AGRONEGÓCIO

Quadras de beach tennis entregues à população incentivam atividades esportivas na capital

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Com o objetivo de fomentar a prática de atividades esportivas, a Prefeitura de Cuiabá inaugurou, nesta sexta-feira (21), seis quadras públicas de beach tennis no Complexo Poliesportivo Dom Aquino. O novo espaço, gratuito e aberto à população, funcionará todos os dias da semana, das 6h30 às 23h, e será uma nova opção de lazer na capital.

A partir de segunda-feira (24), o local também receberá as aulas da Escolinha de Esporte, que atenderá 80 alunos matriculados, com inscrições realizadas no site da Prefeitura de Cuiabá. O secretário Municipal de Esportes, Jefferson Neves, explicou que, nos dias em que não houver aulas, as quadras estarão abertas para o uso do público, sendo necessário que os usuários tragam seus próprios equipamentos.

“Este espaço será utilizado para aulas gratuitas e estará aberto para todos, incentivando a prática esportiva e o combate ao sedentarismo. O beach tennis é uma modalidade nova, e as pessoas podem vir ao local tanto para aprender e se aperfeiçoar quanto para aproveitar o momento de lazer. As aulas terão início nesta segunda-feira, e o local estará disponível para uso da comunidade ao longo do dia. O prefeito Abilio Brunini e todos os parceiros foram responsáveis por tornar este projeto possível mesmo diante das dificuldades financeiras”, destacou o secretário.

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Representando o prefeito Abilio Brunini, a vice-prefeita e secretária de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, cel. Vânia Rosa, ressaltou o compromisso da administração em promover qualidade de vida e incentivar a prática de esportes.

“Cuiabá também abraça essa proposta de incentivo ao esporte. Convido a população a participar e a usufruir deste espaço. O esporte incentiva crianças e adultos a adotarem hábitos saudáveis, prevenindo doenças, melhorando o bem-estar e cuidando da saúde mental”, afirmou.

O evento também contou com a presença de importantes parceiros da iniciativa, como os associados do Shopping Popular, representados pelo presidente Misael Galvão, e a Federação Mato-grossense de Tênis, representada pelo presidente José Jurandir de Lima. A qualidade da construção das quadras foi destacada, com areia de alto nível e postes de madeira dentro dos padrões exigidos.

“O Shopping Popular se orgulha de apoiar essa iniciativa em parceria com a prefeitura. O beach tennis é uma modalidade em crescimento mundial, e Cuiabá não poderia ficar de fora”, afirmou Misael Galvão.

Também marcaram presença na inauguração o deputado federal coronel Assis, o deputado estadual Faissal Calil, a vereadora Michelly Alencar e outros secretários municipais, como Andrico Xavier, de Inclusão e Acessibilidade, e Nivaldo de Almeida Carvalho Junior, de Planejamento.

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#PraCegoVer

A imagem mostra todas as autoridades reunidas em uma das quadras de beach tennis no Complexo Poliesportivo Dom Aquino. Abaixo tem uma galeria de fotos que registra os momentos da inauguração.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Alta de insumos, frete e diesel com guerra aperta margem e preocupa safra 2026/27

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Isan Rezende

“O produtor rural brasileiro define agora, entre maio e agosto, o custo da safra 2026/27 — cujo plantio começa a partir de setembro no Centro-Oeste — com uma conta mais pesada e fora do seu controle. A ureia subiu mais de US$ 50 por tonelada, o diesel segue pressionado e o frete internacional acumula altas de até 20%. Isso aumenta o custo por hectare e exige mais dinheiro para plantar”. A avaliação é de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), ao analisar os efeitos da escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã sobre o agronegócio brasileiro.

Segundo ele, o encarecimento não começou agora, mas se intensificou nas últimas semanas e pesa diretamente nas decisões do produtor. Em lavouras de soja e milho, o aumento dos insumos pode elevar o custo total entre 8% e 15%, dependendo do nível de investimento. “O produtor já vinha apertado. Agora, o custo sobe de novo e o preço de venda continua incerto”, afirma.

O avanço dos custos está ligado à tensão no Oriente Médio. O fechamento do Estreito de Ormuz levou o petróleo a superar US$ 111 o barril, mantendo o diesel em alta. Ao mesmo tempo, fertilizantes nitrogenados, que o Brasil importa em grande volume, ficaram mais caros e instáveis.

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Além do custo, há risco de perda de mercado. “O Irã comprou cerca de 9 milhões de toneladas de milho brasileiro em 2025. Se esse volume diminui, sobra produto aqui dentro e o preço cai”, diz Rezende.

Na logística, o impacto já aparece nos números. O frete marítimo para a Ásia subiu entre 10% e 20%, com aumento do seguro e cobrança de prêmio de risco. Na prática, isso reduz o valor pago ao produtor. “Quando o custo de levar o produto sobe, alguém paga essa conta — e parte dela volta para quem está produzindo”, afirma.

O efeito mais forte deve aparecer nos próximos meses, quando o produtor for comprar fertilizantes e fechar custos da nova safra. Se os preços continuarem elevados, será necessário mais capital para plantar a mesma área.

Para Rezende, há medidas que podem reduzir esse impacto. “O governo pode ampliar o crédito rural com juros menores, reforçar o seguro rural e alongar dívidas em regiões mais pressionadas. Um aumento de alguns bilhões na equalização de juros já ajudaria a reduzir o custo financeiro da safra”, afirma.

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Ele também aponta que o Brasil começa a dar passos para diminuir a dependência externa de insumos, mas ainda de forma insuficiente. “A retomada da produção de nitrogenados com a reativação da unidade de Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Araucária, no Paraná, ajuda, mas ainda não resolve o problema. O país continua dependente do mercado internacional, especialmente do Oriente Médio. Sem ampliar essa capacidade e melhorar a logística, o produtor segue exposto a choques externos”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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