AGRONEGÓCIO

Primeira Feria da Agricultura Familiar do Vale do Rio Cuiabá acontece neste sábado

Publicado em

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho, realizará a 1ª Feira da Agricultura Familiar do Vale do Rio Cuiabá, em parceria com o Sindicato Rural de Cuiabá, Empaer e Secretaria da Agricultura do Estado de Mato Grosso (SEAF).

A programação alusiva ao aniversário de Cuiabá, que no dia 8 comemora 306 anos, acontecerá no próximo sábado, 5 de abril, no Pavilhão do Parque de Exposições Senador Jonas Pinheiro, no bairro Porto, das 14h às 22h. Para melhor preparo do ambiente, os organizadores estão solicitando a inscrição dos participantes.

O evento reúne produtores rurais da Baixada Cuiabana, fator que proporcionará a comercialização e fortalecimento da agricultura familiar com ampla variedade de produtos típicos da região, com feirantes de municípios como Santo Antônio de Leverger, Livramento, Várzea Grande, Poconé e outros.

Um dos grandes destaques da feira será a orientação e cadastramento dos produtores familiares. Técnicos da Empaer e da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho estarão no local para orientar sobre o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF), que possibilita o acesso a políticas públicas, crédito rural e outras vantagens para os produtores.

Leia Também:  Brasil deve importar 7,3 milhões de toneladas de trigo na safra 2025/26, aponta USDA

Serão oferecidas informações sobre o Sistema de Inspeção Municipal (SIM) e o Sistema de Inspeção Agroindustrial de Pequeno Porte (SIAPP), que permitem a comercialização de produtos de origem animal de forma regulamentada, proporcionando a expansão dos negócios. A Empaer, em conjunto com a Secretaria de Agricultura do Estado de Mato Grosso (SEAF), estão responsáveis para tratar do assunto.

Apoio ao crédito, gastronomia e diversão

A Cooperativa de Crédito (SICREDI) estará disponível para orientar os produtores sobre as linhas de financiamento voltadas à agricultura familiar. Será uma importante oportunidade para os produtores conhecerem e sanar dúvidas.

A feira também contará com uma praça gastronômica que trará pratos típicos de Cuiabá, com uma série de opções para quem deseja saborear a culinária local.

E ainda, um parque infantil será montado para garantir a diversão das crianças.

“Convidamos os cidadãos que venham prestigiar, conhecer e degustar o que é produzido aqui, em solo cuiabano e da região. Tenho certeza que muita gente ainda não conhece de onde vem o que chega a sua mesa. Será uma ótima oportunidade para aproximar a população, feirantes e órgãos públicos. É a força de todos para melhor alavancar o setor”, declarou o diretor de Agricultura da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho, Renildo França.

Leia Também:  Semeadura do arroz avança lentamente no Rio Grande do Sul com menor área prevista para 2025/2026

INSCRIÇÕES

Os interessados em participar da 1ª Feira da Agricultura Familiar do Vale do Rio Cuiabá podem obter informações na Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho, pelo telefone (65) 3645-7251.

A inscrição pode ser feita diretamente pelo formulário https://bit.ly/FAFVRCinscricao .

#PraCegoVer

A imagem mostra um banner do evento, multicolorido com verduras, frutas e legumes. No material publicitário há informações como data, horário e o local da feira.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

Published

on

O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

Leia Também:  Paraná Destaca-se como o Segundo Estado em Emprego na Indústria Alimentícia, Com 237 Mil Trabalhadores

Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

Leia Também:  Brasil deve importar 7,3 milhões de toneladas de trigo na safra 2025/26, aponta USDA

Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA