AGRONEGÓCIO

“Professor tem motivos para comemorar em Cuiabá”, afirma secretário Amauri Monge

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No Dia do Professor, comemorado nesta quarta-feira (15), o secretário Amauri Monge Fernandes avalia que os professores de Cuiabá têm muito a celebrar, em razão das políticas de valorização implantadas pela atual gestão.

“Com certeza. E nós queremos comemorar juntos. Implantamos agora a gratificação de resultados, válida já para este ano, justamente para valorizar cada vez mais o empenho dos nossos professores. Queremos, com o tempo, valorizar ainda mais as atividades desempenhadas, porque o nosso compromisso é melhorar a educação de Cuiabá. E os professores são fundamentais nesse processo.”

O secretário Amauri Monge também destaca a formação continuada oferecida pela Prefeitura de Cuiabá aos professores. Trata-se de um processo permanente de atualização e aperfeiçoamento de conhecimentos e habilidades pedagógicas e de suas áreas de atuação, com o objetivo de aprimorar a qualidade do ensino e prepará-los para os desafios da sala de aula.

“A educação dispõe de uma estrutura planejada para atender à demanda deste ano e dos próximos. Oferecemos formação continuada aos professores, oportunizando conhecimento, debates saudáveis e, agora, a política de gratificação de resultados. Parabenizo todos os professores — todos são importantes para Cuiabá.”

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Atualmente, a Secretaria Municipal de Educação (SME) conta com 3.277 professores da educação básica, 3.434 técnicos de desenvolvimento infantil e 3.530 técnicos, totalizando 10.241 servidores públicos.

Reconhecimento

O prefeito Abilio Brunini lançou, no dia 29 de setembro, um programa de valorização financeira para professores e técnicos da rede pública municipal. Pelo projeto, as melhores escolas, professores e servidores receberão adicionais em seus salários, pagos no final do ano. O bônus será concedido aos técnicos e professores que contribuírem para a melhoria da educação pública.

Serão contemplados todos os profissionais que comprovadamente promoverem avanço de, no mínimo, 20% na aprendizagem dos estudantes. O valor será de R$ 1,5 mil para professores do ensino fundamental, R$ 1,2 mil para profissionais da educação infantil e R$ 800 para os demais servidores da educação, como técnicos de nutrição escolar, por exemplo.

Os dez melhores professores do 1º ao 5º ano, assim como aqueles que atuam nas salas de recomposição da aprendizagem, receberão, cada um, o prêmio de R$ 10 mil. Todos esses pagamentos ocorrerão em dezembro.

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As dez escolas que obtiverem as melhores notas no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) receberão, individualmente, o prêmio de R$ 20 mil.

#PraCegoVer

A foto mostra o secretário Amauri Monge Fernandes, vestido com traje social, sentado em uma cadeira almofadada e com os braços apoiados sobre uma mesa. O ambiente remete a um escritório de trabalho.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

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O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

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O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

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Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

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