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Prefeitura de Cuiabá entrega ambulância exclusiva e reforça assistência a pacientes do Melhor em Casa

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na tarde desta sexta-feira (20), a entrega de uma ambulância exclusiva para atendimento dos pacientes acompanhados pelo programa Melhor em Casa. A solenidade contou com a presença da secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, da secretária adjunta de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, Susana Gutierrez, da secretária adjunta de Gestão, Naiane Faria Lima, e da coordenadora do programa, Suriene Trindade.

A iniciativa representa um avanço na estrutura da atenção domiciliar no município, garantindo mais agilidade e eficiência no atendimento a pacientes acamados ou com mobilidade reduzida. “A entrega dessa ambulância fortalece ainda mais o Melhor em Casa, que já é uma referência no cuidado humanizado. Estamos garantindo mais dignidade aos pacientes e melhores condições de trabalho para as equipes”, destacou a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona.

Criado em dezembro de 2019 e implantado em 2020, o programa Melhor em Casa se consolidou como uma estratégia essencial do Sistema Único de Saúde (SUS) em Cuiabá, com foco na desospitalização e ampliação do acesso aos serviços. Atualmente, cerca de 110 pacientes são acompanhados, número que varia conforme a admissão de novos casos e a alta de pacientes com melhora clínica.

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O serviço conta com sete equipes, sendo seis Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar (EMAD) e uma Equipe Multiprofissional de Apoio (EMAP), totalizando aproximadamente 60 profissionais. “Essa ambulância era uma necessidade antiga. Agora conseguimos organizar melhor a logística e otimizar o tempo das equipes, garantindo um atendimento mais ágil e resolutivo”, afirmou a coordenadora do programa, Suriene Trindade.

A nova ambulância irá beneficiar diretamente os pacientes atendidos, especialmente aqueles que necessitam de deslocamento para exames, consultas especializadas ou internações pontuais. “Esse veículo traz mais agilidade no transporte dos pacientes e melhora o fluxo assistencial, contribuindo inclusive para evitar reinternações desnecessárias”, pontuou a secretária adjunta de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, Susana Gutierrez.

Até então, uma das principais dificuldades enfrentadas pelo serviço era a limitação no transporte, o que impactava na organização dos atendimentos. Com o novo veículo, o programa passa a ter mais autonomia no fluxo assistencial. “Estamos trabalhando para estruturar cada vez mais a rede, garantindo recursos e melhores condições para que os serviços funcionem com qualidade. Essa entrega é fruto de planejamento e compromisso com a saúde pública”, ressaltou a secretária adjunta de Gestão, Naiane Faria Lima.

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A logística do programa é baseada em planejamento contínuo, com organização de rotas e atendimentos conforme a necessidade clínica de cada paciente, garantindo assistência integral no ambiente domiciliar.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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