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Produtores investem em híbridos com estabilidade para maximizar a produtividade e a rentabilidade da safrinha de milho 2023/24

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O Brasil segue cultivando a safra de milho 2023/24. De acordo com o 2º Levantamento da Safra de Grãos 2023/2024, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a cultura deve ter uma produção prevista de 119,1 milhões de toneladas. Com o plantio do milho primeira safra alcançando 40,2% da área prevista até outubro, segundo a Conab, o produtor já começa a planejar a segunda safra da cultura, que começa em janeiro, e segue apostando em híbridos com alta estabilidade para maximizar a produtividade, em razão das intempéries climáticas comuns ao período. É o caso de Alessandro Parise, agricultor de Santa Terezinha de Itaipu, no Paraná, que está investindo pelo quarto ano consecutivo no B2702VYHR, da Brevant® Sementes, marca da Corteva Agriscience.

Parise é produtor de soja e milho. Na última safrinha, cultivou 89 hectares (ha) do B2702VYHR e atingiu uma produtividade de 130 sacas por hectare (sc/ha). “Planto o híbrido desde o seu lançamento em 2019 e sigo apostando nele. Os principais benefícios para a nossa lavoura é a qualidade dos grãos e a estabilidade de produção. Outra característica que faz apostar nele mais uma safrinha é o colmo, já que na região passamos algumas vezes por ventos e ele mantém o seu vigor. Também tem a questão da sanidade – com a pressão da cigarrinha, o híbrido se mostrou muito eficiente”, comenta.

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“Se olharmos a história do B2702VYHR, vemos a sua versatilidade com os fenômenos climáticos e de doenças. De lá para cá, ele passou por estiagem, geadas, alta pressão de enfezamento e, mesmo assim, auxiliou os agricultores na produtividade e rentabilidade. Outro ponto está no equilíbrio entre sanidade e produtividade, pois o híbrido possui um ótimo quadro de tolerância às doenças. Com essa trajetória de quatro anos ao lado do produtor, o híbrido conquistou a sua confiança por ser um material tão completo”, explica Eder Arakawa, Líder de Marketing da Brevant®️️ Sementes para Brasil e Paraguai.

Estabilidade e qualidade dos grãos

De acordo com Arakawa, durante a safrinha o agricultor tem um ambiente desafiador, tanto em questões climáticas, como em doenças. “Por isso, é muito mais importante e seguro investir em estabilidade do que simplesmente apostar em produtividade na hora de escolher um híbrido. O B2702VYHR é um material reconhecido pelos produtores como um exemplo em qualidade de grãos, já que é muito importante para o produtor quando vai comercializar o grão, quanto mais impurezas, mais grãos ardidos, maiores são os descontos na hora da venda e menor a rentabilidade”.

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Em trabalhos realizados pelo time de campo da Brevant®️ Sementes, foi constatado que a média de grãos ardidos dos principais concorrentes do híbrido atingiu mais de 9%, em 2022. Enquanto o B2702VYHR apresentou somente pouco mais de 1% de grãos ardidos.

Safrinha e sanidade

Segundo Arakawa, a produtividade do milho depende muito da sanidade das folhas que precisam estar sadias durante todo o ciclo. “Sem a sanidade foliar não conseguimos atingir altos tetos produtivos, pois sabemos que fotossíntese é a principal fonte de produção de compostos orgânicos utilizados pelas plantas no enchimento de grãos. Além disso, o híbrido tem excelente qualidade de raiz e uma boa tolerância genética às principais doenças”, exemplifica.

O B2702VYHR possui ainda um bom empalhamento, dificultando a entrada de umidade e patógenos, além disso, geneticamente, sua qualidade de grão é muito confiável. O híbrido também é excelente para silagem na alimentação animal.

Fonte: Corteva

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ureia despenca mais de 40% e fertilizantes voltam ao nível pré-crise com avanço de acordo entre EUA e Irã

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Os preços internacionais da ureia registraram forte recuo nas últimas semanas e já retornaram aos níveis observados antes do agravamento das tensões no Oriente Médio. Segundo análise da StoneX, as cotações destinadas ao mercado brasileiro acumulam queda superior a 40% após oito semanas consecutivas de desvalorização, refletindo o avanço das negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã e a expectativa de reabertura do estratégico Estreito de Ormuz.

