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Prefeitura de Cuiabá convoca 237 candidatos aprovados para diversas funções nas regionais e no campo

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A Prefeitura de Cuiabá publicou, nesta quinta-feira (06/02), os editais de convocação dos candidatos aprovados no Processo Seletivo Simplificado para Contratos Temporários de Prestação de Serviços por Tempo Determinado e Formação de Cadastro de Reserva (Edital Nº 12/2024/GS/SME), conforme divulgação na Gazeta Municipal Nº 937, de 27 de agosto de 2024. Os profissionais selecionados atuarão nas unidades educacionais da rede municipal durante o ano letivo de 2025.

Nesta 6ª convocação, estão sendo chamados aprovados para as funções de pedagogo; técnico em desenvolvimento infantil (TDI); técnico em manutenção e infraestrutura, na função de auxiliar de serviços gerais (TMIE – ASG); técnico em nutrição escolar (TNE); além de professores de arte, de educação física e pedagogos para sala multifuncional. Os designados serão alocados em unidades educacionais das diversas regionais e também em escolas situadas no campo.

Os candidatos convocados deverão comparecer à Secretaria Municipal de Educação, situada na Rua Diogo Domingos Ferreira, nº 292, bairro Bandeirantes, no dia 07 de fevereiro de 2025, nos horários e datas estabelecidos nos respectivos editais, para a entrega da documentação exigida e para receber informações sobre a função a ser desempenhada.

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Atenção aos candidatos:

É fundamental que os aprovados leiam atentamente os editais, pois aqueles que não comparecerem no dia e horário previstos ou que não apresentarem a documentação completa serão automaticamente eliminados, sem segunda chamada. Nesses casos, o candidato seguinte na ordem de classificação será convocado.

Os documentos a serem apresentados – em original ou cópia autenticada, conforme especificado – são: Registro Geral (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF), Título de Eleitor, número do PIS ou PASEP, Certificado de Reservista, dados da conta corrente no Banco do Brasil (quando houver), comprovante de residência, diploma ou certificado de conclusão do Ensino Médio acompanhado do histórico escolar, exame de admissão e os certificados negativos exigidos pelo edital.

A Secretaria Municipal de Educação informa ainda que o candidato que chegar atrasado e cujo nome já tenha sido chamado será realocado para o final da lista de convocação. O comparecimento em horário diverso do estipulado implicará na eliminação do candidato, conforme o item 13.3 do edital. Os inscritos também deverão realizar o exame de admissão no local designado, onde constarão a carga horária e demais informações pertinentes à função.

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Processo Seletivo

O certame realizado em 2024 ofertou 2.015 vagas para a contratação imediata de profissionais temporários e para a formação de cadastro reserva, para níveis médio e superior, destinados a atuar nas unidades educacionais da rede pública municipal, em substituições de servidores específicos e para atender a necessidades excepcionais. Já foram convocados 3.617 candidatos nas 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª convocações, e, nesta 6ª chamada, estão sendo convocados 237 candidatos para diversas funções.

Confira os editais de convocação em anexo.

Serviço
Convocação – Processo Seletivo Simplificado para Contratos Temporários de Prestação de Serviços por Tempo Determinado e Formação de Cadastro de Reserva (Edital Nº 12/2024/GS/SME)

Data e horário: conforme previsto nos editais de convocação
Local: Secretaria Municipal de Educação

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Tarifaço vigora a partir de hoje e põe o agro no centro de disputa que vai além do comércio

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A tarifa adicional de 25% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros entra em vigor nesta quarta-feira (22.07) colocando cadeias do agronegócio no centro de uma disputa que começou longe das lavouras. Mais do que corrigir supostos desequilíbrios comerciais, a medida é utilizada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, como instrumento de pressão política sobre o Brasil, tendo como pano de fundo temas como regulação das plataformas digitais, sistemas de pagamento (o nosso Pix), propriedade intelectual e acesso ao mercado de etanol.

