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Prevenção e Controle de Bernes em Bovinos: Cuidados Essenciais para Evitar Danos

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Os bernes são um dos parasitas mais prejudiciais à pecuária brasileira, causando impactos significativos tanto na saúde dos bovinos quanto na qualidade do couro. Segundo a Embrapa, bovinos infestados por 20 a 40 bernes podem perder entre 9% e 14% do peso corporal, enquanto o couro, com 10 a 20 perfurações em sua região nobre, pode ter uma desvalorização de até 40%. A prevenção, portanto, é a melhor estratégia para evitar danos graves. “A maneira mais eficaz de prevenir essa infestação é iniciar o controle precocemente, utilizando produtos endectocidas, que combatem tanto parasitas internos quanto externos, antes que os bernes se estabeleçam nos animais”, explica Thales Vechiato, gerente de produtos para grandes animais da Pearson Saúde Animal.

O ciclo de infestação por bernes começa quando as moscas do gênero Hypoderma, popularmente conhecidas como ‘moscas-do-berne’, depositam seus ovos na pele dos bovinos. As larvas que eclodem penetram no corpo do animal, gerando inchaços visíveis e provocando inflamações. Nos estágios iniciais, é possível observar pequenas protuberâncias ou nódulos na pele do gado, geralmente nas regiões do pescoço, coxas e ao longo da coluna vertebral. “Nos primeiros sinais, o manejo correto pode evitar que a infestação se desenvolva de forma irreversível”, alerta Vechiato.

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O médico-veterinário reforça a importância de realizar inspeções regulares nos animais, especialmente nas áreas mais suscetíveis à infestação. “O monitoramento constante facilita a detecção precoce e permite a aplicação de tratamentos antes que os danos sejam irreversíveis”, afirma.

Uma das alternativas mais eficazes para o controle de bernes é o Genesis Iver Pour-on, da Pearson Saúde Animal. Este endectocida é indicado para o tratamento de vários parasitas, incluindo bernes, piolhos e carrapatos. “O Genesis Iver Pour-on é aplicado diretamente na pele do animal, sem necessidade de agulhas, o que diminui os riscos de contaminação e facilita o manejo, especialmente em grandes rebanhos. No entanto, é fundamental seguir a orientação de um veterinário para garantir o uso correto e eficaz do produto”, conclui Vechiato.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão carioca reage no fim de abril com oferta restrita e disputa por qualidade, aponta Cepea

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O mercado de feijão carioca encerrou abril com recuperação nas cotações, impulsionada por uma combinação de oferta mais restrita e aumento na demanda por lotes de melhor qualidade. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que o comportamento dos preços foi marcado por dois momentos distintos ao longo do mês.

Primeira quinzena pressionada

Na primeira metade de abril, os preços do feijão carioca registraram queda. Segundo pesquisadores do Cepea, o movimento foi influenciado pela dificuldade de atacadistas e varejistas em repassar os custos ao consumidor final, além de uma postura mais cautelosa por parte dos compradores.

Esse cenário resultou em menor liquidez no mercado e pressão negativa sobre as cotações.

Reação na segunda metade do mês

Já na segunda quinzena, o mercado apresentou uma virada. A redução na oferta disponível, aliada à necessidade de recomposição de estoques por parte dos compradores, intensificou a disputa por lotes de maior qualidade.

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Como consequência, os preços reagiram de forma consistente, especialmente para grãos com padrão superior.

Apesar dessa recuperação no fim do mês, a média mensal do feijão carioca ficou abaixo da observada em março, refletindo o desempenho mais fraco das primeiras semanas.

Feijão preto segue pressionado

Diferentemente do carioca, o mercado de feijão preto manteve tendência de preços pressionados ao longo de abril. O aumento da disponibilidade do produto e a proximidade da nova safra contribuíram para limitar avanços nas cotações.

Ainda assim, algumas regiões registraram sustentação pontual nos preços, indicando variações locais conforme a dinâmica de oferta e demanda.

Perspectivas para o mercado

O comportamento do mercado de feijão segue atrelado ao equilíbrio entre oferta, demanda e qualidade do produto. A expectativa é de que a evolução da colheita e o ritmo de consumo continuem sendo determinantes para a formação dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

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