AGRONEGÓCIO

RAR ascende ao TOP 10 maiores produtoras de leite do Brasil

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A RAR ingressou no seleto grupo dos Top 10 maiores produtores de leite do Brasil. Com uma produção diária de 46 mil litros de leite, a empresa registrou um crescimento de 18% de 2022 para 2023, alcançando assim o título de maior evolução dentro do Top 10 do ranking da Milkpoint, que integra a consultoria da Agripoint. Localizada em Vacaria (RS), a fazenda NTR, nomeada em homenagem à Nilva Therezinha Randon, da RAR, lidera a produção gaúcha com 12 posições à frente da próxima produtora do estado.

O presidente executivo da RAR, Sergio Martins Barbosa, afirmou que o objetivo da empresa é chegar à marca de 80 mil litros diários nos próximos cinco anos. “Atualmente toda nossa produção é destinada para a fabricação do Gran Formaggio, o primeiro queijo tipo grana produzido fora da Itália, do parmesão, creme de leite e manteiga. Estamos iniciando a exportação do Gran Formaggio e aliado à tal movimento prevemos dobrar a produção”, afirmou Sergio que também destacou que a empresa é a primeira do Sul do Brasil a obter a certificação de bem-estar animal em sua fazenda.

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Além do aumento de produção, a RAR também investiu no crescimento do seu rebanho, que passou para 1,35 mil cabeças em 2023, cerca de 200 animais a mais que o ano anterior. “Exportamos recentemente nossos produtos para países como Chile e Paraguai e estamos olhando atentamente para mais mercados da América Latina e alguns países do continente africano”, contou o presidente.

Fonte: Camejo

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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