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Revisão nas máquinas agrícolas deve estar inserida no checklist para garantir bons lucros ao produtor e melhor desempenho do trator

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A manutenção preventiva e revisões nos equipamentos agrícolas no período pré-colheita podem contribuir na garantia de bons lucros ao produtor. Além dos tratos culturais do café ou das frutas, por exemplo, que demandam cuidados especiais na terra para assegurar a evolução de desempenho de produção, minimizando fatores externos que possam comprometer o rendimento da safra, o produtor também precisa ficar atento com a revisão das máquinas agrícolas.

Além de evitar possíveis adversidades, a manutenção preventiva dos equipamentos reduz gastos. O fato é que a revisão periódica pode contribuir para aumentar a produtividade da lavoura e mantém a durabilidade dos próprios produtos que foram adquiridos.

“A manutenção preventiva minimiza o risco de a máquina quebrar durante períodos que são importantes do manejo da cultura em que ela é utilizada”, alerta o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

Além do financeiro, as inspeções de prevenção também estão diretamente vinculadas à segurança da operação e do próprio operador, pontos essenciais para um bom funcionamento da propriedade rural.

Para a manutenção dos tratores cabinados, Oliveira recomenda começar com um componente crucial: a própria cabine. A primeira linha de defesa contra o desgaste das cabines é uma limpeza regular. A cabine deve ser limpa de resíduos agrícolas, poeira e sujeira que podem acumular-se com o uso diário. “Além disso, uma higienização apropriada, assegura um ambiente de trabalho seguro e saudável para o operador”.

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Oliveira recomenda também a inspeção regular da integridade da vedação da cabine para proteger o operador de elementos externos e ruídos. “Fundamental também a verificação periódica para assegurar que todos os componentes estejam funcionando corretamente, incluindo displays, alavancas, botões e outros dispositivos de controle”, alerta.

Motor, o coração do trator

No coração de cada trator Agritech está um motor projetado para oferecer potência e eficiência nas operações. Para manter essa performance, Oliveira compartilha algumas práticas de manutenção essenciais que garantem a operação eficaz e a longevidade do motor do seu trator, como a manutenção do sistema de arrefecimento.

“O sistema de arrefecimento desempenha um papel crucial na prevenção do sobreaquecimento do motor. É importante a verificação regular do nível do líquido de arrefecimento e a limpeza do radiador para evitar obstruções que podem levar ao sobreaquecimento”, esclarece.

Além disso, um motor saudável começa com óleo limpo e filtros de óleo. A troca regular de óleo e filtros, conforme as especificações da fabricante, assegura que o motor permaneça limpo e livre de contaminação, evitando o desgaste prematuro.

Para maximizar a eficiência do combustível e o desempenho do motor, a Agritech enfatiza a importância de manter o sistema de combustível limpo. Isso inclui a troca regular dos filtros de combustível e a verificação de linhas e conexões para evitar vazamentos ou obstruções.

Por último, essencial a inspeção de componentes do motor, como bicos de injeção e a correia do alternador devem ser inspecionados regularmente para garantir que estão em bom estado. A substituição de peças desgastadas antes que falhem pode evitar paradas inesperadas e reparos dispendiosos.

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A Agritech aconselha ainda que as inspeções regulares da transmissão sejam feitas por um técnico qualificado para identificar precocemente desgastes ou problemas que possam afetar a performance da máquina. Isso inclui a verificação de vazamentos, a avaliação do desgaste das engrenagens e a inspeção dos selos e juntas.

De olho na revisão

Na prática, o que muitos proprietários de tratores ainda têm certa resistência na hora de mandar suas máquinas para a revisão, pois acreditam que não há problema em trabalhar com o equipamento tendo seus lubrificantes e componentes vencidos, por exemplo.

“Sempre orientamos nossos clientes para que realizem as revisões dentro dos períodos estipulados. Frisamos que isso diminui as despesas com manutenções e aperfeiçoa a utilização das máquinas, aumentando a produção agrícola e a vida útil dos equipamentos”, ressalta o coordenador de Vendas da Agritech.

