AGRONEGÓCIO

Prefeitura de Cuiabá fortalece feirantes e reconhece feiras livres como patrimônio cultural imaterial

Publicado em

Neste dia 25 de agosto, Dia do Feirante, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho, celebra e reforça o compromisso com os cerca de 850 feirantes que atuam em 40 feiras livres da capital. São trabalhadores presentes todos os dias da semana em diferentes bairros da cidade para garantir o sustento de suas casas.

Com o objetivo de valorizar essa atividade, que movimenta a economia local e fortalece a identidade cuiabana, o prefeito Abilio Brunini sancionou, no dia 4 de agosto, a lei que reconhece as feiras livres como patrimônio cultural imaterial de Cuiabá. A proposta, de autoria do vereador Gustavo Padilha, marca um importante avanço para a preservação e o fortalecimento dessas tradições.

Duas delas acontecem no centro de Cuiabá todo mês, sendo na 1ª segunda-feira, na Praça da República, e na 2ª segunda-feira, na Praça Alencastro, fomentando a produção do campo.

“As feiras fazem parte da nossa identidade cuiabana. São espaços de convivência, de geração de renda e de fortalecimento da cultura local. Declarar esse patrimônio reforça o nosso reconhecimento da importância dessas atividades para a cidade”, destacou o prefeito Abilio.

Leia Também:  Boi Gordo: Indicador CEPEA/B3 Registra Alta de 3% na Primeira Dezena de Setembro, Pecuaristas Esperam Valorização Maior

Além do apoio aos feirantes, a atual gestão também tem buscado ampliar o calendário de eventos oficiais da capital. Atendendo solicitação da presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Paula Calil, também incluiu oficialmente a Expoagro (Feira Agropecuária) na programação anual de Cuiabá.

“A Expoagro é um dos maiores eventos agropecuários do Estado e movimenta nossa economia, gera empregos e projeta Cuiabá nacionalmente. É mais do que justo garantir esse espaço oficial para ela todos os anos”, ressaltou o prefeito.

“A Prefeitura de Cuiabá reafirma seu compromisso com os trabalhadores que mantêm vivas as feiras livres, garantindo geração de renda para centenas de famílias, qualidade de vida para a população e valorização das tradições que fazem parte da cultura cuiabana. Estamos trabalhando e, em breve, teremos mais novidades para fortalecer o trabalho dos feirantes/expositores”, frisou o secretário de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão.

#PraCegoVer

A foto mostra uma edição da feira realizada na Praça da República, no Centro de Cuiabá, com várias bancas e expositores. Ao fundo da imagem aparece a igreja Matriz.

Leia Também:  Mercado da Soja: Brasil avança na safra 2025/26 enquanto Chicago reage a sinais de compras chinesas

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

Published

on

O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

Leia Também:  Fintech 100% brasileira tem 72% de todas as operações destinadas ao pequeno produtor de leite

A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

Leia Também:  Boi Gordo: Indicador CEPEA/B3 Registra Alta de 3% na Primeira Dezena de Setembro, Pecuaristas Esperam Valorização Maior

Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA