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Radar Agtech Brasil 2024: Inscrições Abertas e Novos Horizontes

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O Radar Agtech Brasil anunciou a abertura de inscrições para sua edição de 2024, com um escopo ampliado que incluirá não apenas agtechs e foodtechs, mas também um mapeamento mais detalhado de investidores e ambientes de inovação. Realizado anualmente pela Embrapa, SP Ventures e Homo Ludens desde 2019, o Radar tem se consolidado como uma referência em inovações no setor agroalimentar, destacando sua capacidade de captar as transformações e tendências do mercado.

Para participar do mapeamento, as instituições interessadas devem se cadastrar e preencher um formulário correspondente ao seu perfil até o dia 25 de outubro. A adesão é voluntária e gratuita, podendo ser realizada diretamente no site do Radar. Um dos principais benefícios do cadastro é o acesso a eventos exclusivos, que proporcionam oportunidades valiosas para interação dentro do ecossistema de inovação.

A previsão é que a edição de 2024 do Radar Agtech Brasil seja lançada em janeiro de 2025, abordando temas como categorias de atuação, fontes de financiamento, gestão de talentos, além das necessidades e desafios enfrentados por agtechs, foodtechs, investidores e ambientes de inovação. Ao coletar informações cruciais sobre os protagonistas do ecossistema, o Radar permitirá uma visão abrangente e detalhada do panorama de inovações no setor agrifoodtech.

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Ana Euler, diretora-executiva de Negócios da Embrapa, destaca a importância do Radar como um monitor das inovações na agropecuária nacional. “A ampliação do seu escopo este ano poderá subsidiar políticas públicas e linhas de pesquisa voltadas a soluções inovadoras”, afirma.

Francisco Jardim, sócio da gestora de investimentos SP Ventures, enfatiza a relevância de dar visibilidade às diversas fontes de financiamento. “A diversidade de fontes de financiamento é fundamental para garantir o crescimento e a sustentabilidade das startups e das iniciativas no mercado de AgFoodtechs”, ressalta.

Luiz Sakuda, sócio da Homo Ludens Inovação e Conhecimento, reforça a importância da evolução do Radar Agtech. “Com a ampliação da pesquisa, adicionando investidores e ambientes de inovação às startups, poderemos identificar melhor as forças e lacunas do ecossistema, como o que as startups demandam, o que os ambientes de inovação oferecem e o que os investidores buscam”, observa.

Adicionalmente, a edição de 2024 do Radar Agtech Brasil dará continuidade ao foco em diversidade e inclusão. Após destacar as lideranças femininas nas edições anteriores, este ano haverá ênfase nas lideranças negras e indígenas no agronegócio, promovendo um debate mais amplo e inclusivo sobre o futuro do setor.

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Para preencher o formulário e obter mais informações sobre o Radar Agtech Brasil 2024, visite o site oficial em radaragtech.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Açúcar fecha maio em forte queda no mercado internacional diante de ampla oferta global

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Mercado internacional de açúcar registra forte desvalorização em maio

O mercado internacional de açúcar encerrou maio com forte pressão negativa nos preços, refletindo o cenário de ampla oferta global e o aumento da produção em importantes países produtores.

Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), os contratos do açúcar bruto com vencimento em julho fecharam o pregão de 28 de maio cotados a 13,93 centavos de dólar por libra-peso, contra 14,61 centavos registrados em 28 de abril, acumulando desvalorização de 4,65% no período.

Produção elevada no Brasil amplia pressão sobre os preços

O avanço da safra brasileira foi um dos principais fatores baixistas para o mercado internacional.

Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia, a produção de açúcar na região Centro-Sul do Brasil cresceu 109,48% na segunda quinzena de abril, alcançando 1,8 milhão de toneladas na comparação anual.

Além do Brasil, o mercado também reagiu ao encerramento de safras acima das expectativas na Tailândia e na China, ampliando a percepção de excesso de oferta global.

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Organização Internacional do Açúcar aumenta projeção de excedente global

A Organização Internacional do Açúcar estimou que o mercado mundial deverá apresentar déficit de 262 mil toneladas na temporada 2026/27.

No entanto, em sua atualização trimestral, a entidade elevou significativamente a projeção de excedente para a safra 2025/26, passando de 1,22 milhão para 2,244 milhões de toneladas.

A revisão reforçou o sentimento baixista entre investidores e operadores do mercado futuro.

Petróleo influencia mercado de açúcar e etanol

Outro fator que contribuiu para a queda das cotações foi o movimento de baixa do petróleo no mercado internacional.

As recentes expectativas de avanço em negociações envolvendo Estados Unidos e Irã aumentaram a possibilidade de normalização do fluxo no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% da oferta global de petróleo.

Com a queda do petróleo, o etanol perde competitividade frente à gasolina, o que pode levar usinas brasileiras a direcionarem maior volume de cana para a produção de açúcar, ampliando ainda mais a oferta global do adoçante.

Mercado acompanha decisões das usinas brasileiras

A relação entre petróleo, etanol e açúcar segue no centro das atenções do mercado global.

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Com preços internacionais mais baixos e perspectiva de elevada produção no Centro-Sul brasileiro, investidores monitoram os próximos movimentos das usinas em relação ao mix de produção entre açúcar e biocombustível.

O cenário atual reforça a expectativa de continuidade da volatilidade nas bolsas internacionais, especialmente diante do avanço da safra brasileira e das oscilações no mercado energético global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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