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Proteção de lavouras e preservação de animais silvestres são focos da Belgo Arames no Show Rural 2024

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A proteção das lavouras, o ganho de produtividade e a preservação de animais silvestres são prioridades para a Belgo Arames, líder no mercado brasileiro de arames, que apresentará suas tecnologias e soluções para cercamentos rurais e urbanos no Show Rural Coopavel, um dos eventos mais importantes do agronegócio, entre 5 e 9 de fevereiro, em Cascavel (PR). O estande ainda reservará espaço para demonstrar os serviços da AgTech Instabov, que é impulsionada pela Belgo e que fornece monitoramento inovador de bovinos com o uso de colares geolocalizados.

“O Show Rural é o local perfeito para expor nosso completo portfólio aos produtores e às produtoras e compartilhar conhecimento, tecnologias e oportunidades. Muito mais do que mostrar nossa linha de soluções, faremos a demonstração de um cercamento em piquetes para bovinos em uma área específica do parque de exposições”, afirma Amanda Dione, analista de mercado agro da Belgo.

Um dos destaques da empresa no Show Rural é a cerca pronta Belgo Javaporco®, que protege as propriedades rurais, tem elevada resistência ao impacto de animais de médio e grande porte, bem como alta durabilidade, conferida pela camada pesada de zinco. “Além disso, levaremos o arame liso Belgo Z-700®, referência nacional para confecção de cercas rurais em terrenos planos ou regulares, sendo muito resistente e eficiente para a proteção e manejo do gado”, complementa Amanda.

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Desenvolvido especialmente para cercas elétricas, também estará em exposição o arame Belgo Eletrix®. Ele possui boa condutibilidade, excelente custo-benefício e maior resistência à corrosão, garantindo, assim, a durabilidade da cerca e a segurança dos animais e da propriedade.

“Levaremos, ainda, o arame farpado Motto®, líder de mercado, que apresenta alta carga de ruptura, três vezes mais zinco e torção alternada dos fios, o que faz com que a cerca fique esticada com menor quantidade de estacas”, comenta a analista da Belgo.

No evento, a preocupação da empresa com a proteção da fauna no entorno de rodovias, estradas e linhas ferroviárias estará em evidência. Para solucionar o problema, a Belgo desenvolveu as cercas prontas Belgo Strada e Ferrovia. “Essas cercas possuem 1,4 metro e 1,8m de altura, respectivamente, que delimitam o acesso a pontos críticos de travessia e conduzem os animais para corredores ecológicos e locais mais seguros. É proteção e segurança, com sustentabilidade”, diz Amanda Dione.

O estande contará também com a apresentação da AgTech Instabov, que oferece um sistema de monitoramento em comportamento bovino, feito por meio de colares aplicados ao rebanho. A Belgo escolheu investir nessa tecnologia com o objetivo de gerar dados capazes de oferecer mais produtividade, segurança e transparência nos processos que envolvem a criação dos animais, contribuindo para a sustentabilidade no campo.

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Utilizando geolocalização, a tecnologia fornece dados essenciais sobre a movimentação dos animais, contribuindo para aumentar a produtividade e a segurança na criação. Ao oferecer informações detalhadas, como número de passos e mapa de calor, a solução otimiza o uso da terra, permite avaliações da qualidade da reprodução e reduz os custos de produção. Desse modo, a iniciativa representa um passo significativo para o futuro das cercas rurais e o avanço do agronegócio brasileiro.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fertilizantes: Rabobank reduz projeção para 2026 e alerta para impacto da inadimplência recorde no agro

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Inadimplência no campo e preços elevados devem reduzir consumo de fertilizantes

O mercado brasileiro de fertilizantes deverá enfrentar uma retração mais intensa em 2026 do que a prevista anteriormente. Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o Rabobank revisou para baixo sua estimativa de vendas de adubos no país e apontou a inadimplência recorde dos produtores rurais como um dos principais fatores de pressão sobre a demanda.