O movimento é acompanhado de perto pelo setor de fertilizantes, uma vez que a região concentra uma das principais rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo, amônia, enxofre e fertilizantes nitrogenados. A perspectiva de retomada da navegação vem reduzindo os temores relacionados à oferta global e aos gargalos logísticos que pressionaram os preços nos últimos meses.

Mercado reage à expectativa de normalização logística

De acordo com a StoneX, a possibilidade de restabelecimento do fluxo marítimo no Golfo Pérsico tem provocado uma mudança significativa no comportamento dos mercados de energia e fertilizantes.

As restrições impostas à navegação durante o período de instabilidade elevaram custos e dificultaram o transporte de insumos estratégicos. Agora, com o avanço das negociações entre Washington e Teerã, os agentes de mercado passaram a precificar um cenário de maior disponibilidade de produtos e menor risco logístico.

Segundo Tomás Pernías, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, o acordo preliminar representa um importante fator de pressão baixista para o setor.

“O entendimento entre Estados Unidos e Irã tem impacto direto sobre a logística global e a oferta de fertilizantes. O Estreito de Ormuz é uma rota fundamental para o escoamento de fertilizantes, petróleo, amônia e enxofre, o que torna qualquer sinalização de normalização extremamente relevante para os mercados”, avalia.

Ureia retorna aos patamares anteriores ao conflito

O efeito mais visível foi observado no mercado da ureia. As cotações CFR Brasil recuaram para níveis inferiores aos registrados antes do início da crise geopolítica, revertendo completamente os ganhos observados durante o período de maior incerteza.

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A queda acumulada superior a 40% representa uma das correções mais expressivas dos últimos meses e sinaliza uma redução dos prêmios de risco que vinham sendo incorporados aos preços internacionais.

Além da expectativa de reabertura das rotas marítimas, o mercado também passou a considerar uma possível ampliação da oferta global de fertilizantes caso as negociações avancem para uma flexibilização das sanções impostas ao Irã.

Acordo ainda depende de novas etapas

Apesar da reação positiva dos mercados, o acordo entre Estados Unidos e Irã ainda não está concluído. Informações divulgadas pela Reuters indicam que o entendimento atual prevê a extensão do cessar-fogo por mais 60 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz, mas questões centrais continuam em negociação.

Entre os temas que permanecem em discussão está o futuro do programa nuclear iraniano, considerado um dos principais pontos de divergência entre os dois países.

Especialistas do setor marítimo alertam que a normalização completa das operações não deve ocorrer imediatamente. Mesmo após a eventual reabertura da rota, a retomada da confiança dos operadores logísticos e o reposicionamento das embarcações podem levar semanas.

Fertilizantes ainda dependem da evolução do cenário geopolítico

A StoneX destaca que o mercado segue monitorando fatores que podem limitar a recuperação plena da logística na região.

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Existem preocupações relacionadas à segurança da navegação, incluindo relatos sobre possíveis áreas minadas e incertezas quanto às condições definitivas para a circulação de embarcações. Além disso, navios que permaneceram retidos durante o período de restrições poderão enfrentar atrasos até que o fluxo marítimo seja totalmente restabelecido.

Dessa forma, embora a tendência atual seja de alívio para os preços, a oferta global de fertilizantes continua condicionada à evolução das negociações diplomáticas e à estabilidade da região.

Cenário favorece importadores brasileiros

A queda das cotações ocorre em um momento estratégico para o agronegócio brasileiro. Tradicionalmente, as compras externas de fertilizantes nitrogenados ganham força ao longo do segundo semestre, período de preparação para importantes culturas da safra de verão.

Com preços mais baixos e perspectiva de melhora na logística internacional, os importadores brasileiros encontram um ambiente mais favorável para negociar volumes e recompor estoques.

Além dos fertilizantes, o anúncio do acordo preliminar também impactou o mercado energético. Os preços do petróleo recuaram para os menores níveis dos últimos três meses, refletindo as expectativas de retomada do fluxo normal de cargas em uma das regiões mais importantes para o comércio global.

Para o agronegócio brasileiro, a combinação entre fertilizantes mais baratos e redução das incertezas logísticas pode representar um importante fator de alívio nos custos de produção nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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