AGRONEGÓCIO

Reflorestar supera meta de Pesquisa de Clima Organizacional

Publicado em

A Reflorestar Soluções Florestais começa o ano superando a sua meta de satisfação na Pesquisa de Clima Organizacional, estimada em 80%. Realizada pelo segundo ano consecutivo, a empresa atinge 82,82% de satisfação entre os colaboradores, ultrapassando também a marca de 2022, que foi de 74,09%. Os quesitos “Ambiente de Trabalho”, “Segurança” e “Treinamento” foram os destaques apontados por mais de 80% do público interno que respondeu ao estudo. A Reflorestar é uma das poucas empresas prestadoras de serviços (EPS) florestais que faz essa avaliação anual com os colaboradores.

Nesta pesquisa, concluída no fim de 2023, o “Ambiente de Trabalho” chegou a 89,29%, um crescimento de 8,81 pontos percentuais, comparando-se com 2022. De acordo com o levantamento, os colaboradores gostam do ambiente oferecido pela companhia para realizar o trabalho, além de se sentirem muito à vontade para tirar dúvidas e sugerir ideias.

A “Segurança”, item que a Reflorestar sempre levou muito a sério e já era considerado seu ponto forte, cresceu ainda mais em 2023, chegando a 88,29%. A identificação de situações que podem ser melhoradas para evitar acidentes e a priorização da segurança pelos colaboradores mantiveram o item como uma das características da empresa.

Leia Também:  Solo saudável é essencial para colheitas mais produtivas e sustentáveis

Para o diretor florestal, Igor Dutra de Souza, a Pesquisa de Clima Organizacional é uma ferramenta importante para se compreender a dinâmica da empresa do ponto de vista dos colaboradores. “Por meio desse levantamento anual, conseguimos fazer um mapeamento da Reflorestar com o intuito de impulsionar melhorias que reverberem positivamente na motivação, produtividade e engajamento da nossa equipe”, explicou Souza.

Conquistas

Desde que começou a realizar a pesquisa, em 2022, a Reflorestar foi ajustando a rota para melhorar os pontos considerados mais fracos. Um deles era o de “Treinamento”. A empresa investiu em aprimoramento e capacitação de pessoal, tanto no quesito profissional quanto no de habilidades comportamentais. Um exemplo é o treinamento ICAP – Inteligência Comportamental Aplicada à Performance – que tem cerca de 130 participantes. Com isso, o item “Treinamento” saltou de 69,20% para 81,60%, uma diferença de 12,40 pontos percentuais.

Outro item de relevância foi o de “Feedback”. Anteriormente, com 60,66%, ele chegou aos 79,82%. A empresa passou a adotar os “Feedbacks semanais” e os retornos diários, quando necessários. Os encarregados conversam com os colaboradores sobre o desempenho e/ou comportamento, além de dar o devido reconhecimento pela qualidade do serviço e pelo trabalho realizado. A Reflorestar também homenageia a unidade que foi destaque no mês, como forma de incentivar o profissionalismo da equipe.

Leia Também:  Boas perspectivas para a primeira safra de verão no Paraná, afirma Deral

A “Comunicação” foi outro tópico trabalhado, depois do levantamento de 2022, ampliando a satisfação dos colaboradores para 75,71%, um aumento de 13,79 pontos percentuais. “Atualmente, os assuntos importantes e as mudanças que acontecem na Reflorestar são compartilhados com toda a equipe. Também dedicamos um momento em cada setor para tratar das questões de rotina e do alinhamento de demandas”, comentou o diretor florestal.

Fonte: Rede Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Soja recua em Chicago com clima favorável nos EUA, pressiona preços no Brasil e aumenta atenção com armazenagem

Published

on

O mercado global da soja voltou a operar sob forte pressão nesta semana, com os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) atingindo os menores níveis dos últimos dois meses. O principal fator por trás do movimento é a combinação entre condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos, avanço acelerado do plantio e perspectivas de uma safra robusta, cenário que amplia a oferta global da commodity e reduz o apetite dos investidores.

A pressão internacional refletiu diretamente sobre o mercado brasileiro, provocando recuos em importantes praças de comercialização e elevando a preocupação dos agentes com a capacidade de armazenagem, especialmente em regiões que já começam a receber o milho safrinha.

Clima favorável fortalece expectativa de grande safra nos Estados Unidos

Os contratos futuros da soja encerraram a terça-feira em queda expressiva na Bolsa de Chicago. O vencimento julho fechou cotado a US$ 11,65 por bushel, com baixa de 1,31%, enquanto o contrato agosto recuou 1,35%, para US$ 11,69 por bushel.

O movimento foi impulsionado pelas previsões de chuvas regulares e temperaturas adequadas no Meio-Oeste americano, condições consideradas ideais para o desenvolvimento das lavouras.

Dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reforçaram o sentimento baixista. Segundo o órgão, o plantio da soja alcançou 87% da área prevista até o final de maio, superando os 83% registrados no mesmo período do ano passado e também a média dos últimos cinco anos, de 80%.

Além disso, 66% das lavouras foram classificadas como boas ou excelentes, percentual considerado positivo para esta fase inicial do ciclo produtivo.

O mercado também continua monitorando a demanda internacional. A menor procura chinesa pela soja norte-americana, somada à ampla oferta global disponível, contribuiu para intensificar as vendas técnicas e a liquidação de posições por fundos especulativos.

Leia Também:  Pesquisa Inova com Concentrados Proteicos de Lentilha e Grão-de-bico
Mercado físico brasileiro sente impacto das perdas externas

No Brasil, a desvalorização observada em Chicago foi rapidamente incorporada aos preços físicos da soja.

No Rio Grande do Sul, o Porto de Rio Grande recuou para R$ 130,00 por saca. No interior gaúcho, as cotações oscilaram entre R$ 123,00 e R$ 125,00 por saca. Apesar da conclusão da colheita em toda a área cultivada, o setor acompanha com atenção a chegada de uma massa de ar frio, que aumenta os riscos de condensação e problemas de conservação nos silos.

Em Santa Catarina, a colheita alcançou praticamente a totalidade da área plantada, enquanto o Porto de São Francisco do Sul também registrou referência próxima de R$ 130,00 por saca.

No Paraná, a safra foi encerrada com produção estimada em 21,78 milhões de toneladas, uma das maiores da história do estado. Entretanto, o avanço da colheita do milho safrinha já começa a gerar preocupação quanto à disponibilidade de espaço para armazenagem, especialmente em regiões com alta concentração de produção.

Em Mato Grosso do Sul, os preços permaneceram relativamente estáveis, mas os custos logísticos seguem elevados. Já em Mato Grosso, onde a colheita foi concluída, o mercado se prepara para o início do vazio sanitário da soja a partir de 8 de junho.

Dólar e recuperação técnica podem oferecer suporte às cotações

Apesar das perdas registradas na sessão anterior, a quarta-feira começou com sinal de recuperação em Chicago.

Os contratos futuros da soja operavam em alta de aproximadamente 0,57%, com o vencimento julho negociado próximo de US$ 11,72 por bushel. O movimento é interpretado pelo mercado como uma correção técnica após a forte queda observada recentemente.

Leia Também:  Dólar e clima adverso impactam cotações do açúcar no início da semana

Outro fator de sustentação vem do mercado cambial. O dólar voltou a subir frente ao real, negociado acima de R$ 5,01, condição que tende a melhorar a competitividade das exportações brasileiras e oferecer suporte aos preços internos da oleaginosa.

Segundo analistas do mercado, essa combinação entre recuperação técnica em Chicago e valorização do dólar pode estimular novos negócios no curto prazo, embora a comercialização continue travada pela diferença entre os preços pretendidos pelos produtores e aqueles oferecidos pelos compradores.

Produtores seguem cautelosos nas negociações

A comercialização da soja no Brasil continua em ritmo moderado. Produtores permanecem resistentes a vender volumes maiores nos níveis atuais de preços, apostando em uma possível recuperação das cotações ao longo das próximas semanas.

Nas principais regiões produtoras, os negócios seguem pontuais e dependentes das oscilações do câmbio, do comportamento de Chicago e do avanço da demanda internacional.

Enquanto isso, o mercado acompanha atentamente o desenvolvimento da safra norte-americana, que deverá ser o principal direcionador dos preços globais da soja durante os próximos meses. Caso o clima continue colaborando nos Estados Unidos, a tendência é de manutenção da pressão sobre as cotações internacionais. Por outro lado, eventuais problemas climáticos ou uma retomada mais forte da demanda chinesa podem alterar rapidamente o cenário e devolver sustentação ao mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA