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Primeira-dama acompanha limpeza para instalação do Complexo Neurossensorial

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A primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris visitou neste sábado (9) o antigo prédio da Escola Estadual Nilo Póvoas, que em breve será transformado em um Centro de Especialidades para Neurodiversidades, voltado especialmente para o atendimento de pessoas com autismo. Equipes da Limpurb com mais de 30 homens estavam em ação de limpeza e recolhimento de entulho já visando dar um novo aspecto ao ambiente, mas ainda terão muito serviço pela frente para retirar e limpar a estrutura externa e internamente.

Segundo Samantha, esta foi a quarta visita ao local, mas, desta vez, já com o local oficializado pelo Governo do Estado, para uso pela Prefeitura de Cuiabá, visando a tão sonhada “Casa do Autista” que, na verdade, será um complexo com múltiplos atendimentos. A limpeza do terreno integra as primeiras ações para viabilização do projeto.

“Agora o próximo passo é receber arquitetos e engenheiros para avaliarmos o espaço e definirmos o que será feito. É um terreno muito grande, um prédio com muitos espaços, são mais de 30 salas, onde é possível agregar diferentes atendimentos, em especial ao Autista que Cuiabá não tem, nunca teve. Mas, também podemos inserir aqui capacitações para CADs, por exemplo. A ideia é oferecer o atendimento para a população o mais rápido possível, nem que seja liberado gradualmente para uso. É um sonho e ter a oportunidade de fazer isso pelas pessoas, e é muito gratificante. Os arquitetos e engenheiros vão se debruçar para concluir o projeto para darmos início a obra”, explicou Samantha.

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Durante a visita, a parlamentar observou detalhes, fez projeções, apontou possibilidades e orientou as próximas etapas de organização com o diretor da adjunto da Limpurb, Ivan Rastelli.

A perspectiva é de que o Centro de Especialidades – Casa do Autista abrigue serviços de saúde, assistência social e educação.

“Estimo que precisamos buscar mais recursos para finalizar a reforma. Já contamos com R$ 6 milhões em recursos de emenda do senador Wellington Fagundes, destinados à Casa do Autista, mas, o valor não será suficiente para concluir a obra, equipar toda a estrutura e garantir a manutenção”, pontuou a primeira-dama.

Além disso, será necessário formar e capacitar a equipe que vai trabalhar aqui. “Enquanto pensamos no projeto e na reforma, já queremos planejar a operação e o funcionamento do centro”, afirmou Samantha.

A meta é ter, até o final deste ano, uma previsão oficial para o início das atividades. “Temos o sonho e também o prazo para esse sonho. Até o final desse ano, precisamos que o Centro esteja pelo menos com previsão de funcionamento”, completou.

#PraCegoVer

A foto mostra a primeira-dama Samantha Iris e o diretor-adjunto da Limpurb observando os trabalhadores em operação de limpeza na área externa do espaço.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Dólar em queda cria oportunidade para empresas reduzirem custos e fortalecerem estratégia cambial

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A recente queda do dólar frente ao real abriu uma nova janela estratégica para empresas brasileiras que atuam no comércio exterior, especialmente importadoras e indústrias dependentes de insumos internacionais. Com a moeda americana em patamares mais baixos ao longo de 2026, especialistas avaliam que o momento favorece redução de custos, renegociação de contratos e fortalecimento da gestão cambial.

Dados do Banco Central mostram que o fluxo cambial brasileiro acumulou superávit de US$ 16,7 bilhões até março de 2026, impulsionado principalmente pela entrada de capital estrangeiro e pelo diferencial de juros no Brasil. O cenário contribui para a valorização do real e altera diretamente o planejamento financeiro das empresas.

Real valorizado reduz custos e amplia margens operacionais

A queda do dólar tem impacto imediato sobre empresas que dependem de matérias-primas, equipamentos e produtos importados. Com a moeda americana mais barata, custos operacionais diminuem e as margens podem ganhar fôlego em diversos segmentos da economia.

Segundo Thiago Oliveira, CEO da Saygo, holding especializada em comércio exterior, câmbio e tecnologia, o cenário deve ser interpretado de forma estratégica pelas companhias.

“O dólar mais baixo não é apenas uma oportunidade de economizar. É um momento de reorganizar contratos, revisar fornecedores e estruturar uma política cambial mais inteligente”, afirma.

Além do ganho operacional, o movimento também influencia decisões relacionadas à expansão internacional, investimentos e formação de estoque.

Exportadores precisam redobrar atenção com receitas em dólar

Se por um lado a valorização do real beneficia importadores, por outro pressiona empresas exportadoras, que passam a converter receitas em dólar por valores menores em reais.

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O efeito pode comprometer competitividade e rentabilidade, especialmente em setores altamente dependentes das exportações.

Para o especialista, um dos erros mais comuns ainda é tratar o câmbio apenas como uma oportunidade momentânea.

“O erro mais comum é tratar o câmbio como algo pontual. Empresas aproveitam a cotação do dia, mas não constroem uma estratégia. Quando o ciclo vira, o impacto vem direto no caixa”, alerta Oliveira.

Empresas ampliam uso de hedge e gestão cambial

Com maior volatilidade global e influência crescente de fatores externos, empresas brasileiras vêm fortalecendo mecanismos de proteção financeira para reduzir exposição às oscilações cambiais.

Ferramentas como hedge, contratos a termo e diversificação de moedas ganham espaço nas estratégias corporativas, principalmente diante das incertezas envolvendo política monetária nos Estados Unidos, fluxo global de capitais e tensões comerciais internacionais.

Especialistas defendem que a gestão cambial deixe de ser tratada apenas como um custo operacional e passe a integrar o planejamento financeiro das empresas.

Cinco estratégias para aproveitar o dólar em baixa

Diante do cenário atual, especialistas apontam medidas que podem ajudar empresas a aproveitar o momento sem ampliar riscos financeiros:

  • Antecipação de importações: Com custos menores, empresas podem antecipar compras externas e formar estoques estratégicos a preços mais competitivos.
  • Revisão de contratos internacionais: A renegociação de contratos em dólar pode gerar redução relevante de despesas, principalmente em acordos recorrentes ou de longo prazo.
  • Proteção cambial: Mesmo com o dólar em queda, operações de hedge seguem fundamentais para reduzir exposição a futuras oscilações da moeda.
  • Diversificação de moedas: Ampliar operações para moedas como euro ajuda a reduzir dependência exclusiva do dólar e diminui vulnerabilidades cambiais.
  • Integração do câmbio ao planejamento financeiro: O acompanhamento contínuo do mercado cambial e o uso de tecnologia para projeção de cenários aumentam a previsibilidade e fortalecem a tomada de decisão.
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Gestão estratégica ganha protagonismo em cenário volátil

Para especialistas, empresas que transformam o câmbio em parte da estratégia corporativa tendem a atravessar períodos de volatilidade com maior estabilidade financeira.

“Não se trata de prever o dólar, mas de se preparar para qualquer direção que ele tome. Quem tem método não depende da sorte”, afirma Oliveira.

Além de reduzir custos financeiros e logísticos, o dólar mais baixo pode fortalecer a competitividade de empresas brasileiras no mercado interno. Ainda assim, analistas reforçam que o atual cenário cambial é cíclico e exige cautela.

“A vantagem existe, mas ela é temporária. O câmbio é cíclico. Empresas que usam esse período para estruturar processos saem fortalecidas. As que apenas aproveitam o preço do dia continuam vulneráveis”, conclui o executivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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