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Prefeitura realiza operação tapa-buraco em treze pontos da cidade nesta quarta-feira

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Com o objetivo de melhorar as condições de tráfego e garantir mais segurança aos motoristas e pedestres, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, realiza nesta quarta-feira (23) a operação tapa-buraco em treze localidades da capital. As equipes atuam simultaneamente nos bairros Pascoal Ramos, Jardim Imperial, Jardim Gramado, Terra Nova, Pedregal, Primeiro de Março, Tijucal, CPA II, CPA III, Jardim Petrópolis, Nico Baracat, Parque Cuiabá e Sol Nascente.

Para preservar a segurança de quem circula pelas áreas em manutenção, os trechos recebem sinalização preventiva e são isolados com fitas zebradas. Quando há necessidade de bloqueio total das vias, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) é acionada para coordenar rotas alternativas e minimizar transtornos no trânsito local.

Conforme o secretário de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira, o trabalho é resultado de um planejamento estratégico que busca atender as regiões mais críticas da cidade. “Temos uma equipe técnica comprometida que faz o levantamento diário das necessidades e cruza essas informações com as demandas que recebemos da população. A operação tapa-buraco é fundamental para garantir a trafegabilidade e a segurança viária em todos os bairros”, destacou o secretário.

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As ações seguem um rigoroso processo técnico. A primeira etapa consiste na retirada da umidade dos buracos, comum especialmente em períodos chuvosos, utilizando um motojato. Em locais onde há acúmulo de detritos, retroescavadeiras auxiliam na limpeza. Depois, é aplicada uma camada de brita fina, seguida pelo asfalto quente, que passa por compactação e nivelamento com rastelamento, assegurando durabilidade e acabamento adequado.

De acordo com a Secretaria de Obras, os pontos atendidos são definidos com base em um levantamento técnico aliado às solicitações mais urgentes feitas pela própria população. Os pedidos podem ser registrados por meio do canal ZapObras, disponível via WhatsApp, no número (65) 9 9216-0484.

A operação tapa-buraco é uma das principais frentes de manutenção da malha viária de Cuiabá e segue um planejamento contínuo para atender todas as regiões da cidade, conforme a demanda e a prioridade técnica identificada.

#PraCegoVer

A imagem mostra trabalhadores da Secretaria Municipal de Obras Públicas realizando o serviço de tapa-buraco no bairro CPA II.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

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O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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