AGRONEGÓCIO

Retomado pela gestão Emanuel Pinheiro, Programa AMOR beneficia mais de 10 mil pessoas na zona rural de Cuiabá

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Retomado e ampliado na gestão do prefeito Emanuel Pinheiro, o Programa Assistência Médica e Odontológica Rural – AMOR consolidou-se em 2024 como uma das principais iniciativas de saúde para comunidades da zona rural e terapêuticas de Cuiabá. Entre janeiro e outubro, mais de 10 mil pessoas foram beneficiadas pelos atendimentos oferecidos pelas equipes móveis.

Com duas unidades móveis totalmente equipadas, o programa conta com equipes formadas por profissionais especializados: médico generalista, enfermeiro, técnicos de enfermagem, agente administrativo e motorista. Os serviços incluem consultas médicas e de enfermagem, exames laboratoriais, aplicação de vacinas, oferta de medicamentos básicos, atendimentos de pré-natal, testes rápidos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), orientações de saúde e outros cuidados essenciais.

As duas equipes do Programa AMOR atendem regularmente 22 comunidades, percorrendo longas distâncias para garantir acesso à saúde. A equipe 1 realizou 8.630 atendimentos, incluindo visitas a uma comunidade localizada a 162 km de Cuiabá, a mais distante da capital. Já a equipe 2 registrou 8.278 atendimentos, alcançando comunidades até 116 km de distância.

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Para a coordenadora do programa, Janie Costa, o AMOR é um exemplo de como a saúde pode chegar a todos os cantos do município. O Programa AMOR é muito mais do que assistência à saúde: é um gesto de cuidado e dignidade para comunidades que, muitas vezes, estão fora da rota dos serviços de saúde convencionais. Não medimos esforços para levar atendimento de qualidade a quem mais precisa. Ver o impacto que essas ações têm na vida das pessoas é o que nos motiva a continuar e aprimorar esse trabalho. Estamos promovendo inclusão e garantindo o direito básico à saúde para milhares de cidadãos”, afirmou.

Com resultados significativos em 2024, o Programa AMOR reafirma seu compromisso de ser uma ponte entre a saúde pública e comunidades mais afastadas, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e bem-estar da população rural de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Soja fecha abril com preços estáveis no Brasil e baixa liquidez no mercado interno

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O mercado brasileiro de soja encerrou o mês de abril com preços praticamente estáveis e ritmo lento de negócios. A comercialização foi pontual ao longo do período, com produtores focados na finalização da colheita e adotando postura cautelosa diante de um cenário ainda pouco atrativo.

Mercado interno: preços firmes, mas negócios travados

Mesmo com baixa liquidez, as cotações apresentaram leves ajustes positivos em algumas regiões do país. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos avançou de R$ 124,00 para R$ 125,00 ao longo do mês. Em Cascavel (PR), o preço subiu de R$ 120,00 para R$ 121,00. Já em Rondonópolis (MT), houve valorização de R$ 108,00 para R$ 110,00.

No mercado de exportação, o Porto de Paranaguá registrou alta moderada, com a cotação passando de R$ 130,00 para R$ 131,00 por saca.

Apesar desses ajustes, o volume de negócios permaneceu reduzido, refletindo a estratégia dos produtores de segurar a oferta à espera de melhores condições de mercado.

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Mercado externo: Chicago encontra suporte, mas sem força

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho — referência global — acumularam valorização de 0,75% em abril, sendo cotados a US$ 11,95 por bushel no dia 30.

O mercado internacional encontrou sustentação na alta do petróleo, impulsionada por tensões no Oriente Médio, além de sinais pontuais de recuperação da demanda norte-americana. Ainda assim, os ganhos foram limitados por um cenário global amplamente ofertado.

Oferta global elevada limita reação

Os fundamentos seguem pressionando o mercado. A produção robusta no Brasil, aliada à safra cheia na Argentina e às boas perspectivas para o plantio nos Estados Unidos, mantém o cenário de ampla oferta global.

Além disso, o mercado acompanha com atenção possíveis desdobramentos comerciais envolvendo Estados Unidos e China, especialmente em relação à demanda pela soja norte-americana. No entanto, até o momento, não há fatores concretos suficientes para sustentar uma alta mais consistente nas cotações.

Câmbio pressiona competitividade

No Brasil, o comportamento do câmbio foi um dos principais fatores de pressão sobre a comercialização. O dólar caiu abaixo de R$ 5,00 ao longo de abril, reduzindo a competitividade da soja brasileira no mercado internacional.

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No dia 30, a moeda norte-americana era cotada a R$ 4,997, acumulando desvalorização de 3,5% no mês. O movimento foi influenciado pela entrada de capital estrangeiro no país, atraído pelos juros elevados, o que fortaleceu o real.

Perspectiva

Para maio, o mercado deve seguir atento ao comportamento do câmbio, à evolução da demanda global e ao ritmo de comercialização no Brasil. A tendência é de manutenção da cautela, com produtores aguardando melhores oportunidades, enquanto o cenário de ampla oferta global continua limitando movimentos mais expressivos de alta nos preços.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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