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RAR ascende ao TOP 10 maiores produtoras de leite do Brasil

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A RAR ingressou no seleto grupo dos Top 10 maiores produtores de leite do Brasil. Com uma produção diária de 46 mil litros de leite, a empresa registrou um crescimento de 18% de 2022 para 2023, alcançando assim o título de maior evolução dentro do Top 10 do ranking da Milkpoint, que integra a consultoria da Agripoint. Localizada em Vacaria (RS), a fazenda NTR, nomeada em homenagem à Nilva Therezinha Randon, da RAR, lidera a produção gaúcha com 12 posições à frente da próxima produtora do estado.

O presidente executivo da RAR, Sergio Martins Barbosa, afirmou que o objetivo da empresa é chegar à marca de 80 mil litros diários nos próximos cinco anos. “Atualmente toda nossa produção é destinada para a fabricação do Gran Formaggio, o primeiro queijo tipo grana produzido fora da Itália, do parmesão, creme de leite e manteiga. Estamos iniciando a exportação do Gran Formaggio e aliado à tal movimento prevemos dobrar a produção”, afirmou Sergio que também destacou que a empresa é a primeira do Sul do Brasil a obter a certificação de bem-estar animal em sua fazenda.

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Além do aumento de produção, a RAR também investiu no crescimento do seu rebanho, que passou para 1,35 mil cabeças em 2023, cerca de 200 animais a mais que o ano anterior. “Exportamos recentemente nossos produtos para países como Chile e Paraguai e estamos olhando atentamente para mais mercados da América Latina e alguns países do continente africano”, contou o presidente.

Fonte: Camejo

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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