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Primeira-dama destaca que mais de 1,2 mil idosos são atendidos com ações de bem-estar, saúde e educação nos Centros de Convivência em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, mantém quatro unidades dos Centros de Convivência de Idosos (CCI’s): Padre Firmo, localizado na região central; Maria Ignês, no CPA; Aidee Pereira, no Novo Horizonte e João Guerreiro, no Coxipó. Atualmente, essas unidades atendem 1.217 idosos cadastrados.

Ao longo de 2024, os CCI’s realizaram 4.832 atendimentos e ofereceram mais de 9 mil serviços e atividades continuadas. Entre as atividades disponíveis estão hidroginástica, ginástica, jogos de mesa, oficinas de crochê, palestras, rodas de conversa, dinâmicas de grupo, encontros intergeracionais e passeios culturais. Além disso, os CCI’s orientam sobre benefícios sociais, promovendo a inclusão e o exercício da cidadania.

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), realizado nas unidades, busca também aproximar as famílias dos idosos, prevenindo situações de exclusão social e quadros depressivos.

Jorge de Oliveira, de 81 anos, do CCI Maria Ignês, expressou gratidão pelas mudanças que o programa trouxe à sua vida. “Comecei a frequentar há pouco tempo, mas já vejo como me sinto mais saudável e animado. Deveria ter vindo há dez anos! Hoje, tenho mais disposição até para ajudar nos afazeres de casa. Sou muito grato à equipe da Prefeitura e aos CCI’s por nos proporcionarem essa oportunidade. Vou fazer o possível para continuar frequentando no ano que vem,” afirmou Jorge.

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Dona Sofia Aparecida, é uma das frequentadoras assíduas do Centro de Convivência Padre Firmo. Ela diz que já perdeu a conta de quanto tempo participa das atividades. “Tenho certeza de que, um dos fatores de eu estar hoje, com 76 anos, disposta e saudável, é graças ao empenho dispensado pela equipe, que cuida da gente como se fosse alguém da família. Sou muita grata”, disse Sofia.

“A melhoria da qualidade de vida da população idosa foi desde o início, uma das principais bandeiras da nossa gestão. Isso demonstra o respeito e a valorização que dedicamos a quem tanto contribuiu com a história de Cuiabá. Trabalhamos para que os idosos recebessem um atendimento de excelência, promovendo saúde e bem estar. Prova disso, são os filtros de barro que entregamos aos idosos cadastrados nos CCI’s. 400 deles foram beneficiados e hoje têm acesso a água pura e de qualidade. Água potável é um direito fundamental e, com esses filtros, queremos garantir que essas famílias tenham acesso a um recurso essencial para sua saúde e bem-estar. Estou feliz por poder contribuir com essa entrega e por fazer parte de uma gestão que sempre priorizou o social”, lembrou a primeira-dama, Márcia Pinheiro.

Desde 2017, quando Emanuel Pinheiro assumiu a gestão do município, as políticas voltadas para a população idosa foram ampliadas, com parcerias estratégicas, como as firmadas com o Conselho Municipal da Pessoa Idosa e convênios que ajudam a incluir mais idosos nos programas, retirando-os de situações de vulnerabilidade.

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A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira, destacou o compromisso da gestão com a inclusão: “As ações voltadas para a pessoa idosa foram embasadas num atendimento humanizado e eficiente, em conformidade com a determinação do prefeito Emanuel Pinheiro, que trouxe a inclusão como diretriz para transformar Cuiabá em uma cidade melhor para todos.”

Os 1.217 idosos atendidos pelos CCI’s estão distribuídos entre as unidades da seguinte forma: CCI Aidee Pereira: 302 idosos; CCI Maria Ignês: 310 idosos; CCI Padre Firmo: 318 idosos; CCI João Guerreiro: 309 idosos

Os CCI’s funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com o objetivo de promover o envelhecimento saudável e fortalecer os vínculos sociais por meio de atividades coletivas.

“Desde que assumi a Prefeitura, firmei um compromisso com os idosos de nossa cidade. Retribuímos o que eles fizeram por Cuiabá ao longo de suas vidas com políticas públicas eficientes e serviços de excelência. Esse foi o nosso objetivo: oferecer qualidade de vida, inclusão e respeito para essa parcela tão importante da população”, concluiu o prefeito Emanuel Pinheiro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Brasil colhe recorde de 4,14 milhões de toneladas de algodão em área menor

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O Brasil encerrou a colheita de algodão da safra 2025/26 com produção estimada em 4,14 milhões de toneladas de pluma, a maior da série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume supera em 1,5% o resultado do ciclo anterior, apesar da redução da área plantada. Com a fibra retirada do campo, o desempenho das exportações e a preservação da qualidade passam a pesar no resultado do produtor.

O avanço veio do rendimento das lavouras. A produtividade média atingiu 2.053 quilos de pluma por hectare, alta de 4,9% sobre a temporada passada, suficiente para compensar a diminuição de 3,2% da área cultivada, que ficou em 2,02 milhões de hectares. O país conseguiu, assim, ampliar a oferta sem expandir o plantio.

A etapa de colheita já ficou para trás nas principais regiões produtoras. No acompanhamento divulgado pela Conab os trabalhos alcançaram 100% da área monitorada, incluindo Mato Grosso e Bahia. A atividade prossegue nas algodoeiras, onde o beneficiamento separa a fibra do caroço e prepara a pluma para comercialização.

O mercado externo é decisivo para absorver essa produção. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), reunidos pela Conab, o Brasil exportou 2,08 milhões de toneladas de algodão de janeiro a agosto, crescimento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2025.

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Para 2026, a companhia projeta embarques de 3,42 milhões de toneladas, enquanto o consumo doméstico é estimado em 740 mil toneladas. A distância entre os dois volumes mostra o peso das vendas internacionais para o escoamento da fibra brasileira.

Dentro do país, a indústria têxtil continua cautelosa. Conforme a Conab, as empresas evitam grandes aquisições porque encontram dificuldade para repassar o encarecimento da matéria-prima aos produtos acabados. O estoque de passagem é projetado em 2,72 milhões de toneladas ao fim do ano, ligeiramente abaixo de 2025.

A quantidade colhida, porém, não conta toda a história. No Paraná, a Conab registrou que as chuvas na fase final da colheita, sobretudo no norte do Estado, comprometeram a qualidade da fibra, embora sem impactos relevantes no rendimento.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), chuvas persistentes durante a abertura dos capulhos — os frutos abertos que expõem a fibra — favorecem a deterioração do algodão. A umidade e a ação de fungos podem provocar amarelecimento e perda de brilho, brancura e resistência, prejudicando a qualidade da pluma.

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Como a colheita já terminou, a atenção agora se volta ao produto armazenado e ao beneficiamento. A Embrapa alerta que o excesso de umidade no algodão pode favorecer fermentação e microrganismos, com danos à cor e à resistência da fibra. A retirada do campo, portanto, precisa ser acompanhada de armazenamento adequado para preservar o resultado obtido na lavoura.

Para o cotonicultor, a orientação técnica é manter o algodão protegido da água, verificar as condições de armazenamento e controlar a umidade antes do processamento. Na comercialização, volume disponível e qualidade da fibra precisam ser considerados juntos: o recorde nacional amplia a oferta, mas cada lote conserva suas próprias características.

Fonte: Pensar Agro

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