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Prefeitura realiza patrolamento em 14 pontos da capital nesta sexta

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, intensificou nesta sexta-feira (22) os serviços de patrolamento viário em 14 pontos da capital. A ação visa melhorar as condições de trafegabilidade em estradas vicinais urbanas e rurais, beneficiando diretamente milhares de motoristas e moradores das regiões contempladas.

Nesta etapa, os trabalhos estão concentrados nos bairros Residencial Nova Vitória, Loteamento Paes de Barros, Altos da Serra, Jardim Paraná, Residencial Vila Cuiabá, Altos da Glória, Nova Esperança, Residencial Flor de Liz, avenida das Torres – Prolongamento, Residencial Vila Nova, além do Assentamento Rural Laranjeiras, Distrito do Aguaçu, Assentamento Rural Sesmaria Santa Tereza e Assentamento Rural Flor da Mata.

Desde o início de 2025, a Prefeitura já executou mais de 835 quilômetros de serviços de nivelamento e reestruturação de vias em diferentes regiões do município. Desse total, 235 quilômetros correspondem a áreas urbanas e 600 quilômetros à zona rural. Além disso, 87 pontos de drenagem receberam obras de recuperação, somando 825 metros revitalizados.

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O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira, ressaltou que o trabalho é contínuo e integra o planejamento estratégico da gestão. “Estamos avançando de forma simultânea em diferentes regiões para atender tanto a zona urbana quanto a rural. O patrolamento garante mais segurança e conforto para os motoristas, além de fortalecer o escoamento da produção nas comunidades rurais. Nosso compromisso é manter a malha viária em condições adequadas para toda a população de Cuiabá”, destacou.

Paralelamente ao patrolamento, as equipes também seguem atuando na manutenção do sistema de drenagem em bairros como Real Parque, Novo Horizonte, Leblon 1 e Altos da Serra 2, reforçando o trabalho preventivo contra alagamentos e danos estruturais.

Além disso, os serviços de tapa-buraco também foram intensificados nesta sexta-feira (22), contemplando nove regiões da cidade: Residencial Tropical Ville, Coophamil, Cidade Alta, Residencial Ubatã, Verdão, Residencial José Pinto, Porto, Novo Terceiro e Cidade Verde.

#PraCegoVer

A imagem mostra uma máquina motoniveladora realizando o tratamento de patrolamento viário.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Sudeste supera Centro-Oeste em custo alimentar e confinamento registra lucro recorde em 2026

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O custo alimentar do confinamento bovino no Brasil apresentou uma mudança inédita na dinâmica entre as principais regiões produtoras em março de 2026. Pela primeira vez no ano, o Sudeste registrou custo inferior ao Centro-Oeste, segundo dados do Índice de Custo Alimentar Ponta (ICAP).

O indicador, baseado em dados reais de confinamentos que representam cerca de 62% das cabeças confinadas no país, evidencia uma nova configuração de competitividade regional, ao mesmo tempo em que a atividade atinge níveis recordes de rentabilidade.

Sudeste registra menor custo alimentar e quebra padrão histórico

Em março, o ICAP no Centro-Oeste fechou em R$ 13,23 por cabeça/dia, alta de 11,93% em relação a fevereiro, pressionado principalmente pelo encarecimento de insumos energéticos e volumosos.

Já no Sudeste, o índice foi de R$ 12,19, com recuo de 3,64% no mesmo período. O resultado consolidou a tendência de queda iniciada em fevereiro e marcou a inversão regional, com diferença de R$ 1,04 a favor do Sudeste.

Na comparação anual, ambas as regiões apresentam redução de custos. O Centro-Oeste acumula queda de 4,89%, enquanto o Sudeste registra recuo mais expressivo de 8,14% frente a março de 2025.

Insumos pressionam custos no Centro-Oeste

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o Centro-Oeste encerrou março acima da média do período, refletindo a pressão concentrada no último mês.

Os principais movimentos foram:

  • Volumosos: alta de 21,02%
  • Energéticos: alta de 12,35%
  • Proteicos: estabilidade (-0,30%)

O aumento foi impulsionado principalmente pelos energéticos, com destaque para o milho grão seco (+2,2%) e o sorgo (+6,9%), em meio à transição entre a safra de verão e a expectativa da safrinha.

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Nos volumosos, a elevação foi puxada pela silagem de capim (+30,4%), mesmo com recuos em itens como a silagem de milho (-8,1%).

Sudeste reduz custos com maior oferta de insumos

No Sudeste, o custo alimentar encerrou março 1,79% abaixo da média trimestral, influenciado principalmente pela queda nos insumos energéticos e proteicos.

Os destaques foram:

  • Energéticos: queda de 8,74%
  • Proteicos: queda de 5,11%
  • Volumosos: alta de 43,75%

Entre os energéticos, houve recuo no preço do sorgo (-15,3%) e do milho (-1,5%), reflexo da maior disponibilidade e competitividade de coprodutos agroindustriais.

Nos proteicos, a redução foi puxada pela torta de algodão (-8,2%) e pelo DDG (-2,1%). Apesar da forte alta nos volumosos, especialmente silagem de cana (+65,1%) e bagaço de cana (+23,3%), o custo total da dieta foi reduzido na região.

Rentabilidade do confinamento atinge níveis recordes

A relação entre custo alimentar e preço da arroba manteve o confinamento em um dos melhores momentos de lucratividade da série recente.

No mercado físico:

  • Centro-Oeste
    • Custo da arroba produzida: R$ 192,76
    • Preço da arroba: R$ 345,00
    • Lucro: R$ 1.278,79 por cabeça
  • Sudeste
    • Custo da arroba produzida: R$ 193,50
    • Preço da arroba: R$ 350,00
    • Lucro: R$ 1.267,65 por cabeça

As duas regiões registraram crescimento superior a 24% na rentabilidade em relação a fevereiro, com margens acima de R$ 1,2 mil por animal.

Convergência de custos e competitividade entre regiões

Outro destaque foi a forte aproximação no custo por arroba produzida entre as regiões. A diferença caiu para apenas R$ 0,74 em março, ante mais de R$ 17 no mês anterior.

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Esse movimento indica uma equalização da competitividade entre Centro-Oeste e Sudeste, reforçada também por um empate técnico na lucratividade — com diferença inferior a R$ 12 por cabeça.

No mercado de exportação, o Sudeste apresenta leve vantagem, com lucro estimado em R$ 1.324,35 por animal, impulsionado por preços mais elevados do boi destinado à China.

Inversão de custos levanta dúvidas sobre tendência para 2026

A mudança no padrão regional de custos, considerada atípica para a pecuária brasileira, levanta questionamentos sobre sua continuidade.

Enquanto o Centro-Oeste foi pressionado pela alta dos energéticos (+16,55%) e volumosos (+15,18%), o Sudeste se beneficiou da queda nos energéticos (-9,56%) e proteicos (-7,71%), favorecida pela maior oferta de coprodutos.

A consolidação ou não desse novo cenário dependerá, principalmente, do desempenho da safrinha de milho ao longo do ano.

ICAP se consolida como ferramenta estratégica no confinamento

O ICAP é calculado com base em dados de confinamentos monitorados por tecnologias de gestão, incluindo sistemas amplamente utilizados no Brasil.

O índice reúne milhões de registros de alimentação animal e permite acompanhar mensalmente a evolução dos custos nas principais regiões produtoras.

Segundo especialistas, a ferramenta tem se consolidado como apoio estratégico para decisões de compra de insumos, análise de viabilidade econômica e planejamento da atividade de confinamento.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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