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Primeiras-damas de Cuiabá e MT fortalecem laços alinham ações para a capital

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A primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samantha Íris, se reuniu com a primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes, para alinhar ações estratégicas e de parcerias para a capital mato-grossense. A agenda aconteceu na tarde desta quarta-feira (12), no Palácio Paiaguás.

Secretária de Estado de Assistência Social, Grasielle Bugalho, também esteve na reunião, que serviu para oficializar a retomada de ações conjuntas entre Prefeitura de Cuiabá e Governo do Estado.

Na pauta, Samantha destacou que uma das principais ações se refere ao programa Siminina – que foi coordenado por Virgínia quando ela era a primeira-dama do município, na gestão de Mauro Mendes.

“Siminina é um projeto que eu amava muito de acompanhar quando era primeira-dama do município, era a ‘menina’ dos meus olhos. E sempre tive o desejo que ele fosse melhorado. Fico muito feliz que está sendo cuidado, pois são meninas carentes que precisam de amor e acolhimento e tenho certeza que a Samantha irá tirar de letra”, afirmou Virgínia.

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O Programa Siminina tem o propósito de promover a inclusão social de crianças e adolescentes do sexo feminino, na faixa etária de 6 a 14 anos, em situação de vulnerabilidade econômica e social.

Outra pauta defendida por Samantha se refere a causa autista, onde está sendo levantado formas de a capital ter atendimento de referência no país.

“Tenho vontade de trazer uma Casa do Autista para Cuiabá, que é uma causa que defendo e quero fazer um convite para que o Governo participe dessa ação, que será um marco para a causa em Cuiabá. Além de atender as crianças, também queremos atender as mães no que tange a saúde mental delas, que é um ponto delicado, pois o trabalho de uma mãe atípica tem muito mais demanda”, pontuou Samantha.

Virgínia também solicitou que Cuiabá faça adesão ao Programa Ser Família, pois ainda é o único município do estado que não faz parte – ação assinalada positivamente por Samantha. “Samantha tem muitas funções como vereadora e primeira-dama. Estou muito feliz, conte comigo para o que precisar”, salientou Virgínia.

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Para a primeira-dama de Cuiabá, a troca de experiência e o reforço de parcerias futuras é fundamental para o desenvolvimento dos trabalhos na capital.

“É do interesse de Cuiabá essa parceria. Muito válida a troca de informações, principalmente pela experiência adquirida por Virgínia ao longo dos anos de trabalho. Deixo as portas abertas para qualquer auxílio que a gente possa receber de parceria. Viemos aqui para buscar ajuda e referências para fazer o melhor para nossa cidade”, finalizou Samantha.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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