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Programa ADM regeneração Reduz Emissões de Carbono na Soja em Mais de 50% e Lança Nova Fase no Brasil

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O programa ADM re:generação, iniciativa de agricultura regenerativa liderada pela ADM, comemorou um ano de resultados expressivos, incluindo a redução de mais de 50% nas emissões de carbono das áreas analisadas de plantio de soja. A nova etapa do projeto, lançada neste mês, foca na coleta de amostras de solo em fazendas participantes para mensurar o potencial de sequestro de carbono da produção agrícola.

Resultados do primeiro ano destacam práticas regenerativas

Nos 25 mil hectares analisados em fazendas de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, os dados mostraram que a aplicação de práticas regenerativas impactou positivamente as emissões de carbono. Segundo André Germanos, gerente de Negócios de Carbono e Agricultura Regenerativa da ADM para a América Latina, os números refletem a modernização da agricultura brasileira, que já adota práticas sustentáveis como plantio direto e cobertura do solo.

“Os produtores brasileiros estão em constante busca por melhorias em seus sistemas de produção. Criamos o ADM re:generação para construir uma base científica robusta que demonstre a realidade do país, aumentando a confiança dos mercados local e internacional na sustentabilidade da nossa agricultura”, afirmou Germanos.

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A metodologia usada no programa é baseada em uma calculadora tropicalizada desenvolvida pela Bayer em parceria com a Embrapa, capaz de medir as emissões em toda a cadeia produtiva, desde o campo até o transporte.

Nova fase: sequestro de carbono no solo

Com a ampliação do programa, o foco agora inclui a análise do sequestro de carbono no solo. Para isso, amostras foram coletadas em todos os talhões das propriedades participantes, criando uma linha de base para acompanhar o impacto das práticas regenerativas. Os resultados serão apresentados em relatórios futuros.

Ana Carolina Guedes, líder de Parcerias para o Negócio de Carbono da Bayer, reforça que a metodologia usada é validada por padrões internacionais, como o GHG Protocol e normas ISO, permitindo medições precisas e recomendações específicas para a melhoria contínua.

Produtores destacam benefícios e adesão crescente

Lisandra Zamboni, produtora rural participante, destaca que o programa oferece suporte customizado, considerando as particularidades de cada área. “Com o ADM re:generação, percebo ganhos de produtividade e uma lavoura mais resiliente. A responsabilidade pela redução das emissões é de toda a cadeia produtiva, e iniciativas como essa incentivam a adesão de mais produtores”, afirmou.

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Além da coleta de solo, o programa continua oferecendo treinamento técnico e recomendações como o uso eficiente de fertilizantes, insumos biológicos, plantio direto aprimorado e culturas de cobertura para melhorar a saúde do solo.

Metas para o futuro

A ADM planeja expandir o programa para alcançar 200 mil hectares nos próximos cinco anos, incentivando práticas regenerativas em escala. “Estamos comprometidos com a sustentabilidade e convidamos toda a cadeia produtiva a participar, fortalecendo a confiança dos consumidores em produtos com baixa pegada de carbono”, concluiu Germanos.

A iniciativa ADM re:generação segue como referência no setor, reafirmando o papel estratégico da agricultura brasileira na preservação ambiental e no desenvolvimento sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Câmara aprova empréstimo de R$ 111 milhões com juros até oito vezes mais baixo que operações anteriores

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A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou nesta terça-feira (28), em regime de urgência e por ampla maioria, o projeto de lei que autoriza o prefeito Abilio Brunini a contratar um financiamento de R$ 111,6 milhões destinado a obras de pavimentação na capital. A votação terminou 22 a 2, com votos contrários.

O empréstimo será contratado junto ao Banco Santander, com prazo de dez anos para quitação e 12 meses de carência. A taxa de juros pactuada é de CDI acrescido de 0,86% ao ano — condição significativamente mais favorável do que as obtidas em operações anteriores do Município. Em 2019, o spread da última operação de crédito efetivamente contratada foi de 5,4% ao ano, e em 2024 o Executivo encaminhou ao Legislativo proposta com spread de 7% ao ano, que não chegou a ser contratada. Na comparação com 2019, a taxa atual é cerca de seis vezes mais baixa; frente à proposta de 2024, chega a oito vezes menor — o que representa, segundo cálculos da Secretaria Municipal de Economia, uma economia estimada entre R$ 37 milhões e R$ 49 milhões em juros ao longo do período contratual.

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De acordo com a Prefeitura, os recursos serão aplicados no asfaltamento de 19 bairros, além de intervenções em mobilidade urbana, drenagem, saneamento, habitação e requalificação viária. A expectativa é de que o projeto seja sancionado nos próximos dias, abrindo caminho para a contratação formal e o início das obras ainda em 2026.

A administração municipal atribui as condições obtidas ao reequilíbrio fiscal promovido desde o início do governo. Durante apresentação à Câmara, o secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, ressaltou a competitividade da proposta e o clima de diálogo com o Legislativo. “A Câmara teve uma postura responsável e comprometida com o futuro da cidade. Esse diálogo transparente foi essencial para viabilizar uma operação com condições muito mais vantajosas para Cuiabá”, afirmou.

O financiamento integra o planejamento estratégico da Prefeitura para ampliar a cobertura asfáltica, recuperar vias existentes e enfrentar déficits históricos de infraestrutura urbana. Em paralelo, a gestão mantém operações emergenciais de tapa-buraco, intensificadas durante o período de estiagem.

Com a autorização legislativa, a Prefeitura sinaliza que acelerará obras consideradas prioritárias, sustentando que o modelo adotado combina responsabilidade fiscal com capacidade de investimento público.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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