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Prefeitura de Cuiabá entrega leitos reformados na UPA Verdão e fortalece atendimento

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, através da Secretaria Adjunta de Atenção Secundária, realizou nesta sexta-feira (6) a entrega dos leitos reformados da enfermaria da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Verdão. A ação faz parte das melhorias previstas na Programação Anual de Saúde (PAS) 2026 e representa mais um avanço na qualificação da rede municipal de urgência e emergência.

A intervenção estrutural foi realizada para garantir melhores condições de atendimento à população e mais segurança para pacientes e profissionais de saúde. Durante o período das obras, a unidade precisou restringir temporariamente o atendimento a pacientes classificados como graves, que foram redirecionados para outras unidades de referência da rede municipal, assegurando a continuidade da assistência.

A enfermaria da UPA Verdão conta com 16 leitos, sendo 13 destinados ao público adulto e três voltados ao atendimento pediátrico. Entre os leitos adultos, a estrutura está organizada com quatro leitos femininos, quatro masculinos, um de isolamento feminino, um de isolamento masculino e três leitos mistos, o que possibilita maior organização do fluxo de pacientes e mais eficiência no atendimento.

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As melhorias incluíram pintura completa do espaço, troca de chuveiros, substituição de portas, reforma de poltronas, adequação dos banheiros, instalação de torneiras dentro dos padrões exigidos pela Vigilância Sanitária e reorganização dos armários de medicamentos, garantindo melhores condições de higiene, segurança e funcionalidade na unidade.

A UPA Verdão é uma das principais portas de entrada da rede de urgência e emergência do município. A unidade atende, em média, entre 360 e 400 pacientes por dia e é referência para a região Oeste da capital, que concentra uma população estimada em mais de 200 mil habitantes.

A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destacou que a entrega dos leitos reformados reforça o compromisso da gestão em fortalecer a rede pública de saúde e ampliar a qualidade do atendimento oferecido à população.

“Essa entrega representa mais um passo importante no processo de fortalecimento da nossa rede municipal de saúde. Estamos trabalhando para garantir estrutura adequada, dignidade no atendimento e melhores condições para os profissionais que atuam diariamente nas unidades. A UPA Verdão é uma referência para uma região muito populosa da cidade, e essas melhorias refletem diretamente na qualidade da assistência prestada à população”, afirmou a secretária.

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O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Medonsa, ressaltou que a reforma foi fundamental para adequar a estrutura da enfermaria às necessidades atuais da unidade.

“Identificamos a necessidade de intervenções estruturais em pontos importantes da enfermaria, principalmente nos banheiros e em equipamentos utilizados no dia a dia do atendimento. Com a reforma, conseguimos proporcionar um ambiente mais seguro, funcional e confortável tanto para os pacientes quanto para os profissionais que atuam na unidade”, destacou.

Com a entrega dos leitos reformados, a Prefeitura de Cuiabá segue investindo na modernização e no fortalecimento da rede municipal de saúde, garantindo melhores condições de atendimento e ampliando a capacidade de resposta da rede de urgência e emergência da capital.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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