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“Projeto Viva a Vida na Melhor Idade”: Primeira-dama Márcia Pinheiro destaca ações de saúde e cuidado aos idosos

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As atividades do projeto ‘Viva a Vida na Melhor Idade’ foram realizadas na unidade do Centro de Convivência de Idosos- CCI João Guerreiro, localizado na região do Coxipó, em Cuiabá, nesta quinta-feira (28). Sempre presente nas ações sociais do município, a primeira-dama, Márcia Pinheiro fez questão de prestigiar o evento que está sendo promovido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio das Secretarias Municipais de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência e Saúde desde a última terça-feira (26). Os idosos cadastrados nas quatro unidades dos CCI’s estão sendo contemplados com atendimentos médicos, em diferentes especialidades, como clínico geral, dermatologia, geriatria, dentre outros. Idealizado pelo prefeito Emanuel Pinheiro e pela primeira-dama Márcia Pinheiro, o programa busca aproximar serviços essenciais da população idosa, promovendo qualidade de vida e atendimento integral.

“Essa ação do programa ‘Viva a Vida na Melhor Idade’ representa o cuidado da gestão do nosso prefeito Emanuel Pinheiro, que desde o primeiro ano de mandato, em 2017, demonstra atenção especial a esse público, na oferta de serviços que promovam qualidade de vida e que eles possam usufruir da melhor idade com excelência. É por isso que, a promoção dessa ação de saúde, com atendimentos médicos, num único espaço, é para facilitar o acesso, reforçando a importância do cuidado e da prevenção de doenças”, disse a primeira-dama, Márcia Pinheiro, satisfeita em ver a unidade lotada, com os idosos usufruindo do evento.

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Assim como foi no CCI Padre Firmo, os mais de 260 idosos cadastrados no CCI João Guerreiro participaram do evento, que ofereceu consultas com especialistas, como geriatras, dermatologistas e clínicos gerais. Além disso, foram realizados serviços como aferição de pressão arterial, exames de glicemia e vacinação, incluindo a dose contra a gripe.

Dona Cecília Ferreira de Campos, de 70 anos, frequentadora do CCI há mais de cinco anos, elogiou a iniciativa. “Foi ótimo, consegui consultar diferentes profissionais em um só lugar. Aproveitei para atualizar minhas receitas e solicitar exames de rotina”, disse ela, que também destacou a importância da continuidade das atividades do CCI.

A secretária adjunta de Assistência Social, Clausi Barbosa, ressaltou o impacto positivo do Viva a Vida na Melhor Idade na vida dos idosos. “Este projeto demonstra o compromisso da gestão com a população idosa, oferecendo atendimentos especializados de forma acessível. A ação não apenas facilita o acesso à saúde, mas também reforça o vínculo dos idosos com as unidades de convivência”, afirmou.

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A coordenadora do CCI João Guerreiro, Shisleyne Araújo, destacou a alta participação e o desejo dos idosos por mais iniciativas semelhantes. “Os idosos chegaram cedo, muito animados. A presença de profissionais dedicados trouxe a atenção que eles tanto precisam. Esperamos que ações como essa se tornem mais frequentes”, declarou.

A programação do Viva a Vida na Melhor Idade segue na próxima semana, com atendimentos no CCI Aidee Pereira na terça-feira (3) e no CCI Maria Ignes França Auad na quinta-feira (5). O horário das atividades será das 8h30 às 16h.

