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Resiliência na indústria de alimentos: inovação, sustentabilidade e tecnologia em debate

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O V International FoodTech Forum, que ocorre nos dias 5 e 6 de junho no Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital Campinas), em Campinas, será o palco de discussões sobre resiliência na indústria de alimentos. Com a incorporação do FoodTech Expo, evento que reúne agri-food techs do Brasil e da América do Sul, esta edição do fórum promete ser uma das mais relevantes da América Latina no segmento de tecnologia para alimentos.

A temática central do fórum é “A indústria de alimentos resiliente, colaborativa e inclusiva”, evidenciando a necessidade de adaptação diante de crises e mudanças. Paulo Silveira, fundador e CEO do FoodTech Hub Latam, promotor do evento, explica que a resiliência é fundamental para superar adversidades e promover adaptações conforme as transformações ocorrem. “Resiliência é a capacidade de absorver choques e se adaptar a rupturas, sendo uma competência indispensável para líderes governamentais, empresários, academia e outros atores”, destaca.

O evento contará com palestras, workshops, apresentações de startups e oportunidades de networking, reunindo representantes de diversos setores, incluindo indústria de alimentos, governo, universidades e instituições de pesquisa. O fórum vai abordar temas como sustentabilidade, inovação, operação de cadeia de suprimentos, design de alimentos, qualidade e segurança alimentar.

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O Brasil, como um dos maiores produtores globais de alimentos, tem uma posição privilegiada para sediar este evento. Campinas, cidade anfitriã, é reconhecida por sua riqueza tecnológica e científica, além de ser um centro de inovação no país. O evento espera atrair um público especializado e investidores interessados em conhecer as mais recentes tendências e inovações no setor de alimentos.

Com uma programação diversificada, o V International FoodTech Forum abordará, no primeiro dia, temas como “CEO Resiliente”, “Inovação Resiliente e Colaborativa”, “NutriTech: Nutrição e Inteligência Artificial”, “Cadeias Sustentáveis e Inclusivas – Cacau” e “Fermentação de Precisão”. No segundo dia, as discussões incluem “Pegada de Carbono em Sistemas Alimentares”, “Estratégia Digital e Tecnologia na Cadeia de Suprimentos”, “Educação, Pessoas e Organização”, “Colaboração Startups-Empresas: Casos de Sucesso” e “Final do Desafio: Global FoodTech”.

O FoodTech Expo, parte do evento, reunirá startups inovadoras do Brasil e da América Latina, proporcionando uma oportunidade única para investidores conhecerem as tecnologias mais recentes no setor. As startups selecionadas para o FoodTech Expo participarão do Global FoodTech Challenge, com as cinco finalistas apresentando seus pitches no último dia do evento.

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Com sua diversidade de temas e a participação de líderes e especialistas do setor, o V International FoodTech Forum e o FoodTech Expo prometem proporcionar insights valiosos sobre como a indústria de alimentos pode ser mais resiliente, inovadora e colaborativa em um mundo em constante transformação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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