A sobretaxa será cobrada dos importadores norte-americanos e se soma às tarifas que já incidiam sobre cada mercadoria. Na prática, o custo adicional pode reduzir a competitividade dos produtos brasileiros, provocar o cancelamento de encomendas e pressionar empresas exportadoras a renegociar preços.

A investigação que deu origem à medida foi aberta pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana. O governo dos Estados Unidos acusa o Brasil de adotar práticas que restringiriam o comércio, especialmente no ambiente digital.

O próprio documento que oficializou a tarifa, porém, deixa claro que a legislação permite atingir setores que não tenham relação direta com as práticas questionadas. A justificativa é que uma tarifa abrangente amplia o poder de negociação dos Estados Unidos e cria pressão para que o país investigado modifique suas políticas.

É nesse ponto que o agronegócio passa a funcionar como instrumento de barganha. Enquanto parte da investigação trata de plataformas digitais e meios de pagamento, segmentos como máquinas agrícolas, papel, açúcar e outros produtos agroindustriais ficaram sujeitos à cobrança. Pedidos para retirar esses setores da medida foram rejeitados, embora não haja relação direta entre a produção dessas mercadorias e as regras brasileiras para empresas de tecnologia.

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O etanol é a exceção mais evidente, porque aparece diretamente no contencioso comercial. Produtores norte-americanos alegam enfrentar dificuldades de acesso ao mercado brasileiro e pressionam pela redução das tarifas aplicadas pelo Brasil ao biocombustível importado. A sobretaxa sobre o produto brasileiro, portanto, também atende a interesses da indústria de etanol dos Estados Unidos.

O desenho das exceções mostra que Washington procurou preservar mercadorias consideradas necessárias à própria economia. Produtos que poderiam causar desabastecimento, pressionar a inflação ou que não são produzidos em quantidade suficiente pelos Estados Unidos foram poupados. Já cadeias nas quais há concorrência com produtores norte-americanos ou capacidade de exercer pressão sobre Brasília permaneceram expostas.

Para pesquisadores das áreas de comércio e regulação digital, as críticas às regras brasileiras para plataformas também revelam uma disputa por soberania regulatória. O governo norte-americano sustenta que decisões judiciais e novas obrigações impostas às empresas de tecnologia ameaçam a liberdade de expressão. Especialistas brasileiros contestam essa interpretação e afirmam que o país está estabelecendo responsabilidades semelhantes às já adotadas em outros mercados, especialmente na União Europeia.

Nessa leitura, os Estados Unidos procuram proteger empresas de tecnologia sediadas no país contra controles nacionais sobre conteúdo, concorrência, uso de dados e funcionamento dos algoritmos. O Brasil também seria estratégico por seu tamanho e pela influência que suas decisões regulatórias podem exercer sobre outros países da América Latina. Trata-se, contudo, de uma interpretação sobre os interesses envolvidos, e não da justificativa formal apresentada pelo USTR.

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Para o agro, a consequência mais imediata não é apenas a cobrança na alfândega. A redução das compras norte-americanas pode alcançar indústrias, usinas, fabricantes de máquinas e fornecedores de matérias-primas. Dependendo da duração da medida, o efeito poderá chegar ao produtor por meio de menor demanda, pressão sobre preços e adiamento de investimentos.

O governo brasileiro contesta as justificativas apresentadas pelos Estados Unidos e considera que temas internos, como decisões judiciais e regulação de empresas, não devem ser utilizados para impor sanções comerciais. As negociações continuam, mas Washington sinalizou que pretende manter a cobrança enquanto não houver mudanças nas políticas questionadas.

A entrada em vigor da tarifa, portanto, é apenas o começo do impasse. O que está em discussão não é somente quanto os Estados Unidos comprarão do Brasil, mas até que ponto o acesso ao maior mercado consumidor do mundo será usado para influenciar decisões regulatórias brasileiras. Nesse confronto, o agronegócio tornou-se um dos principais pontos de pressão — mesmo quando pouco tem a ver com a origem da disputa.

Fonte: Pensar Agro

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