AGRONEGÓCIO

Prefeitura injeta R$ 11,5 milhões na economia com pagamento da rescisão de comissionados

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A Prefeitura de Cuiabá efetua nesta sexta-feira (11), o pagamento das rescisões de servidores comissionados exonerados no período de julho a outubro de 2024. Os valores contemplarão ex-funcionários comissionados, contratados e efetivos que se aposentaram e estão com valores pendentes para recebimento.

No dia 12 de maio, será efetuado o pagamento das rescisões dos exonerados no período de novembro de 2024 a fevereiro de 2025.

No dia 11 de junho, ocorrerá o pagamento dos exonerados no período de março a maio de 2025.

A quitação das rescisões em atraso, conforme a Secretaria Municipal de Economia, vai movimentar R$ 11,5 milhões.

Desde que assumiu o mandato em janeiro deste ano, o prefeito Abilio Brunini tem se empenhado para manter o pagamento do funcionalismo em dia. Em pouco mais de três meses, foram quitadas todas as folhas salariais em dia. No dia 25 de cada mês, são pagos os salários dos aposentados e pensionistas.

Ainda houve a inovação de incluir o pagamento do prêmio-saúde, benefício destinado exclusivamente aos servidores da saúde pública, na data do pagamento do salário. Essas medidas permitiram uma movimentação superior a R$ 359,5 milhões na economia cuiabana.

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A matéria é ilustrada com imagem do prédio da Prefeitura de Cuiabá nas cores verde e branca. Há destaque também para a Praça Alencastro, na qual estão circulando populares em sentidos distintos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Exportações do setor batem recorde e reforçam protagonismo mundial

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O algodão brasileiro segue ampliando sua relevância no comércio internacional e alcançou mais um resultado histórico em maio. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pela Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o país embarcou 291,2 mil toneladas da fibra no mês, o maior volume já registrado para maio. As vendas renderam cerca de R$ 2,25 bilhões, reforçando a força de uma cadeia que se consolidou como uma das mais competitivas do agronegócio nacional.

O desempenho ganha ainda mais relevância diante da expansão do mercado algodoeiro brasileiro nos últimos anos. O país disputa a liderança mundial das exportações da fibra e tem ampliado sua participação em mercados estratégicos da Ásia, principal destino da produção nacional. Com tecnologia, produtividade elevada e ganhos logísticos, o algodão deixou de ser uma cultura regional para se transformar em uma importante fonte de geração de renda e divisas para o país.

Na comparação com maio de 2025, os embarques cresceram 51,5% em volume, enquanto o faturamento avançou 45,3%. Embora o resultado tenha ficado abaixo das 370,4 mil toneladas exportadas em abril, o setor considera o movimento compatível com a sazonalidade do mercado e sem impacto sobre o excelente desempenho da temporada.

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Com o resultado de maio, o Brasil ultrapassou a marca de 3,1 milhões de toneladas exportadas no acumulado da temporada 2025/26, iniciada em julho do ano passado. O volume representa um novo recorde para a cotonicultura nacional e confirma a crescente demanda internacional pela fibra produzida no país.

Além dos números expressivos, o setor comemora a diversificação dos mercados compradores. Bangladesh liderou as importações em maio, absorvendo 21,1% dos embarques brasileiros. Na sequência aparecem Paquistão, com 19%, Turquia, com 14,2%, e Vietnã, com 13,4%. Juntos, Bangladesh e Paquistão responderam por aproximadamente 40% de todo o algodão exportado pelo Brasil no período.

A mudança no perfil dos compradores também chama atenção. Tradicionalmente um dos principais destinos da fibra brasileira, a China respondeu por 9,6% das compras em maio, participação inferior à observada ao longo da temporada. A Índia também reduziu suas aquisições após alterações em sua política de importação. Para o setor, a capacidade de ampliar vendas para diferentes mercados demonstra a competitividade do produto brasileiro e reduz a dependência de poucos compradores.

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O algodão já ocupa posição de destaque entre os produtos exportados pelo agronegócio. Em maio, a fibra respondeu por 1,41% de todas as exportações brasileiras e figurou entre os principais produtos agropecuários embarcados pelo país. O resultado reflete os investimentos realizados pelos produtores em tecnologia, qualidade da fibra, sustentabilidade e rastreabilidade, fatores cada vez mais valorizados pelos mercados internacionais.

Com a safra em expansão e a demanda global permanecendo aquecida, a expectativa do setor é de continuidade do bom desempenho nos próximos meses. O cenário reforça o protagonismo do algodão brasileiro no comércio mundial e consolida a cultura como uma das atividades mais dinâmicas e estratégicas do agronegócio nacional.

Fonte: Pensar Agro

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