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RedeCanola: Impulsionando a Produção de Canola para Biocombustíveis e Consumo Humano

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A ORÍGEO, em parceria com a Embrapa Agroenergia, Advanta Seeds e Bunge, estabeleceu o projeto RedeCanola, com o intuito de fortalecer o cultivo da canola no Brasil. Essa iniciativa visa não só aprimorar o desempenho dos produtores, mas também promover uma agricultura mais sustentável.

Potencial da Canola no Brasil

Apesar de ser a terceira oleaginosa mais produzida no mundo, a canola ainda tem um cultivo relativamente pequeno no Brasil, ocupando cerca de 92 mil hectares. No entanto, seu potencial é significativo, especialmente para a segunda safra da soja ou após o milho de verão. Igor Borges, da ORÍGEO, destaca que a canola oferece uma opção econômica viável, com alta produtividade e potencial para produção de óleo.

Desenvolvimento da Cadeia Produtiva

A RedeCanola planeja desenvolver toda a cadeia produtiva da canola no país. Isso inclui a realização de ensaios competitivos de híbridos, coordenados pela Advanta e ORÍGEO, em sistema de cultivo tropicalizado, tanto em sequeiro como em irrigado, desenvolvido pela Embrapa. Bruno Laviola, da Embrapa Agroenergia, ressalta o potencial do Brasil para se tornar um dos maiores produtores mundiais de canola, sem a necessidade de expandir a área agrícola.

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Sustentabilidade na Produção de Biocombustíveis

Um aspecto crucial do projeto é a produção sustentável de canola, especialmente quando se destina à produção de biocombustíveis, como biodiesel e combustíveis sustentáveis de aviação e marítimos. Esse cultivo na safrinha contribui para tornar a produção mais sustentável, sem a necessidade de expansão da área agrícola.

Compromisso com a Sustentabilidade

Igor Borges enfatiza o compromisso da ORÍGEO em moldar a agricultura do futuro, oferecendo tecnologias que promovam o sucesso dos agricultores de forma sustentável. Além do uso na produção de biocombustíveis, o óleo de canola possui benefícios para o consumo humano, devido à sua composição nutricional. O farelo resultante também pode ser utilizado na alimentação animal, aumentando ainda mais a versatilidade desse cultivo.

Contexto Global

Globalmente, a produção de canola gira em torno de 25 milhões de toneladas, com o Canadá liderando como o maior produtor mundial, seguido pela China, União Europeia e Índia. Com o projeto RedeCanola, o Brasil busca consolidar sua posição como um importante player nesse mercado, aproveitando todo o potencial da cultura da canola para impulsionar a agricultura nacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bubalinocultura ganha protagonismo na Megaleite 2026 com dinâmica de campo, degustação e 50 argolas para animais

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A bubalinocultura brasileira terá presença ampliada na Megaleite 2026, que será realizada entre os dias 2 e 6 de junho, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG). A Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB) prepara uma participação voltada à experiência prática no campo, com foco em integração entre criadores, técnicos, estudantes e consumidores.

A entidade estará instalada no estande P-34, no Galpão B-1, onde apresentará uma programação que inclui recepção ao público, encontros com representantes da cadeia produtiva e degustação de produtos derivados do leite de búfala.

Um dos destaques desta edição será a instalação de um pavilhão com 50 argolas para animais, ampliando a presença da espécie na exposição e fortalecendo a visibilidade da produção bubalina dentro da principal feira do setor leiteiro da América Latina.

Dinâmica de campo será novidade na programação da ABCB

A principal inovação da participação da ABCB na Megaleite 2026 será a realização de uma dinâmica prática voltada a criadores e estudantes. A atividade pretende simular situações do cotidiano da criação de búfalos, aproximando o público das rotinas de manejo e das práticas técnicas da atividade no campo.

Segundo o presidente da ABCB, Simon Riess, a proposta reforça o papel da feira como espaço de troca de conhecimento e atualização técnica.

“É com muita satisfação que a ABCB anuncia mais um ano de presença garantida na Megaleite, evento que reúne o expoente do rebanho nacional de raças leiteiras. É uma ótima oportunidade para a interação entre criadores, técnicos e o grande público consumidor. Este ano, vamos levar uma novidade, com uma dinâmica prática no nosso pavilhão, mostrando aos criadores e estudantes um pouco da realidade do campo”, destacou.

Bubalinocultura reforça espaço na cadeia leiteira brasileira

A participação dos búfalos na Megaleite também reflete o crescimento e a consolidação da atividade dentro da pecuária leiteira nacional. A organização do evento destaca que a presença da espécie contribui para ampliar a visão da cadeia produtiva do leite no Brasil.

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De acordo com o superintendente executivo da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, entidade responsável pela feira, Celso Menezes, a bubalinocultura já ocupa espaço relevante no setor.

“O Brasil tem aproximadamente 2 milhões de búfalos, sendo mais de 200 mil cabeças destinadas à pecuária leiteira. A Megaleite sempre teve essa visão ampla da cadeia leiteira, por isso a bubalinocultura não poderia ficar de fora”, afirmou.

Leite de búfala ganha destaque na indústria de derivados

Além da produção em si, a cadeia do leite de búfala também se destaca pelo alto valor agregado de seus derivados. Segundo Menezes, a composição do leite contribui diretamente para a qualidade dos produtos industrializados.

“O leite das búfalas possui de 50% a 60% mais sólidos do que o leite bovino, além de maiores teores de fósforo e cálcio. Isso torna a matéria-prima muito valorizada, especialmente na produção de queijos”, explicou.

O crescimento do interesse da indústria pelos derivados do leite de búfala tem impulsionado a valorização da atividade, especialmente em nichos de mercado voltados à alta qualidade e diferenciação de produtos lácteos.

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Programação técnica reforça integração do setor

Além da dinâmica de campo e da exposição de animais, a ABCB também participará da programação técnica da Megaleite 2026, com palestras e atividades voltadas à capacitação de criadores e profissionais do setor.

A iniciativa integra a estratégia da entidade de ampliar o acesso à informação técnica, fortalecer a cadeia produtiva e aproximar a bubalinocultura do público da pecuária leiteira em geral.

Com isso, a participação na feira reforça o papel da ABCB na difusão de conhecimento e na valorização da criação de búfalos no Brasil, consolidando a presença da atividade em um dos principais eventos do agronegócio do leite na América Latina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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