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Programa de Barter da Corteva Agriscience: Facilitando a Negociação de Insumos Agrícolas

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A Corteva Agriscience, empresa dedicada ao desenvolvimento de soluções para maximizar a produtividade e rentabilidade das lavouras, lança o Programa de Barter como uma ferramenta para auxiliar os produtores em tempos de forte produção de grãos, estoques elevados e variação de preços das commodities.

Facilitando a Aquisição de Insumos

O Programa de Barter permite que os produtores adquiram defensivos, biológicos e sementes da Corteva utilizando os grãos (soja e milho) já estocados ou a serem colhidos na safra 2024/25. Com um montante disponível de US$600 mil em produtos, essa modalidade de pagamento oferece vantagens significativas aos agricultores.

Benefícios do Barter

Filipi Belloni, Gerente de Barter da Corteva Agriscience para Brasil e Paraguai, destaca que o Barter é uma forma vantajosa de acesso a tecnologias agrícolas, eliminando a necessidade de investimento monetário inicial por parte do agricultor. Além disso, o Barter atua como uma ferramenta de apoio à comercialização e de mitigação de riscos, proporcionando segurança nas negociações.

Portfólio Completo para o Ciclo Agrícola

Por meio do Programa de Barter, os agricultores têm acesso ao portfólio completo da Corteva, que abrange desde sementes até proteção de cultivos. Destacam-se marcas como Brevant® Sementes e Pioneer®, ambas com mais de 50 anos de experiência no mercado brasileiro, oferecendo variedade de sementes de milho, soja e sorgo.

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Inovações em Proteção de Cultivos

A Corteva também oferece soluções biológicas, como o Utrisha™ N, fixador biológico de nitrogênio para a cultura do milho, que melhora a vitalidade das plantas de forma natural. Além disso, apresenta uma gama de fungicidas, herbicidas e inseticidas, como Vessarya®, Aproach Power®, Aproach® Premium, Viovan®, Lannate®, Inteprid Edge®, Exalt® e Expedition®, entre outros.

Foco na Sustentabilidade e Eficiência

Destaca-se que muitos dos produtos da Corteva contam com tecnologias inovadoras e sustentáveis, como o Jemvelva ActiveTM, reconhecido pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) como uma das tecnologias mais inovadoras e sustentáveis do mundo.

Com o Programa de Barter da Corteva, os produtores têm à disposição uma ferramenta valiosa para impulsionar suas atividades agrícolas, garantindo o acesso a insumos de qualidade e contribuindo para o sucesso da produção rural brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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