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Reunião marca início da transição na Secretaria de Saúde Cuiabá 

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, liderou uma reunião entre a Dra. Lúcia Helena, que deixa o cargo de secretária municipal de Saúde, e Danielle Carmona, que assume o posto.

A reunião, realizada na manhã deste sábado (2), também contou com a presença de secretários-adjuntos da saúde municipal, além da diretoria da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP).

O encontro serviu para debater o atual cenário da saúde na capital e definir estratégias a curto e longo prazo.

“A Danielle chega para somar. Nesse período inicial é importante ela tomar conhecimento dos processos que estão em andamento na Secretaria de Saúde, identificar pontos positivos para dar continuidade e adotar medidas para melhorar a saúde pública”, afirma o prefeito.

A nomeação de Carmona será oficializada na próxima segunda-feira (4) na Gazeta Municipal. Ainda na segunda-feira, na sede da Secretaria de Saúde, a secretária Lúcia Helena fará, oficialmente, a transição do cargo e Carmona tomará posse.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

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A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

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Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

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Fonte: Pensar Agro

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