AGRONEGÓCIO

Regras do Óleo de Palma na Indonésia Permanecem Sem Impacto nas Exportações

Publicado em

As alterações planejadas pela Indonésia nas regras de obrigações do mercado doméstico (DMO) para o óleo de palma não afetarão a proporção de exportação, conforme afirmou um funcionário sênior do Ministério do Comércio na quinta-feira.

A Indonésia, maior exportador mundial de óleo de palma, exige que os produtores vendam uma parte de sua produção no mercado interno a um preço controlado para obter licenças de exportação. Quando questionado se a proporção de exportação do DMO seria alterada, Budi Santoso, diretor geral de comércio internacional, afirmou que “ainda não há planos” para tal mudança.

Atualmente, as cotas de exportação são fixadas em quatro vezes o volume de óleo de palma que as empresas fornecem localmente conforme o esquema DMO. Cotas extras são concedidas às empresas que vendem volumes menores para uso doméstico. Até o final de julho, a cota de exportação pendente de óleo de palma era de 3,95 milhões de toneladas métricas, segundo Budi.

Leia Também:  Preço da laranja industrializa sobe no Brasil enquanto suco americano recua

Na revisão das regras, o governo planeja aumentar o limite de preço do óleo de cozinha para o mercado interno, conforme Isy Karim, diretor geral de comércio interno, já que o preço atual de varejo ultrapassou o limite estabelecido em 2022. A nova regra não considerará mais o óleo de cozinha a granel como parte do DMO.

O esquema DMO foi estabelecido pela Indonésia com o objetivo de garantir a venda de 300.000 toneladas de óleo de cozinha barato a cada mês. Contudo, nos últimos meses, o esquema alcançou apenas metade dessa meta devido, em parte, a um mercado de exportação fraco.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Consumo de arroz cai no Brasil e acende alerta no setor

Published

on

O consumo de arroz no Brasil vem passando por transformações relevantes nas últimas décadas, refletindo mudanças no comportamento alimentar da população e nas exigências do consumidor moderno. Embora o grão continue presente na rotina dos brasileiros, ele perdeu espaço e protagonismo na dieta diária, o que preocupa o setor.

A avaliação é de Sergio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, ao analisar a queda no consumo per capita do alimento ao longo do tempo.

Consumo per capita de arroz registra queda significativa

De acordo com dados apresentados na análise, o consumo anual de arroz no país caiu de cerca de 45 quilos por pessoa para menos de 30 quilos ao longo de aproximadamente 40 anos.

Mais do que uma simples redução numérica, essa mudança indica uma transformação na percepção do consumidor em relação ao produto, que deixou de ocupar uma posição central na alimentação cotidiana.

Mudança no perfil do consumidor impacta demanda

O avanço de novos hábitos alimentares tem influenciado diretamente o consumo de arroz. Produtos que oferecem praticidade, apelo à saudabilidade e diferenciação ganharam espaço no mercado, atendendo a um consumidor mais exigente e informado.

Leia Também:  Brasil lidera expansão agrícola global e fortalece mercado de nutrição vegetal

Nesse contexto, o arroz manteve, em grande parte, uma imagem tradicional, com menor adaptação às novas demandas. Essa falta de reposicionamento contribuiu para a perda de relevância frente a alimentos que dialogam melhor com as tendências atuais.

Arroz segue presente, mas perde protagonismo

Apesar da redução no consumo, o arroz continua sendo um item importante na mesa dos brasileiros. No entanto, sua participação já não é tão dominante quanto no passado.

Outros produtos passaram a ocupar espaço ao oferecer conveniência e inovação, atributos cada vez mais valorizados pelo consumidor contemporâneo.

Setor enfrenta desafio de reconquistar o consumidor

Diante desse cenário, a cadeia produtiva do arroz enfrenta o desafio de se aproximar mais do consumidor final. A discussão vai além do aumento da oferta e envolve a necessidade de revisar estratégias de comunicação, posicionamento e inovação.

A análise indica que reconquistar a preferência do consumidor será essencial para recuperar relevância no mercado.

Competitividade exige adaptação contínua

Em um ambiente cada vez mais competitivo e dinâmico, o protagonismo de um produto não é garantido. Ele precisa ser construído continuamente, acompanhando as mudanças no comportamento alimentar e as novas exigências do mercado.

Leia Também:  O Impacto do Estresse na Produtividade das Granjas de Suínos

Para o setor de arroz, o momento exige adaptação e reposicionamento estratégico, com foco em atender às expectativas de um consumidor mais atento à praticidade, à qualidade e à informação sobre o que consome.

A tendência observada reforça a necessidade de evolução do setor, que precisará investir em inovação e comunicação para manter o arroz competitivo e relevante no cenário alimentar brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA