AGRONEGÓCIO

Prefeitura de Cuiabá inicia processo de revitalização do Morro da Luz nesta quinta

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Nesta quinta-feira (16), às 9h, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano, realiza uma ação no Morro da Luz para a identificação de árvores sem vida, para posteriormente realizar a retirada. A iniciativa marca o início do processo de limpeza e revitalização do local, tido como um importante ponto histórico e cultural da capital. A ação contará com a equipe do Horto Florestal na condução do trabalho e o auxílio de GPS, e evitará que árvores vivas sejam cortadas e removidas do local.

A iniciativa visa garantir mais segurança, acessibilidade e valorização do espaço e transformar o Morro da Luz em um ambiente mais agradável para a população cuiabana.

O trabalho desta quinta-feira representa o primeiro passo num projeto mais amplo de requalificação da área, e seu entorno, o Centro Histórico da Capital. Nesse engajamento, a Prefeitura inicia estudos para a criação do Jardim Botânico do Morro da Luz.

“No dia 24 de setembro (mês passado) celebramos 200 anos da carta de D. Pedro I que determinava a criação do Jardim Botânico de Cuiabá. A data reacendeu esse sonho que tem a possibilidade de se tornar realidade. Vamos trabalhar em prol desse objetivo, com apoio da coordenação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Temos espécies únicas, que são características do nosso Estado, do nosso município que devem ser cultivadas. Com certeza, será uma riqueza para as gerações vindouras”, destacou o secretário municipal de Planejamento Urbano, José Afonso Portocarrero.

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SERVIÇO

O que: Identificação dos indivíduos arbóreos sem vida

Onde: Morro da Luz

Quando: quarta-feira (16)

Horário: 9h

#PraCegoVer

A foto exibe uma vista área do Morro da Luz, no Centro de Cuiabá, em época de floração dos Ipês.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Mato Grosso lidera produção de soja sustentável e leva Brasil a superar 2 milhões de hectares certificados

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O Brasil consolidou sua posição como uma das principais referências mundiais em produção sustentável de soja. Em 2025, o país ultrapassou a marca de 2 milhões de hectares certificados pelo padrão da Mesa Redonda da Soja Responsável (RTRS), registrando crescimento de 28% em comparação ao ano anterior.

O avanço demonstra o fortalecimento das práticas sustentáveis no campo e amplia a capacidade brasileira de atender mercados cada vez mais exigentes em critérios ambientais, sociais e de governança (ESG).

Mato Grosso mantém liderança nacional em soja certificada

Maior produtor de soja do Brasil, Mato Grosso segue na liderança da certificação RTRS. O estado contabiliza mais de 1,22 milhão de hectares certificados e produção superior a 4,9 milhões de toneladas de soja sustentável.

O desempenho mato-grossense reforça a importância do estado para o abastecimento dos mercados internacionais que demandam produtos com rastreabilidade e garantia de produção responsável.

Segundo a RTRS, a liderança é resultado da combinação entre elevada escala produtiva, infraestrutura logística estratégica e forte atuação de empresas e organizações comprometidas com a sustentabilidade agrícola.

Logística e inovação impulsionam certificação

De acordo com Cid Sanches, consultor de Desenvolvimento de Mercado e Relacionamento Institucional da RTRS no Brasil, o avanço da certificação em Mato Grosso também está ligado à presença de agentes multiplicadores e ao perfil empresarial dos produtores rurais.

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A atuação de empresas como a Amaggi e de iniciativas regionais de capacitação tem contribuído para ampliar a adesão ao programa.

Outro diferencial está na logística. Grande parte da soja destinada ao mercado europeu é exportada pelos portos do Arco Norte, incluindo Santarém, Manaus e Belém, fator que fortalece a competitividade da produção certificada.

Além disso, o estado reúne produtores com alto grau de profissionalização e maior predisposição à adoção de tecnologias, inovação e processos de certificação.

Matopiba ganha força na agricultura sustentável

Além de Mato Grosso, os estados do Matopiba seguem ampliando sua participação na produção de soja certificada.

Maranhão, Piauí e Bahia aparecem entre os cinco maiores produtores RTRS do país, consolidando a região como uma das principais fronteiras da agricultura sustentável brasileira.

Segundo a RTRS, a predominância de grandes propriedades agrícolas favorece ganhos de escala e torna a implementação da certificação mais eficiente, permitindo que cada unidade produtiva represente um volume expressivo de área certificada.

Brasil ainda tem espaço para ampliar área certificada

Apesar do crescimento expressivo, a certificação RTRS ainda representa uma parcela relativamente pequena da área total cultivada com soja no país.

A entidade avalia que estados da Região Sul, especialmente Rio Grande do Sul e Santa Catarina, possuem potencial para ampliar significativamente sua participação nos próximos anos, seguindo o exemplo do Paraná, onde cooperativas agrícolas vêm desempenhando papel importante na expansão da certificação.

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Para a RTRS, o avanço da soja sustentável envia uma mensagem clara ao mercado internacional: o Brasil possui capacidade de ampliar a oferta de soja produzida sob critérios rigorosos de sustentabilidade sempre que houver demanda.

Ranking dos estados com maior produção RTRS em 2025
  • 1º Mato Grosso
    • Produção: 4,91 milhões de toneladas
    • Área certificada: 1.228.631 hectares
  • 2º Maranhão
    • Produção: 938 mil toneladas
    • Área certificada: 219.108 hectares
  • 3º Piauí
    • Produção: 820,5 mil toneladas
    • Área certificada: 181.568 hectares
  • 4º Goiás
    • Produção: 525 mil toneladas
    • Área certificada: 114.685 hectares
  • 5º Bahia
    • Produção: 388,3 mil toneladas
    • Área certificada: 91.654 hectares
Soja sustentável fortalece competitividade brasileira

O crescimento contínuo da certificação RTRS demonstra que a sustentabilidade está cada vez mais integrada à estratégia do agronegócio brasileiro. Com mais de 2 milhões de hectares certificados, o país reforça sua posição como fornecedor global de soja produzida com responsabilidade ambiental, social e econômica, ampliando oportunidades comerciais e agregando valor à produção nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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