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Produção de Açúcar na Índia Pode Reduzir 2% em 2024/25 Devido a Menor Área de Plantio

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A produção de açúcar da Índia poderá sofrer uma redução de 2% no ano comercial de 2024/25, totalizando 33,3 milhões de toneladas métricas, de acordo com o comunicado da Indian Sugar Mills & Bio-Energy Manufacturers Association (ISMA) divulgado nesta terça-feira. A diminuição é atribuída à redução das áreas de plantio em diversos estados, provocada pela seca do ano anterior.

Essa possível queda na produção pode limitar a capacidade da Índia, o segundo maior produtor mundial de açúcar, de realizar exportações significativas, o que ajudaria a sustentar os preços globais do adoçante. A produção deve diminuir principalmente nos estados de Maharashtra e Karnataka, que juntos são responsáveis por mais da metade da produção total de açúcar da Índia.

A previsão para a nova temporada, que começa em 1º de outubro, é de uma produção de 33,3 milhões de toneladas de açúcar, sem considerar o desvio de açúcar para a produção de etanol. No ano comercial atual, a produção está estimada em 34 milhões de toneladas, incluindo 2 milhões de toneladas desviadas para a produção de etanol.

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Durante o ano comercial de 2023/24, que termina em 30 de setembro, a Índia restringiu o uso de açúcar para a produção de etanol e proibiu as exportações para controlar os preços internos. Apesar disso, os suprimentos no país são suficientes para atender ao consumo local de 29 milhões de toneladas. Isso possibilita ao governo a suspensão dos limites de desvio de açúcar para etanol e a retomada das exportações, conforme apontado pela ISMA.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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