina encapsulada, por exemplo, tem demonstrado aumentar o consumo de matéria seca e o rendimento total de proteína no leite. Além disso, a suplementação com metionina encapsulada promove a elevação da produção diária de leite, a melhoria na composição de gordura e leite corrigido para energia (ECM), e reforça o sistema imunológico e reprodutivo das vacas. “Os aminoácidos funcionam como blocos de construção essenciais para aumentar a produção de leite e a quantidade de sólidos nele, beneficiando tanto produtores de leite quanto de queijo”, compara Ronchesel.

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A Kemin Industries se destaca pela inovação em produtos encapsulados, oferecendo ao mercado brasileiro soluções avançadas com proteção inteligente contra degradação ruminal. O lançamento da terceira geração de metionina encapsulada, Kessent Me, é um exemplo de seu compromisso com a sustentabilidade e eficácia, apresentando uma matriz biodegradável e tamanhos específicos para maximizar a absorção. A lisina encapsulada, disponível no produto LysiGEM, também se mostra eficaz na entrega de nutrientes.

Ronchesel enfatiza que a Kemin não apenas introduz novos produtos, mas também investe em rigorosos processos de desenvolvimento e validação. “Nossas soluções em lisina e metionina encapsuladas entregam uma alta quantidade metabolizável de aminoácidos diretamente no intestino, o principal local de absorção. Além dos benefícios já mencionados, o uso de aminoácidos encapsulados permite formulações com menor teor protéico, sem comprometer o desempenho, resultando em menor excreção de nitrogênio,” destaca Ronchesel.

Com sua dedicação à ciência e inovação, a Kemin Industries continua a liderar o setor, oferecendo soluções eficazes para a nutrição animal. A formulação com aminoácidos encapsulados representa um avanço significativo para o futuro da pecuária leiteira, promovendo um equilíbrio ideal entre saúde animal, sustentabilidade ambiental e rentabilidade.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Etanol despenca com avanço da safra de cana e registra menor preço de 2026 no Brasil

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O avanço da safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil já começa a provocar impactos diretos no mercado de combustíveis. Com aumento da oferta de biocombustível, o preço do etanol hidratado registrou a maior queda entre os combustíveis na segunda semana de maio e atingiu o menor patamar de 2026.

Levantamento do Monitor de Preços de Combustíveis da Veloe, elaborado com apoio técnico da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, mostra que o litro do etanol caiu 3,83% em relação à última semana de abril, passando para R$ 4,48 na média nacional.

O movimento reforça a pressão baixista provocada pela intensificação da moagem de cana-de-açúcar e pela maior disponibilidade do produto no mercado interno.

Etanol amplia vantagem frente à gasolina

Enquanto o etanol apresentou forte retração, os demais combustíveis tiveram comportamento mais moderado no período analisado.

A gasolina comum recuou 0,27%, para R$ 6,76 por litro, enquanto o diesel S-10 caiu 1,27%, chegando a R$ 7,21 por litro.

Preços médios nacionais – 2ª semana de maio de 2026
  • Gasolina comum: R$ 6,76/litro (-0,27%)
  • Etanol hidratado: R$ 4,48/litro (-3,83%)
  • Diesel S-10: R$ 7,21/litro (-1,27%)

Desde o pico registrado em meados de abril, o etanol já acumula queda próxima de 7%, com redução de R$ 0,34 por litro no período.

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Além de aliviar parcialmente o bolso do consumidor, o movimento também aumentou a competitividade do biocombustível frente à gasolina.

A relação de preços entre etanol e gasolina caiu de 71,7% no fim de abril para 69,7% na segunda semana de maio, retornando ao nível considerado economicamente vantajoso para veículos flex.

Tradicionalmente, o mercado utiliza o percentual de 70% como referência para indicar quando o etanol se torna mais atrativo em relação à gasolina, embora a eficiência varie conforme o modelo do veículo e as condições regionais.

Centro-Sul lidera queda nos preços do etanol

Os maiores recuos no preço do etanol foram observados em estados ligados diretamente à produção sucroenergética do Centro-Sul brasileiro.

Estados com maiores quedas no preço do etanol
  • Goiás: -R$ 0,24 por litro (-4,9%)
  • Distrito Federal: -R$ 0,22 (-4,6%)
  • São Paulo: -R$ 0,21 (-4,7%)
  • Minas Gerais: -R$ 0,20 (-4,2%)
  • Mato Grosso: -R$ 0,19 (-4,1%)

A presença de importantes polos produtores entre as maiores quedas reforça o impacto direto da ampliação da moagem de cana sobre os preços finais ao consumidor.

Safra de cana aumenta pressão sobre o mercado

O mercado acompanha de perto a evolução da safra 2026/27 no Centro-Sul, principal região produtora de cana-de-açúcar do país.

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Com o avanço da colheita e da moagem nas usinas, cresce a disponibilidade de etanol hidratado, ampliando a pressão baixista sobre o combustível renovável.

Além da safra brasileira, investidores e agentes do setor monitoram outros fatores que influenciam os preços:

  • comportamento do petróleo no mercado internacional;
  • oscilações do dólar;
  • demanda doméstica por combustíveis;
  • estratégia das usinas entre produção de açúcar e etanol.

A definição do mix de produção continua sendo um dos principais pontos de atenção do setor sucroenergético, especialmente diante das oscilações nos preços globais do açúcar e da energia.

Mercado de combustíveis segue em ajuste

Analistas avaliam que o comportamento dos preços nas próximas semanas dependerá principalmente do ritmo da safra no Centro-Sul e das condições internacionais do petróleo.

Caso a oferta de etanol continue avançando acima da demanda, o mercado pode registrar novas reduções nos preços do biocombustível ao longo do segundo trimestre.

Para o consumidor, o atual cenário aumenta a competitividade do etanol e reforça a importância do biocombustível na matriz energética brasileira, especialmente em um momento de maior volatilidade no mercado global de energia.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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