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Produtores de kiwi recorrem à irrigação para manter qualidade das lavouras na Serra Gaúcha

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As condições climáticas têm favorecido a produção de kiwi na região administrativa de Caxias do Sul, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (3) pela Emater/RS-Ascar. O boletim destaca que o clima atual tem contribuído para a manutenção da sanidade das lavouras e para o avanço do processo de maturação dos frutos.

No entanto, mesmo diante desse cenário positivo, a baixa umidade do solo e do ar tem gerado apreensão entre os produtores. Segundo o levantamento da Emater/RS-Ascar, os quivicultores estão atentos à elevada exigência hídrica das plantas, especialmente nesta fase final de crescimento e início da maturação. Para suprir essa necessidade, muitos têm recorrido à irrigação localizada, utilizando sistemas como gotejamento e microaspersão.

Com o objetivo de assegurar a qualidade da colheita, os agricultores também estão monitorando cuidadosamente o grau Brix das frutas — índice que mede o teor de açúcar e determina o ponto ideal para a colheita. Conforme o boletim, a colheita das variedades de kiwi com polpa amarela já teve início, enquanto os frutos de polpa verde seguem em processo de avaliação.

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A Emater/RS-Ascar reforça que o acompanhamento técnico permanece constante na região e orienta os produtores quanto à importância da irrigação adequada neste momento decisivo do ciclo da cultura.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de café avança para 15,8% na área da Cooxupé, mas chuvas desaceleram trabalhos no campo

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A colheita da safra de café 2026 dos cooperados da Cooxupé atingiu 15,8% da área cultivada até o dia 14 de junho, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira pela cooperativa. O índice reflete o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras atendidas pela instituição, embora as chuvas registradas nas últimas semanas tenham provocado atrasos em algumas localidades.

Considerada a maior cooperativa de cafeicultores do mundo, a Cooxupé reúne mais de 22 mil produtores distribuídos por mais de 370 municípios das regiões Sul de Minas, Cerrado Mineiro, Matas de Minas e Média Mogiana Paulista, formando uma das principais áreas produtoras de café arábica do Brasil.

Sul de Minas lidera volume colhido

A principal região produtora dentro da área de atuação da cooperativa, o Sul de Minas, alcançou 19,1% da colheita concluída até a primeira quinzena de junho. O desempenho reflete o início mais intenso dos trabalhos nas lavouras, impulsionado pelas condições climáticas favoráveis registradas durante parte do período de maturação dos frutos.

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Nas Matas de Minas, o avanço chegou a 20%, enquanto a região da Média Mogiana, em São Paulo, apresentou o maior percentual entre as áreas monitoradas, com 21,5% da safra já colhida.

Já o Cerrado Mineiro registra ritmo mais lento, com 8,8% da área colhida até o momento, refletindo características próprias do calendário de maturação das lavouras e da logística de colheita na região.

Chuvas recentes provocam atraso nos trabalhos

Embora a Cooxupé não tenha divulgado comparação com o mesmo período do ano anterior, relatos de campo apontam que as chuvas registradas recentemente contribuíram para desacelerar o ritmo da colheita em algumas áreas produtoras.

A precipitação durante o período de colheita costuma exigir maior cautela dos cafeicultores, tanto para preservar a qualidade dos grãos quanto para evitar perdas operacionais e dificuldades no processo de secagem.

Mercado acompanha evolução da safra brasileira

O avanço da colheita é acompanhado de perto pelo mercado nacional e internacional de café, uma vez que o Brasil permanece como maior produtor e exportador mundial da commodity.

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A evolução dos trabalhos nas regiões atendidas pela Cooxupé é considerada um importante termômetro da safra brasileira, influenciando expectativas sobre oferta, qualidade dos grãos e comportamento dos preços nos próximos meses.

Com o pico da colheita se aproximando, produtores seguem monitorando as condições climáticas e o desenvolvimento das operações, fatores que serão determinantes para o resultado final da safra e para o desempenho das exportações brasileiras de café em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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