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Resultados Consolidados: Superávit de US$ 3,814 bilhões na balança comercial até meados de dezembro

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A Balança Comercial brasileira apresentou um superávit de US$ 3,814 bilhões até a segunda semana de dezembro, conforme relatório recente da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC). As exportações totalizaram US$ 7,634 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 4,705 bilhões, resultando em uma corrente de comércio de US$ 12,339 bilhões.

Panorama Mensal e Anual: Exportações em Ascensão e Saldo Positivo de US$ 93,296 Bilhões no Ano

No mês de dezembro, as exportações acumulam US$ 9,498 bilhões, e as importações, US$ 5,684 bilhões, gerando um superávit de US$ 3,814 bilhões. No contexto anual, as exportações alcançam US$ 320,281 bilhões, enquanto as importações somam US$ 226,985 bilhões, resultando em um saldo positivo de US$ 93,296 bilhões e uma corrente de comércio total de US$ 547,266 bilhões.

Comparativo Mensal e Média Diária: Crescimento nas Exportações e Estabilidade nas Importações

Comparando as médias até a segunda semana de dezembro de 2023 com o mesmo período de 2022, observa-se um crescimento de 32,2% nas exportações, atingindo US$ 1.583,01 milhões. Em contrapartida, as importações registraram uma leve queda de -4,4%, alcançando uma média de US$ 947,29 milhões. A média diária da corrente de comércio atingiu 2.530,3 US$ milhões, com um saldo médio diário de US$ 635,72 milhões, representando um aumento de 15,6% em relação a dezembro de 2022.

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Desempenho por Setor: Setores Agropecuário e Industrial Contribuem para o Crescimento

O desempenho setorial mostra um crescimento significativo em diferentes áreas. No acumulado até a segunda semana de dezembro de 2023 em comparação com o mesmo período do ano anterior, o setor Agropecuário registrou um aumento de US$ 64,26 milhões (30,9%). A Indústria Extrativa apresentou um crescimento de US$ 125,61 milhões (39,5%), enquanto os produtos da Indústria de Transformação cresceram US$ 197,31 milhões (29,7%).

Importações: Variações Setoriais e Crescimento Moderado nas Importações Industriais

No mesmo período, as importações mostraram variações setoriais. Houve uma queda de US$ -6,47 milhões (-29,5%) no setor Agropecuário, uma diminuição de US$ -61,38 milhões (-69,1%) na Indústria Extrativa e um crescimento de US$ 23,75 milhões (2,7%) nos produtos da Indústria de Transformação.

Os números indicam um panorama favorável para o comércio exterior brasileiro, com exportações sólidas e equilíbrio nas importações até o momento.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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