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Produção maior de algodão no Brasil impulsiona exportações e reforça estoques, segundo safras

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O aumento na produção de algodão no Brasil está impulsionando as exportações e promovendo uma recomposição dos estoques para a temporada comercial 2024/25 (agosto/julho). Com a expectativa de um maior volume de produção, o algodão brasileiro está ganhando força no mercado internacional, com projeção de exportação de 2,5 milhões de toneladas, um aumento de 3% em relação à atual temporada.

De acordo com Safras & Mercado, o prêmio agressivo aplicado pelos produtores brasileiros nesta reta final da temporada 2023/24 sugere uma maior competitividade no mercado global, reforçando a estratégia agressiva para a próxima temporada, especialmente diante do aumento da concorrência dos Estados Unidos, que também espera uma safra maior de algodão este ano.

No mercado interno, a perspectiva é mais positiva, com a redução dos preços do algodão, taxas de juros mais baixas e sinais de recuperação econômica. Isso deve estimular uma maior participação da indústria local nas compras da fibra. O consultor e analista de Safras & Mercado, Gil Barabach, disse que espera-se um crescimento de 4,4% no consumo interno, projetado em 710 mil toneladas.

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Apesar dessa perspectiva favorável, ainda prevalece a ideia de uma oferta ampla e um aumento nos estoques de algodão, o que deve manter os preços sob pressão. Barabach reforça que essa tranquilidade no abastecimento é positiva para os compradores, mas pode continuar pressionando negativamente os preços do algodão ao longo da temporada 2024/25.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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