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Queijo de Iraceminha está entre os melhores do mundo

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A Indústria e Comércio de Laticínios Perosa, de Iraceminha, no extremo-oeste catarinense, não apenas sobreviveu a um fechamento temporário, mas agora é reconhecida internacionalmente por seus queijos finos e derivados lácteos. Com auxílio de consultorias do Sebrae, a empresa atingiu um novo patamar de sucesso e reconhecimento global.

A história da Perosa começa em 1998, quando a empresa começou a produzir queijos finos e outros produtos lácteos como doce de leite e ricota. Após a morte inesperada do fundador, Darci Perosa, em 2011, a produção foi interrompida. No entanto, seu filho, Diego Perosa, trouxe o empreendimento de volta à vida em 2021, depois de viajar à Itália para buscar novas ideias e técnicas de produção. Em pouco tempo, a Queijos Perosa não só reabriu suas portas, mas também conquistou prêmios nacionais e internacionais.

A empresa tem contado com o suporte do Sebrae em diversas frentes. Através do Sebraetec, ela recebeu consultorias tecnológicas para o desenvolvimento do site da empresa. Com o Programa Agente Local de Inovação (ALI), na categoria Produtividade, a Perosa recebeu apoio para impulsionar sua gestão e operações. Diego ressalta a importância do suporte recebido: “O Sebrae nos proporcionou acesso a ferramentas como e-commerce, programas de gestão, cursos e subsídios para análises de laboratório. Tudo isso é crucial para quem está começando um empreendimento”.

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Apesar de sua experiência na produção de queijos, Diego teve que enfrentar outros desafios ao assumir a liderança do negócio. “Gerenciar uma empresa é complexo. Tive que aprender sobre precificação, marketing e logística. Os desafios eram muitos, mas o Sebrae nos ajudou a ter uma visão diferenciada do mercado, que nos permitiu vencer competições e aumentar a demanda por nossos produtos”, explicou ele.

Hoje, a Queijos Perosa passa por um momento de consolidação da marca. A analista do Sebrae/SC, Carine Ribeiro, ressalta que os resultados da empresa refletem um compromisso com a qualidade e inovação, destacando serviços como ensaios físico-químicos e microbiológicos que garantem a conformidade com a legislação vigente. “Essas práticas são essenciais para atestar a qualidade dos produtos e conquistar a confiança dos clientes”, observa.

E o reconhecimento não veio apenas dos clientes, mas também do setor. Em 2022, o queijo parmesão da Perosa ficou em quinto lugar em um concurso organizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Em 2023, a empresa conquistou uma medalha de bronze no World Cheese Awards, o maior concurso internacional de queijos do mundo, e uma medalha de ouro no Prêmio Queijo Brasil 2023, realizado em Blumenau (SC). Além disso, o Raclette da Perosa obteve uma medalha de prata no Prêmio Queijo Brasil.

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Com um passado de desafios e um presente de sucesso, a Perosa tem um futuro promissor, com planos para expandir sua presença no mercado nacional e continuar levando a tradição e a inovação do queijo brasileiro para o mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Leilão da VPJ cresce 30% e fortalece expansão das raças Brangus e Ultrablack no Nordeste

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A expansão das raças Brangus e Ultrablack no Nordeste brasileiro ganhou força com o sucesso da segunda edição do Leilão VPJ Genetics – Edição Nordeste. Realizado durante a Expoalagoas Genética, em Maceió (AL), o evento movimentou quase R$ 1,3 milhão e registrou crescimento de cerca de 30% em relação ao ano passado, consolidando a estratégia de expansão da VPJ Pecuária na região.

O remate reuniu investidores de nove estados brasileiros e confirmou o aumento da demanda por genética de alta performance voltada à pecuária de corte de qualidade. O Nordeste respondeu por 63% das compras realizadas, com destaque para criadores de Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia.

Ao todo, foram comercializados 57 lotes entre machos e fêmeas das raças Brangus e Ultrablack, além de 122 pacotes de embriões de doadoras da VPJ Genetics.

Touro Brangus é destaque e reforça modelo de investimento genético

O principal destaque do leilão foi a negociação de 50% do reprodutor Brangus VPJ MALVADO FIV 2096, arrematado por R$ 68 mil pelo pecuarista alagoano Rafael Tenório.

O touro integra um modelo de negócios adotado pela VPJ Pecuária, no qual investidores que adquirem participação em reprodutores presentes em centrais de genética recebem royalties proporcionais à comercialização de sêmen.

MALVADO está atualmente em coleta na Semex e se destaca por apresentar desempenho de excelência nos principais índices da raça. O animal figura entre os TOP 1% para Índice de Desmama, Índice Final e Índice de Carcaça, combinando produtividade, precocidade e qualidade de carne.

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Filho do norte-americano CB NEW STANDARD 817J3, o reprodutor carrega genética considerada rara tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

Rafael Tenório também ampliou sua participação na genética VPJ ao adquirir 50% do Ultrablack VPJ EL CID FIV 156 por R$ 40 mil. O animal é considerado um dos principais touros Ultrablack produzidos no país e também está em coleta para produção de sêmen.

Fêmeas valorizadas e demanda aquecida impulsionam negócios

Entre as fêmeas, o destaque ficou para a Brangus VPJ FLORA FIV 2090, irmã própria de MALVADO, negociada por R$ 44 mil com o criador Roberto Cavalcante, da Paraíba.

Segundo o empresário e selecionador Valdomiro Poliselli Júnior, titular da VPJ Pecuária, o desempenho do leilão acompanha um dos momentos mais favoráveis da pecuária de corte brasileira.

De acordo com ele, a demanda aquecida por carne bovina premium e as bonificações pagas por qualidade têm elevado o interesse dos pecuaristas por genética superior.

O criador destaca que o mercado vive forte valorização em toda a cadeia produtiva, impulsionado tanto pelo cenário doméstico quanto pelas exportações brasileiras de carne bovina.

Brangus e Ultrablack ampliam espaço na pecuária brasileira

No segmento Brangus, 15 touros foram comercializados, movimentando R$ 301 mil, com média superior a R$ 20 mil por animal. As 23 fêmeas negociadas somaram R$ 469,6 mil.

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Já os 122 embriões ofertados alcançaram R$ 95,6 mil em vendas, demonstrando o interesse crescente pela multiplicação genética das linhagens da VPJ.

Na raça Ultrablack, sete machos movimentaram R$ 158,4 mil, enquanto dez fêmeas somaram R$ 168 mil em negócios.

Segundo a VPJ Pecuária, o avanço da procura pelas duas raças está diretamente ligado à busca por animais mais precoces, adaptados às condições climáticas brasileiras e capazes de entregar melhor desempenho produtivo aliado à qualidade de carne.

Nordeste ganha protagonismo na genética bovina

O desempenho do leilão reforça o crescimento do Nordeste como polo estratégico para a pecuária de alto valor agregado no Brasil.

Cerca de 30% dos participantes desta edição foram novos investidores, indicando expansão do interesse regional pela genética especializada.

Com mais de três décadas de atuação no melhoramento genético do Aberdeen Angus, a VPJ Pecuária está entre os grupos pioneiros no desenvolvimento e fortalecimento das raças Brangus e Ultrablack no país.

A empresa mantém foco em seleção genética voltada para produtividade, eficiência alimentar, adaptação ao clima tropical e qualidade de carne, características cada vez mais valorizadas pela pecuária moderna brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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