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Prefeitura de Cuiabá qualifica servidores visando eficiência nas políticas públicas

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Servidores públicos da Prefeitura de Cuiabá que atuam em diversas secretarias participaram nesta quinta-feira (4) de um curso de capacitação do novo Sistema de Gerenciamento (GPE) na Escola de Contas do TCE (Tribunal de Contas do Estado).

Foi abordado numa palestra o Sistema GPE como ferramenta gerencial e realizada duas oficinas de inserção dos dados no sistema GPE.

O Sistema GPE insere o Município no radar de avaliação das prefeituras do Estado, possibilitando maior transparência, eficiência administrativa e comparabilidade de resultados. Esse ranking evidencia o desempenho das gestões municipais, aumentando assim a transparência do mandato do prefeito Abilio Brunini.

Com aulas ministradas por técnicos do TCE e professores da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), foi transmitido conhecimento de planejamento estratégico da administração pública, pautando-se pela ideia central de como a equipe técnica deve agir para organizar políticas públicas pautadas pela legalidade, eficiência, transparência e moralidade.

Nós precisamos melhorar a prestação de serviços em Cuiabá porque sabemos que a demanda é crescente. Aquilo que foi elaborado no plano de governo, e aceito pela maioria da população, é convertido em políticas públicas. A atual gestão representa a esperança do povo. A confiança está depositada no prefeito e sua equipe administrativa. Por isso, queremos aplicar bons modelos e estamos nesta parceria com o TCE visando a evolução”, observa o secretário de Planejamento Estratégico, Murilo Bianchini.

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A secretária adjunta de Planejamento Estratégico, Patricia Alonço dos Reis, destaca a participação dos servidores, o que mostra o empenho e compromisso com bons resultados diários na administração pública.

“Cada secretaria trouxe seus representantes de planejamento para melhor atuar na formulação dos indicadores das políticas públicas. Agradeço a participação de cada servidor neste dia que se pautou na busca pelo conhecimento”, disse.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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