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Prefeitura prorroga pagamento do IPTU à vista com desconto até 31 de março

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A Prefeitura de Cuiabá prorrogou até o dia 31 de março o vencimento da cota única do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) com desconto de 10% para pagamento à vista. Também, até essa data, estará disponível a opção de pagamento em oito parcelas, sem acréscimo de juros.

O decreto de prorrogação, assinado pelo prefeito Abílio Brunini, foi publicado na edição suplementar nº 1076 da Gazeta Municipal, em 14 de março.

As datas das demais parcelas seguem inalteradas:

2ª parcela – 14/04/2025

3ª parcela – 14/05/2025

4ª parcela – 16/06/2025

5ª parcela – 14/07/2025

6ª parcela – 14/08/2025

7ª parcela – 15/09/2025

8ª parcela – 14/10/2025

Os contribuintes que desejam quitar o IPTU à vista, com 10% de desconto, podem acessar o link https://portalfazenda.cuiaba.mt.gov.br/portalfazenda/PortalContribuinte/Home e selecionar a opção “Emissão de Guia IPTU”.

Para acessar o sistema, é necessário informar o número do CPF/CNPJ ou do Cadastro Imobiliário. As opções de pagamento disponíveis são boleto ou PIX, não havendo a possibilidade de pagamento via cartão de crédito.

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O secretário de Economia, Marcelo Bussiki, destacou que a prorrogação do IPTU tornou-se necessária devido à preocupação da atual gestão em disseminar a cultura do carnê digital, ampliando o acesso dos contribuintes cuiabanos por meio do atendimento multicanal.

Além disso, a medida atende a solicitações de setores sociais e empresariais, bem como leva em consideração a instabilidade registrada nos últimos dias no sistema de emissão de guias do IPTU, ocasionada pelo alto fluxo de acessos.

O secretário Marcelo Bussiki ressalta ainda que a arrecadação do IPTU é essencial para as finanças públicas. Isso porque, juntamente com o ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis) e o ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), compõe a arrecadação própria do município.

“O dinheiro arrecadado é investido em políticas públicas do Executivo, abrangendo educação, saúde, infraestrutura, assistência social e outras ações que visam a melhoria da qualidade de vida da população cuiabana”, destaca.

#PraCegoVer

A foto que ilustra o texto exibe o prédio da Prefeitura de Cuiabá, com detalhes em verde e branco. A imagem aérea foi captada por drone e destaca também a Praça Alencastro.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produção avança no Maranhão e Piauí e reforça expansão agrícola do Matopiba

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A produção de grãos continua ganhando espaço no Matopiba. Maranhão e Piauí acrescentaram cerca de 43 mil hectares ao cultivo de soja na safra 2025/26 e já somam aproximadamente 2,72 milhões de hectares plantados com a oleaginosa. O avanço ocorre junto com o crescimento do milho de primeira safra, cuja área aumentou perto de 23% nos dois Estados.

Os dados são da terceira edição da série Mapas Agro, levantamento da Serasa Experian que compara as safras 2024/25 e 2025/26. Os números mostram que a expansão agrícola permanece concentrada em importantes polos de produção do Matopiba, região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

O Piauí apresentou o maior crescimento da soja entre os Estados analisados. A área chegou a aproximadamente 1,1 milhão de hectares, 32 mil hectares a mais que no ciclo anterior.

O avanço fica ainda mais evidente quando observado em um período maior. Desde 2020/21, o cultivo de soja no Piauí cresceu 40,2%, com a incorporação de aproximadamente 320 mil hectares. Santa Filomena e Currais lideraram a expansão mais recente, com acréscimos de 8,6 mil e 8,3 mil hectares, respectivamente.

No Maranhão, a soja ocupa cerca de 1,62 milhão de hectares, aumento de aproximadamente 11 mil hectares em uma safra. Em seis ciclos, porém, a expansão acumulada chega a 51,2%, equivalente a cerca de 550 mil novos hectares. Mirador apresentou o maior avanço municipal na temporada, com aproximadamente 5,9 mil hectares adicionais.

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Somada à Bahia, onde levantamento anterior identificou 2,27 milhões de hectares, a soja cultivada nos três Estados se aproxima de 5 milhões de hectares. Os números reforçam o peso crescente do Nordeste na produção brasileira da oleaginosa.

O milho também acompanha esse movimento. Maranhão e Piauí alcançaram juntos 322.842 hectares de milho de primeira safra em 2025/26, crescimento próximo de 23% em relação ao ciclo anterior. O Piauí responde por 166.243 hectares e o Maranhão, por 156.599 hectares.

Municípios como Uruçuí e Baixa Grande do Ribeiro, no Piauí, e Balsas e Bom Jesus das Selvas, no Maranhão, aparecem entre as áreas de expansão do cereal.

O crescimento ganha importância diante dos investimentos na cadeia de etanol de milho na região. A instalação e expansão de unidades industriais tende a criar demanda mais próxima das áreas produtoras, ampliar as alternativas de comercialização do cereal e estimular investimentos em armazenagem, transporte e outros serviços ligados à produção.

O levantamento também mostra que a expansão não ocorre de maneira uniforme no País. Acre e Amazonas, que possuem participação ainda pequena no cultivo nacional, reduziram conjuntamente a área de soja em cerca de 4 mil hectares, para aproximadamente 28 mil hectares. Mesmo assim, a área cultivada nos dois Estados ainda acumula crescimento de 232,6% desde 2020/21.

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Além de medir a evolução das lavouras, o Mapas Agro cruza informações produtivas com indicadores territoriais e socioambientais. A presença de soja em imóveis com registros de desmatamento identificados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), também integra a análise.

O registro, por si só, não caracteriza desmatamento ilegal. A regularidade depende das condições e autorizações previstas na legislação ambiental, e a documentação é exigida nas operações sujeitas às regras do Manual de Crédito Rural.

Para o produtor, a consolidação de novas áreas de grãos tem efeitos que ultrapassam a porteira. O aumento da produção tende a elevar a demanda por armazenagem, transporte, insumos, crédito e seguro rural e, ao mesmo tempo, pode favorecer a chegada de indústrias consumidoras de soja e milho.

Os números de Maranhão e Piauí mostram, sobretudo, que o Matopiba continua ampliando sua participação no mapa agrícola brasileiro, com novos polos produtivos e maior diversificação das oportunidades de comercialização de grãos.

Fonte: Pensar Agro

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