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Produção de biodiesel cresce 8% em 2025 e receita do setor ultrapassa R$ 55 bilhões

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Setor de biodiesel encerra 2025 com forte desempenho

O setor de biodiesel teve um ano positivo em 2025, impulsionado por fatores que favoreceram tanto o volume de vendas quanto as receitas das usinas. De acordo com dados do mercado, a produção nacional atingiu quase 9,6 milhões de metros cúbicos (m³), o que representa um crescimento de cerca de 8% em relação a 2024.

Esse avanço foi resultado da elevação do mandato obrigatório de mistura para 15% (B15), implementado ao longo do ano. Apesar de ter ocorrido com certo atraso, a mudança foi decisiva para ampliar o consumo e estimular o desempenho das produtoras.

Receita recorde: R$ 55 bilhões movimentados no ano

Além do aumento na produção, o setor registrou um salto expressivo de faturamento. As receitas totais das usinas de biodiesel ultrapassaram R$ 55 bilhões em 2025, quase R$ 10 bilhões acima do resultado obtido no ano anterior.

Atualmente, 33 grupos empresariais atuam no segmento e se beneficiaram diretamente da combinação de maior volume de vendas e valorização dos preços pagos pelos distribuidores, que mantiveram o mercado aquecido durante todo o período.

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Preços em alta impulsionam rentabilidade

O preço médio do biodiesel em 2025 foi de R$ 5.734,03 por m³, um aumento em relação aos R$ 5.073,19 registrados em 2024. Essa valorização contribuiu significativamente para o crescimento da rentabilidade das usinas e para o fortalecimento financeiro do setor.

Em termos absolutos, o volume adicional de 715 mil m³ comercializados em relação ao ano anterior refletiu o impacto direto da expansão do mandato e da maior demanda por combustíveis renováveis no país.

Perspectivas positivas para 2026

Com a consolidação do B15 e a expectativa de novos avanços regulatórios, o mercado de biodiesel inicia 2026 em um cenário otimista. Especialistas avaliam que a combinação de demanda firme, estabilidade nos preços e políticas de transição energética deve continuar sustentando o crescimento da indústria nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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