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Projeto de mobilidade vai contemplar eixos estruturantes e corredores de transporte

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O prefeito Abilio Brunini determinou a elaboração de um novo projeto destinado à mobilidade urbana de Cuiabá para o convênio firmado com o Governo Federal, podendo ser orçado em mais de R$ 15 milhões. O valor é oriundo do PAC e deverá, com as novas diretrizes, abranger todos os eixos estruturantes e corredores de transporte de Cuiabá. A orientação foi repassada a equipe durante uma reunião com a participação de representantes da Caixa Econômica Federal, da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Secretaria de Planejamento e a Diretoria Técnica de Convênios da Prefeitura. O projeto está sob responsabilidade da Secretaria de Mobilidade Urbana.

A discussão diz respeito a uma das operações do novo PAC, selecionada em 2023 e contratada no final do ano passado, voltada para a elaboração de projetos alimentadores do Corredor Estrutural de Cuiabá.

Segundo o prefeito, a mobilidade urbana é tão importante para a cidade que deveria ter um plano específico para as vias estruturantes, não apenas as vias coletoras. “No planejamento urbano deveria ter um Plano Diretor do Transporte Público”, frisou. O gestor também pediu agilidade para não perder o prazo e nem o recurso.

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O alinhamento direto entre a Diretoria de Convênios e a Secretaria de Mobilidade Urbana impactará significativamente a mobilidade urbana da cidade. “Trata-se de um convênio que tem grande relevância financeira para Cuiabá e está alinhado com o plano de governo do Prefeito, tanto na época da campanha quanto no planejamento atual para a cidade. Estaremos focados nessa ação junto à Caixa Econômica”, disse Leandro Antônio Alves da Silva, diretor técnico de convênios da Prefeitura de Cuiabá.

Para a supervisora da Caixa Econômica Federal, Maristela Okamura, a equipe dará apoio para que o projeto seja construído dentro dos prazos, considera até novembro deste ano.

“A reunião foi extremamente produtiva. Agora, por determinação do prefeito, a mobilidade urbana será tratada de forma mais globalizada. Saímos extremamente satisfeitos com as decisões tomadas e temos certeza de que Cuiabá só tem a ganhar com isso”.

CADERNO DO IPDU

Na ocasião o prefeito ganhou da representante da Caixa Econômica Federal um exemplar do Caderno do IPDU do ano de 1994, época em que o secretário de Meio Ambiente era José Afonso Portocarrero e José Antônio Lemos eram superintendente do IPDU. Ambos estão atualmente nas funções, sendo Portocarrero o atual Secretário Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, e José Antônio Lemos, secretário adjunto de Planejamento Urbano (IPDU).

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O material é considerado uma relíquia por se tratar do primeiro projeto sobre o assunto e não existir mais exemplares no mercado.

#PraCegoVer

A foto mostra toda a equipe participante da reunião de alinhamento liderada pelo prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, no salão nobre da Palácio Paiaguás, com a representante da Caixa Econômica Federal, sendo 11 participantes. São profissionais da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, da Secretaria de Mobilidade Urbana, Secretaria de Planejamento e a Diretoria Técnica de Convênios da Prefeitura. Todos estão em pé, em foto padrão, com o prefeito Abili ao centro segurando um exemplar do Caderno do IPDU elaborado no ano de 1994, que ganhou da representante da Caixa Econômica Federal.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Banco Central: crédito rural para pessoas físicas teve inadimplência recorde de 9,7% em agosto

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A inadimplência do crédito rural a pessoas físicas alcançou 9,69% do saldo das operações em agosto de 2026, o maior nível da série do Banco Central, iniciada em março de 2011. Em julho, o índice era de 8,79%. Nas operações contratadas a taxas de mercado, o percentual chegou a 17,56%, enquanto nas linhas com taxas reguladas ficou em 3,83%.

O agravamento aparece também na comparação anual. Em agosto de 2025, a inadimplência do conjunto do crédito rural direcionado a pessoas físicas estava em 5,23%. O aumento em doze meses foi de 4,46 pontos percentuais. Em agosto de 2023, o indicador era de 0,95%: em três anos, portanto, a taxa se multiplicou por mais de dez.

O Banco Central considera inadimplente o saldo dos financiamentos com pelo menos uma parcela vencida há mais de 90 dias. O cálculo mede o valor das operações nessa situação em relação ao saldo total da carteira. Assim, os 9,69% expressam a parcela do crédito afetada, e não a proporção de produtores inadimplentes.

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Os números abrangem financiamentos com recursos direcionados, vinculados à produção e ao investimento rural. Entre suas fontes estão depósitos à vista, poupança rural e fundos e programas públicos. Dentro desse conjunto, o Banco Central separa os contratos com taxas reguladas dos contratados a taxas de mercado, permitindo observar a diferença entre as duas modalidades.

Nas operações com taxas de mercado, a inadimplência subiu de 15,56% em julho para 17,56% em agosto, avanço de dois pontos percentuais em um mês. Nas linhas reguladas, passou de 3,67% para 3,83%. A distância entre os índices mostra que a média geral reúne carteiras com níveis bastante diferentes de atraso.

Os indicadores registram a evolução dos pagamentos, mas não identificam, isoladamente, as causas dos atrasos. Para explicar o resultado de uma propriedade, é necessário examinar a produção obtida, os preços de venda, os custos assumidos e o calendário das parcelas. A taxa nacional também não permite concluir quantos pequenos, médios ou grandes produtores enfrentam dificuldades.

Para quem prepara o financiamento da safra 2026/27, o ponto central é compatibilizar os compromissos anteriores com as despesas do novo ciclo. A negociação exige uma previsão de caixa que considere o período entre a compra dos insumos, a colheita e o recebimento das vendas.

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Na conversa com a instituição financeira, reunir contratos, vencimentos, garantias e uma estimativa de receitas ajuda a dimensionar a necessidade de renegociação. Além do valor da parcela, devem entrar na conta os juros, o prazo total e o custo final do acordo. O novo calendário precisa caber na capacidade de pagamento da atividade.

Fonte: Pensar Agro

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