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Qualidade das Matérias-Primas: Fator Crucial para o Desempenho Zootécnico das Aves

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A nutrição de aves, tanto para postura quanto para corte, desempenha um papel crucial na avicultura. O planejamento adequado da dieta e a garantia de insumos de alta qualidade são determinantes para a produtividade animal e a rentabilidade do setor. De acordo com Suellen Gazzola, zootecnista da Auster Nutrição Animal, “O Brasil se destaca globalmente na produção de carne de frango e ovos. Manter e melhorar essa posição depende diretamente da qualidade das matérias-primas utilizadas nas rações, que é essencial para o sucesso zootécnico.”

A qualidade dos insumos é vital, pois matérias-primas inferiores podem não fornecer os nutrientes necessários, resultando em doenças metabólicas e desempenho reduzido. Portanto, as granjas devem contar com suporte especializado para a análise das matérias-primas.

Laureano Galeazzi, da Auster Nutrição Animal, ressalta que “a sazonalidade da oferta de matérias-primas agrícolas no Brasil representa um desafio considerável. Outros fatores incluem a coleta dos insumos e o tempo entre o envio das amostras para análise e o recebimento dos resultados. Além disso, a orientação técnica e a interpretação adequada dos laudos laboratoriais são essenciais.”

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A Auster Nutrição Animal, uma empresa 100% brasileira, oferece soluções nutricionais de alta qualidade e suporte técnico aos avicultores parceiros. A empresa auxilia na definição de cronogramas de coleta e envio de amostras para análises, utilizando técnicas como Near Infrared Spectroscopy (NIR), análises bromatológicas, recuperações enzimáticas e coeficiente de variação de mistura. Além disso, a Auster realiza consultorias especializadas em fábricas de rações e fornece laudos detalhados com interpretações e ajustes personalizados.

Suellen Gazzola destaca que “a Auster contribui para a otimização da produtividade avícola oferecendo ferramentas e acompanhamentos que garantem segurança na compra e uso das matérias-primas.” As soluções da empresa maximizam o aproveitamento dos insumos alimentares, reduzindo custos e melhorando o desempenho das aves.

“Laureano finaliza dizendo que ‘os clientes têm acesso a essas tecnologias a qualquer momento. É essencial manter uma análise frequente das matérias-primas para prevenir perdas produtivas. A nutrição de qualidade é fundamental para garantir todo o potencial produtivo das aves.’”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Genética bovina pode aumentar produção de leite em até 9,2% e reduzir emissões de metano, aponta estudo

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No Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, pesquisas reforçam o papel estratégico da genética no desenvolvimento de uma pecuária leiteira mais eficiente, rentável e sustentável. Estudos recentes indicam que a seleção genética pode elevar a produção de leite em até 9,2%, além de reduzir em 12,7% a intensidade das emissões de metano, contribuindo para a mitigação dos impactos ambientais da atividade.

O avanço da genética ocorre em um momento importante para o setor. Em 2025, o Brasil registrou a maior captação de leite de sua história, com 27,5 bilhões de litros adquiridos por laticínios sob inspeção sanitária. O cenário reforça a necessidade de adoção de tecnologias capazes de aumentar a produtividade sem ampliar proporcionalmente o uso de recursos naturais.

Rebanhos mais eficientes impulsionam produtividade

Estudos conduzidos pela Zoetis demonstram que animais geneticamente superiores apresentam maior capacidade produtiva mesmo em condições de estresse térmico, além de melhor eficiência alimentar e menor intensidade de emissão de gases de efeito estufa ao longo da vida produtiva.

Os resultados apontaram benefícios expressivos para os sistemas de produção leiteira:

  • Aumento médio de 9,2% na produção de leite;
  • Redução de 18,1% na taxa de reposição dos rebanhos;
  • Diminuição de até 12,7% na intensidade das emissões de metano;
  • Redução média de 9,5% na intensidade de nitrogênio associada à produção.

Segundo Henrique Hooper, coordenador de Serviços Técnicos de Ruminantes da Zoetis Brasil, a genética tem ampliado a capacidade dos produtores de tomar decisões mais precisas dentro das propriedades.

“A utilização de informações genéticas permite identificar animais com maior potencial produtivo, melhor eficiência alimentar e maior capacidade de adaptação aos desafios climáticos. Isso acelera o melhoramento genético e contribui para a formação de rebanhos mais eficientes e sustentáveis”, destaca.

Sustentabilidade passa a integrar a seleção genética

Os indicadores ambientais utilizados nas pesquisas foram desenvolvidos a partir do modelo científico RuFaS (Ruminant Farm System), reconhecido internacionalmente para avaliação da sustentabilidade na pecuária.

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A metodologia foi incorporada à atualização do Clarifide Dairy Plus, solução genética da Zoetis que utiliza o índice econômico DWP$ (Dairy Wellness Profit Index). A ferramenta considera características ligadas à produção e qualidade do leite, fertilidade, nutrição de precisão, bem-estar animal e uso racional de antibióticos para avaliar o potencial de rentabilidade dos animais.

Com a atualização mais recente, passaram a ser incorporadas também avaliações relacionadas à eficiência alimentar e à resiliência ao calor, ampliando a capacidade de seleção de animais mais adaptados às condições futuras de produção.

Resiliência ao calor ganha importância na pecuária leiteira

O aumento das temperaturas e a maior frequência de eventos climáticos extremos têm colocado a adaptação dos rebanhos entre as prioridades da cadeia produtiva do leite.

Nesse contexto, a genética surge como uma ferramenta importante para identificar animais capazes de manter produtividade, fertilidade e saúde mesmo sob condições de estresse térmico.

Os estudos desenvolvidos pela companhia permitem diferenciar indivíduos mais adaptados dentro do mesmo rebanho, utilizando indicadores relacionados à temperatura, umidade e impacto climático sobre a produção.

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Eficiência alimentar reduz custos e impactos ambientais

Outro fator cada vez mais valorizado na pecuária leiteira é a eficiência alimentar. Animais geneticamente mais eficientes conseguem converter melhor os nutrientes consumidos em produção de leite, reduzindo desperdícios e melhorando o aproveitamento dos recursos nutricionais.

Além da redução dos custos de produção, essa característica contribui para diminuir a pegada ambiental da atividade, reduzindo a emissão de gases por litro de leite produzido.

Tecnologia genética apoia decisões mais precisas no campo

Para transformar dados em decisões práticas, ferramentas genômicas vêm sendo utilizadas para identificar animais mais produtivos, saudáveis e adaptados às condições de cada sistema produtivo.

Entre as soluções disponíveis está o Clarifide Dairy Plus, plataforma que realiza avaliações genômicas de bovinos das raças Holandesa e Jersey, permitindo identificar fatores de risco genético associados a doenças de importância econômica, além de características relacionadas à produtividade, bem-estar animal, eficiência alimentar e adaptação climática.

Com a integração entre genética, ciência e tecnologia, a tendência é que a pecuária leiteira brasileira avance na construção de sistemas mais competitivos, sustentáveis e preparados para atender às exigências dos mercados e dos consumidores nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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