“O programa reafirma o compromisso da gestão municipal em promover um envelhecimento saudável e ativo, unindo saúde, bem-estar e qualidade de vida para a população idosa de Cuiabá”, concluiu Márcia Pinheiro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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STF destrava Ferrogrão e Neri Geller projeta transformação da Baixada Cuiabana

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Avanço da Ferrogrão é visto como oportunidade estratégica para impulsionar a agroindustrialização, gerar empregos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico da Baixada Cuiabana
Avanço da Ferrogrão é visto como oportunidade estratégica para impulsionar a agroindustrialização, gerar empregos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico da Baixada Cuiabana

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a retomada dos estudos da Ferrogrão (EF-170) foi recebida como um marco estratégico para o futuro econômico de Mato Grosso. Para o ex-ministro da Agricultura Neri Geller, o avanço do projeto representa mais do que uma solução logística para o agronegócio: abre caminho para um novo ciclo de desenvolvimento regional baseado na industrialização, geração de empregos e integração econômica da Baixada Cuiabana.

Defensor histórico da ampliação da infraestrutura ferroviária no país, Neri avalia que Mato Grosso vive um momento decisivo de transformação econômica, em que logística, agroindústria e planejamento regional passam a caminhar juntos.

“A Ferrogrão representa uma mudança estrutural para Mato Grosso. Não estamos falando apenas de transporte de grãos, mas da construção de um ambiente econômico capaz de atrair indústrias, ampliar investimentos e gerar desenvolvimento sustentável para várias regiões do estado, especialmente a Baixada Cuiabana.”

O STF formou maioria para validar a constitucionalidade da Lei nº 13.452/2017, permitindo a continuidade dos estudos técnicos da ferrovia que ligará Sinop (MT) ao terminal de Miritituba (PA), consolidando um novo corredor de exportação pelo Arco Norte.

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Baixada Cuiabana pode viver novo ciclo econômico

Segundo Neri Geller, o fortalecimento da malha logística estadual tende a impactar diretamente a dinâmica econômica da Baixada Cuiabana, região que historicamente concentra importante papel político, administrativo e populacional no estado, mas que ainda possui enorme potencial de expansão industrial.

“O desenvolvimento de Mato Grosso precisa chegar de forma mais equilibrada às regiões. A Baixada Cuiabana possui localização estratégica, mão de obra, mercado consumidor e capacidade para receber agroindústrias ligadas ao processamento de alimentos, etanol de milho, biocombustíveis, armazenagem e logística.”

Para o ex-ministro, a melhoria da infraestrutura ferroviária cria um ambiente mais competitivo para atração de investimentos privados de médio e longo prazo.

“Quando o estado reduz custo logístico, melhora previsibilidade e amplia corredores de exportação, automaticamente cria segurança para novos investimentos industriais no. Isso gera emprego, renda e desenvolvimento social. É esse modelo que defendemos para a Baixada Cuiabana.”

Agroindustrialização como vetor de geração de empregos

Neri Geller também defende que Mato Grosso avance para uma nova etapa econômica baseada na agregação de valor da produção agropecuária dentro do próprio estado.

Hoje, Mato Grosso lidera a produção nacional de soja, milho e algodão, além de possuir forte participação na pecuária brasileira. Apesar disso, grande parte da produção ainda sai do estado in natura, sem processamento industrial local.

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“A riqueza produzida em Mato Grosso precisa permanecer mais dentro do estado. A agroindustrialização fortalece a economia regional, amplia arrecadação, gera empregos qualificados e melhora a distribuição do desenvolvimento.”

Segundo ele, a Baixada Cuiabana pode se transformar em um importante polo de processamento e distribuição ligado às novas rotas logísticas que vêm sendo estruturadas no estado.

Logística e desenvolvimento caminham juntos

O avanço da Ferrogrão ocorre em um momento em que Mato Grosso consolida diversos projetos estruturantes, como a Ferrovia Estadual, a FICO, a expansão da Ferronorte e novos corredores multimodais voltados ao Arco Norte.

Especialistas apontam que a integração entre ferrovias, rodovias e hidrovias será determinante para sustentar o crescimento da produção agropecuária nas próximas décadas.

“O futuro de Mato Grosso passa pela integração logística, pela industrialização e pela geração de oportunidades. Precisamos preparar o estado para os próximos 20 ou 30 anos. E a Baixada Cuiabana pode ser protagonista nesse novo ciclo econômico.

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