AGRONEGÓCIO

Prefeitura inicia pagamento de auxílio aos catadores de lixo

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A Prefeitura de Cuiabá deu início nesta quarta-feira (28) ao pagamento do auxílio aos catadores de lixo do antigo Aterro Sanitário, referente a dezembro de 2024. O valor corresponde a um salário mínimo. As transferências bancárias deverão ser concluídas até sexta-feira (31).

No total, são 255 trabalhadores que receberão R$ 1.412,00 (Hum mil quatrocentos e doze reais e zero centavos), o que representa R$ 360.060,00 (Trezentos mil e sessenta reais e zero centavos).

O compromisso é honrado mesmo com as dificuldades financeiras já assumidas pela atual gestão em um decreto de calamidade publicado no dia 3 de janeiro por conta de dívidas acumuladas em R$ 1,6 bilhão.

Esses 255 trabalhadores recebem um salário mínimo mensal em razão de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado pela Prefeitura de Cuiabá com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE) a partir da desativação do antigo Aterro Sanitário, em 2021, por não atender mais as condições sanitárias.

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Todos estão realizando o curso “Economia Solidária” oferecido pela Unemat (Universidade do Estado de Mato Grosso) para aprender o que é trabalhar numa cooperativa.

Esses profissionais serão aproveitados para trabalhar na coleta seletiva de lixo que está em fase de implementação por meio da formação de um grupo interinstitucional formado pela Procuradoria Geral do Município, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Defensoria Pública, Prefeitura de Cuiabá e técnicos da Unemat.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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