Neste sentido, é importante realizar a checagem periódica do nível e da qualidade do óleo do equipamento. “Orientamos o uso de óleos de alta qualidade, específicos para as demandas pesadas da agricultura e a substituição, conforme as diretrizes do manual do operador para prevenir desgaste e sobreaquecimento”. A substituição ou limpeza regular dos filtros também garante que a máquina opere sem obstruções, prologando sua vida útil.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de soja dos EUA seguem 20% abaixo do ano passado, enquanto embarques de milho avançam 26%, aponta USDA

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu mais recente relatório semanal de embarques de grãos, confirmando o forte desempenho das exportações norte-americanas de milho e o ritmo ainda mais lento da soja em comparação com a temporada anterior.

Os dados referentes à semana encerrada em 11 de junho mostram que os embarques de soja e milho ficaram dentro das expectativas do mercado, enquanto o trigo apresentou resultado inferior ao esperado pelos analistas.

O relatório é acompanhado de perto por agentes do agronegócio mundial por servir como importante indicador da demanda internacional pelos grãos produzidos nos Estados Unidos, principal concorrente do Brasil no mercado global.

Embarques de soja permanecem abaixo da temporada passada

De acordo com o USDA, os Estados Unidos embarcaram 522,687 mil toneladas de soja na última semana, volume situado dentro da faixa projetada pelos operadores, que variava entre 345 mil e 600 mil toneladas.

Apesar do desempenho semanal positivo, o acumulado da safra 2025/26 ainda demonstra desaceleração em relação ao ano anterior.

Até o momento, os embarques norte-americanos de soja somam 36,596 milhões de toneladas, resultado 20% inferior ao registrado no mesmo período da temporada passada.

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O cenário reforça a forte concorrência no mercado internacional de soja, especialmente diante da ampla oferta brasileira e do avanço das exportações da América do Sul nos últimos meses.

Milho mantém ritmo forte e supera temporada anterior

No milho, os números seguem impressionando o mercado internacional.

Os embarques semanais alcançaram 1,637 milhão de toneladas, dentro das projeções que variavam entre 1,5 milhão e 2 milhões de toneladas.

Com esse resultado, o volume total embarcado pelos Estados Unidos na temporada chega a 65,614 milhões de toneladas, um crescimento de 26% em comparação ao mesmo período do ciclo anterior.

O desempenho confirma a forte demanda global pelo cereal norte-americano e reforça a competitividade dos Estados Unidos no comércio internacional de milho.

Segundo a analista internacional Karen Braun, o ritmo atual das exportações é historicamente elevado.

Ela destaca que os embarques de soja vêm permanecendo acima da média semanal há vários meses, enquanto os volumes de milho continuam muito superiores aos padrões históricos.

A especialista observa ainda que, na semana anterior, os embarques de milho ultrapassaram a marca de 2 milhões de toneladas pela quinta vez no atual ano comercial, um desempenho considerado raro dentro das mais de quatro décadas de registros disponíveis.

Trigo decepciona e fica abaixo das expectativas

Diferentemente da soja e do milho, os embarques de trigo apresentaram desempenho mais fraco.

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O USDA informou exportações semanais de 334,292 mil toneladas, abaixo da faixa esperada pelo mercado, que variava entre 350 mil e 550 mil toneladas.

Com o início do ano comercial 2026/27 para o trigo em 1º de junho, o volume acumulado de embarques alcança 554,075 mil toneladas.

O resultado representa uma queda de 6% em relação ao registrado no mesmo período da temporada anterior.

Mercado acompanha demanda global por grãos

Os números divulgados pelo USDA reforçam o atual cenário de forte demanda mundial por milho, ao mesmo tempo em que evidenciam os desafios enfrentados pela soja norte-americana para recuperar participação no mercado internacional.

Para produtores, exportadores e tradings, os dados seguem sendo um importante termômetro da competitividade dos Estados Unidos e da dinâmica global do comércio de grãos.

Nas próximas semanas, o mercado continuará monitorando o avanço da safra norte-americana, o comportamento da demanda internacional e a competitividade das exportações brasileiras, fatores que devem influenciar diretamente a formação dos preços globais de soja, milho e trigo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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