A instituição projeta que as entregas de fertilizantes aos agricultores brasileiros somem 45,1 milhões de toneladas em 2026, o que representa uma queda de 8,2% em relação ao volume recorde registrado em 2025. Caso a previsão se confirme, será o menor volume comercializado desde 2022, período marcado pelos impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia sobre o mercado global de insumos.

A nova estimativa é mais conservadora do que a divulgada em abril, quando o banco previa consumo de aproximadamente 47,2 milhões de toneladas.

Segundo o Rabobank, além dos preços ainda elevados dos fertilizantes, a situação financeira de muitos produtores brasileiros tem limitado a capacidade de investimento e comprometido a aquisição de insumos para a próxima safra.

Guerra no Oriente Médio afetou mercado global de fertilizantes

O relatório destaca que os reflexos da guerra envolvendo o Irã contribuíram para a elevação dos custos dos fertilizantes em 2026. O fechamento temporário do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de matérias-primas e insumos, provocou aumento dos preços internacionais e forte volatilidade nos mercados.

Embora haja sinais de normalização logística e avanços diplomáticos para reduzir as tensões na região, o banco avalia que os impactos sobre a demanda global já foram consolidados.

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No caso da ureia, um dos fertilizantes nitrogenados mais utilizados no mundo, os preços retornaram aos níveis observados antes do conflito. Ainda assim, o Rabobank destaca que o comportamento do mercado repetiu um padrão semelhante ao registrado em 2022.

De acordo com a análise, foram necessárias cerca de seis semanas para que os preços atingissem o pico após o início das tensões, seguidas por aproximadamente dez semanas para retornar aos patamares iniciais.

Já o fosfato monoamônico (MAP), um dos fertilizantes mais utilizados na agricultura brasileira, permanece negociado em níveis mais elevados, sustentando os custos de produção para diversas culturas.

Inadimplência recorde preocupa setor agropecuário

Outro ponto de atenção destacado pelo banco é o avanço da inadimplência no crédito rural.

Com base em dados do Banco Central referentes a abril, o Rabobank observa que a inadimplência nas operações contratadas a taxas de mercado alcançou 13,3% do volume financiado, um dos maiores níveis já registrados para o setor.

O cenário reforça as dificuldades enfrentadas por parte dos produtores rurais, especialmente em segmentos que vêm acumulando margens apertadas, custos elevados e dificuldades de acesso a novas linhas de crédito.

A combinação entre menor liquidez no campo e insumos ainda caros tende a limitar o potencial de recuperação da demanda por fertilizantes ao longo do próximo ano.

Rabobank prevê queda nas exportações de milho em 2026

Além do mercado de fertilizantes, o Rabobank revisou as perspectivas para o milho brasileiro e projetou redução nas exportações do cereal.

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A expectativa é de que os embarques nacionais atinjam 39 milhões de toneladas em 2026, volume cerca de 3 milhões de toneladas inferior ao registrado no ano anterior.

Entre os fatores que explicam a revisão estão a valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional, e a forte concorrência de grandes exportadores, especialmente Estados Unidos e Argentina.

Os elevados custos do transporte rodoviário também continuam sendo um desafio para o setor exportador, reduzindo a competitividade logística do cereal brasileiro.

Demanda interna por milho deve seguir aquecida

Apesar da perspectiva menos favorável para as exportações, o consumo doméstico de milho deverá continuar avançando.

O Rabobank estima crescimento de 5% na demanda interna em 2026, alcançando cerca de 97 milhões de toneladas.

O principal motor desse avanço será o aumento do consumo pelas indústrias de ração animal e pelo setor de etanol de milho, que segue ampliando sua participação na matriz de biocombustíveis brasileira.

Diante desse cenário, o mercado agrícola brasileiro entra em 2026 com desafios relacionados ao crédito rural, custos de produção e competitividade internacional, enquanto busca equilibrar a demanda interna crescente com um ambiente global ainda marcado por incertezas econômicas e geopolíticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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