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Produtos Brasileiros Ganham Espaço em Varejista Saudita Através do Programa Brasil na Vitrine

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O Programa Brasil na Vitrine, iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), está com inscrições abertas para sua edição na Arábia Saudita, que ocorrerá durante a Brasil Week. Em parceria com a Rede LuLu Hypermarket, a ação visa promover produtos alimentícios e bebidas brasileiros nas mais de 60 lojas da rede varejista saudita. As empresas interessadas têm até o dia 18 de agosto para se inscrever através do link de inscrição.

A Arábia Saudita, com sua população de mais de 36 milhões de habitantes, apresenta uma demanda crescente por alimentos e bebidas, impulsionada pelo rápido crescimento populacional e pelo aumento do padrão de vida. A Rede LuLu Hypermarket, uma das maiores redes de hipermercados do país, oferece uma ampla gama de produtos, desde alimentos frescos até eletrônicos e moda.

A parceria entre a ApexBrasil e a LuLu Hypermarket foi formalizada em junho deste ano durante a visita do Vice-Presidente da República e Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, à Riade, capital saudita.

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A Brasil Week, que ocorrerá de 17 a 23 de novembro, será o evento de promoção dos produtos brasileiros em todas as lojas da LuLu Hypermarket.

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Podem se inscrever empresas brasileiras exportadoras de alimentos e bebidas que já possuam maturidade no mercado internacional, site em inglês e portfólio em inglês, além de representante comercial fluente na língua. É importante notar que produtos proibidos na Arábia Saudita, como carne suína e bebidas alcoólicas, não serão aceitos. A seleção final dos produtos participantes será realizada pelo varejista parceiro.

Sobre o Programa Brasil na Vitrine

Esta é a primeira edição do Programa Brasil na Vitrine, cujo objetivo é oferecer oportunidades reais de inserção em mercados internacionais por meio de promoção subsidiada e estruturada de produtos brasileiros em redes de varejo ao redor do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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