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Projeto do Mato Grosso que objetiva dobrar número de matrizes na mesma área de pasto vence o 2º Desafio da Pecuária Responsável

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Ele apresentou o projeto Fazenda Caruru, cujo objetivo é intensificar o sistema de cria dobrando a capacidade de lotação de matrizes na mesma área de pasto. Pela conquista, recebeu R$ 15 mil e troféu. O Desafio é iniciativa da Phibro Saúde Animal e consiste na elaboração de ideias executáveis e aplicáveis, que tenham as pessoas como motor de transformação. 

Para atingir as metas projetadas no projeto, Miguel Rech utiliza como estratégias a análise de solo, a viabilidade econômica e a sustentabilidade. “Ambientalmente, a proposta é reformar pastos sem revolvimento, criar corredor ecológico com árvores nativas e melhorias para o bem-estar animal. Os resultados esperados incluem maior produtividade e preservação dos recursos naturais”. A iniciativa é apadrinhada por Friboi.

38 projetos de sustentabilidade na pecuária de corte e de leite foram inscritos no 2º Desafio da Pecuária Responsável. Destes, 10 foram selecionados e passaram por curadoria especial e gratuita, conduzida por Mauricio Palma Nogueira, da consultoria Athenagro. Na etapa seguinte, foram escolhidos os três finalistas, em pitch day realizado em 18 de outubro pelo comitê técnico do prêmio, que conta com Phibro, Embrapa Gado de Leite, Notícias do Front e Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes Industrializadas (Abiec).

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O grande vencedor foi conhecido no dia 19 de outubro, em evento com os membros do comitê técnico, das mais de 130 empresas e entidades apoiadoras e jornalistas especializados em agronegócio. Todos participaram da votação, vencida por Miguel Rech.

Uma parceria em benefício das práticas ESG

Além dos membros do comitê técnico, o 2º Desafio da Pecuária Responsável conta com o patrocínio de Beckhauser, Friboi, Integral Certificações e Vetoquinol Saúde Animal, além do apoio de cerca de 130 empresas e entidades ligadas ao setor produtivo. “É uma grande honra viabilizar essa união em benefício de uma iniciativa que dialoga profundamente com o conceito de ESG – sigla em inglês que cada vez mais evidencia a necessidade de adotar as responsabilidades ambiental e social e governança”, afirma o country manager da Phibro Saúde Animal no Brasil, Mauricio Graziani.

Camila Ferraz, gerente de marketing da Phibro na América do Sul, destaca que todos os projetos apresentaram muita qualidade e foi difícil selecionar apenas três iniciativas. “Temos certeza de que cada ideia possui grande potencial para melhorar o setor produtivo. Esse é um objetivo do Desafio, assim como fomentar o desenvolvimento e o aprimoramento colaborativo, valorizando o capital humano com mentes inovadoras para revolucionar as cadeias da carne bovina e do leite”, afirma.

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“Dentro das porteiras do 2º Desafio da Pecuária Responsável, demos espaço para pessoas brilhantes dedicadas à sustentabilidade e ao bem-estar animal. Essas inovações promissoras não apenas transformarão a produção de proteínas animais, mas também asseguram o bem-estar dos rebanhos e a segurança dos alimentos e desempenharão papel vital no futuro do planeta. São essas mentes inovadoras que, com suas ideias revolucionárias, moldam um caminho mais sustentável para a pecuária”, finaliza Mauricio Graziani.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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